Covid-19: laboratórios do Ministério da Agricultura serão usados para analisar testes do novo coronavírus

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) vai disponibilizar a capacidade instalada, infraestrutura e equipes técnicas da rede de laboratórios vinculados para ajudar na análise de testes do Coronavírus. 

Serão disponibilizados 84 laboratórios das redes da Embrapa, dos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária (LFDAs) e da Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac), com 89 equipamentos do tipo RT-PCR em operação e capacidade de análise de mais de 76 mil amostras por dia. Essa é a técnica de referência para detecção do novo coronavírus.

Os laboratórios da rede do Mapa estão em 42 instalações localizadas em 19 estados e 27 cidades. Os equipamentos deverão ser realocados com base na demanda estratégica do Ministério da Saúde.

Também há um total de 108 profissionais qualificados para operar equipamentos e ensaios, que poderão ser alocados conforme a necessidade. 

“Essa estratégia propõe uma aliança do agronegócio contra o Covid-19 sob a curadoria do Mapa, em parceria com o Ministério da Saúde, que disponibiliza de forma rápida e ordenada alta quantidade e qualidade de recursos materiais, humanos e estruturais para reduzir a evolução da prevalência do coronavírus no Brasil”, explica a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

Segurança

Do total de laboratórios, 62 têm nível de biossegurança NB1, que não podem fazer a manipulação de material biológico. Neste caso, os equipamentos podem ser emprestados para outros laboratórios ou eles podem receber as amostras prontas para análise.

Outros 18 laboratórios possuem nível de biossegurança NB2, que podem ser cedidos para a rede de saúde para operar os ensaios.

Quatro laboratórios têm nível máximo de biossegurança NB3, sendo que três têm condições de operar em nível 4 de segurança biológica, com o uso de escafandro, e dois deles (Campinas-SP e Pedro Leopoldo-MG) têm estrutura robotizada para o preparo das amostras e a realização dos ensaios. Eles podem ser disponibilizados para apoiar a rede de saúde a manusear o vírus ou para atividades que requerem a máxima proteção do operador, e para criação de centrais de preparo de amostras em grade escala.

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Febre aftosa: começa a primeira etapa de vacinação

A primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra febre aftosa será realizada de 1º a 31 de maio para imunização de bovinos e bubalinos de todas as idades, para a maioria dos estados brasileiros, conforme o Calendário Nacional 2020. Diante das preocupações com a ocorrência do novo coronavírus (Covid-19), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) emitiu orientações sobre procedimentos e cuidados para que a vacinação ocorra satisfatoriamente sem colocar em risco a saúde dos produtores rurais e dos servidores do serviço veterinário oficial.

“As vacinações serão mantidas, uma vez que se trata de atividade essencial e que há necessidade de manutenção dos compromissos com as zonas reconhecidas como livre de febre aftosa com vacinação perante à Organização Internacional de Saúde Animal (OIE), instituição que já havia recomendado a manutenção das vacinações dos animais com interesse econômico e em saúde pública no cenário de pandemia da Covid-19”, ressalta o diretor do Departamento de Saúde Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária, Geraldo Moraes.

No entanto, não serão exigidas declarações de comprovação da vacinação que impliquem em comparecimento aos escritórios. A Divisão de Febre Aftosa (Difa) do Ministério orienta que a comprovação da vacinação contra a doença deverá ser realizada, preferencialmente, por meio não presencial (sistemas informatizados, correio eletrônico ou outras soluções à distância). Quando não houver alternativa ao alcance, a comunicação presencial poderá ser postergada para um prazo a ser pactuado entre todas as partes envolvidas com o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) no estado ou no Distrito Federal.

Ainda de acordo com o calendário de 2020, a vacinação está ocorrendo desde o mês de março em algumas regiões do país, como é o caso do Rio Grande do Sul e de algumas áreas dos estados do Amazonas e do Pará.

Ajustes

Para garantir a adequada orientação sobre a execução da vacinação durante a pandemia do Covid-19, o Mapa tem mantido reuniões virtuais com representantes dos serviços veterinários estaduais, do Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan).

Com base nessas reuniões, alguns estados, em conjunto com o Mapa, realizaram ajustes para que a 1ª etapa de vacinação de 2020 contra a febre aftosa ocorra durante o mês de junho. Este é o caso dos estados de Alagoas, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Por outro lado, o estado de Goiás solicitou antecipação da vacinação, com início em abril.

Em 2019, durante a 1ª etapa, foram vacinados 196 milhões de bovinos e bubalinos. Este ano, considerando o Plano Estratégico 2017-2026 do PNEFA, que visa ampliação de zonas livres de febre aftosa sem vacinação, a etapa está suspensa nos Estados do Paraná, Rondônia e Acre, mais parte dos Estados do Amazonas e Mato Grosso e foi antecipada, no Estado do Rio Grande do Sul para os meses de março e abril.

Caso necessário, eventuais pedidos de ajuste da etapa de vacinação contra a febre aftosa deverão ser encaminhados à Superintendência Federal de Agricultura (SFA) nos estados, de forma conjunta pelos serviços veterinários estaduais e representações dos produtores, para avaliação e posicionamento do Ministério.

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Conab estima produção superior a 250 milhões de t mesmo em período de pandemia

A pandemia de covid-19 enfrentada pelo mundo não afetou o andamento da safra brasileira. Os agricultores seguem as atividades dentro da normalidade, com adoção dos cuidados recomendados pelo Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS), além de continuar com os tratos culturais, como adubação e aplicação de defensivos no período recomendado. Com isso, a estimativa brasileira da produção de grãos passou de 251,9 milhões de toneladas para 251,8 milhões de toneladas. A queda total foi de cerca de 100 mil toneladas, mantendo ainda níveis recordes de colheita, como indicado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Este volume deve ser registrado em uma área total cultivada de 65,1 milhões de hectares. A soja e o milho são os produtos que impulsionam o bom resultado. A oleaginosa deve apresentar uma produção de 122,1 milhões de toneladas. O maior desempenho já registrado da cultura acontece mesmo com os problemas climáticos ocorridos no Sul do país, sobretudo no Rio Grande do Sul. Nas demais regiões, o clima favoreceu e, aliado ao crescimento na área de 2,7% em relação à última temporada, a soja segue como um dos principais produtos da safra.

Outro grão de destaque, o milho deve apresentar uma colheita de 101,9 milhões de toneladas. A maior parte deste volume é esperada na segunda safra do cereal, quando se estima uma produção de 75,4 milhões de toneladas. A área tende a crescer em 4,5% comparada com a safra anterior e pode atingir 13,5 milhões de hectares. Vale destacar, ainda, que o plantio do grão encontra-se em estágio avançado. Mato Grosso, principal estado produtor, já finalizou a semeadura do milho, juntamente com Goiás, Tocantins e Maranhão. Paraná, Mato Grosso do Sul e Piauí têm mais de 90% da área semeada.

Além de milho e soja, algodão, arroz, feijão e sorgo devem registrar incremento na produção, o que influencia positivamente no número final da safra brasileira. No caso do arroz, este aumento acompanha uma queda de plantio do grão em área sequeira. Mas este movimento é seguido também de uma maior proporção do cultivo da cultura em áreas irrigadas, que geram maiores produtividades. Aliado a isso, o contínuo investimento do rizicultor em tecnologias permite a manutenção da produção, ajustada ao consumo nacional.

O algodão também deve apresentar a maior produção já registrada na série histórica, com uma colheita estimada em 2,88 milhões de toneladas da pluma do grão, influenciada pelos grandes investimentos no setor e pela expansão de área cultivada, aliada às boas condições climáticas encontradas nas principais regiões produtoras.

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Covid-19: Ministério da Agricultura institui comitê de crise para monitorar impactos do coronavírus na produção agrícola

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) instituiu o Comitê de Crise (CC AGRO-COVID19) para monitorar e propor estratégias a fim de minimizar os impactos da pandemia do coronavírus na produção agrícola e no abastecimento de alimentos à população. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), por meio da Portaria nº123, assinada pela ministra Tereza Cristina.

Propor ações que contribuam para a manutenção do abastecimento em todo o país bem como analisar produção, mercado, infraestrutura estão entre as competências do comitê, formado por 14 integrantes de secretarias do Ministério, além da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O trabalho do CC- AGRO-COVID 19 vai subsidiar a ministra Tereza Cristina na tomada de decisões durante a pandemia do coronavírus.

De acordo com a portaria, o escopo de atuação do grupo está estruturado em duas linhas temporais: ações de monitoramento e encaminhamento de soluções a curto prazo e elaboração de soluções de ajuste estrutural a médio e longo prazo. Neste caso, uma das funções do comitê será projetar cenários e elaborar propostas sobre impactos que poderão ocorrer nos sistemas produtivos, mercados e demanda.

Em relação ao trabalho imediato, o CC- AGRO-COVID 19 vai atuar no monitoramento do comércio varejista, o que inclui supermercados e redes de distribuição; casas agropecuárias; redes de transportes; varejões e feiras; rede de distribuição de produtos químicos; e redes de distribuição de nutrição animal.

No caso da indústria e distribuição, o monitoramento será por meio de associações e irá envolver atividades de produção de insumos básicos ou intermediários para uso nas atividades industriais que alimentam ao setor; de insumos agropecuários e atividades de produtos finais.

O CC- AGRO-COVID 19 será presidido e coordenado pelo secretário de Política Agrícola do Mapa, Eduardo Sampaio Marques. O comitê deverá também promover a interlocução com órgãos do governo federal, de estados e municípios a fim de viabilizar ações e estratégias de solução para a manutenção do abastecimento de alimentos e bebidas à população.

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Conselho Monetário Nacional aprova medidas de apoio emergenciais solicitadas pela CNA

Para amenizar os impactos da crise do novo coronavírus no agronegócio, o Conselho Monetário Nacional (CNM) autorizou, por meio de resoluções, a prorrogação de prazo dos financiamentos aos produtores rurais e o acesso a novas linhas especiais de crédito. Os documentos atendem parte das medidas emergenciais de apoio ao produtor solicitadas pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para manter a produção e superar os impactos causados pela pandemia.

A resolução 4.801 autoriza instituições financeiras a prorrogarem aos produtores rurais, agricultores familiares e cooperativas agropecuárias, até 15 de agosto deste ano, o vencimento das parcelas do período de 1º de janeiro a 14 de agosto de 2020, referentes às operações de crédito rural de custeio e de investimento.

Além disso, a medida autoriza crédito para as cooperativas de produtores rurais, beneficiadores, agroindústrias e cerealistas que adquiram produtos dos produtores rurais, suas associações ou de suas cooperativas de produção agropecuária, por preços não inferiores ao preço mínimo dos produtos amparados pela Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM) ou de referência contidos no Manual de Crédito Rural. No período de 9/4/2020 a 30/6/2020, o limite de crédito é de R$ 65 milhões por beneficiário, com taxas de juros de até 6% ao ano para agroindústrias familiares e cooperativas, até 8% ao ano para demais beneficiários e prazo máximo de vencimento de até 240 dias.

A resolução cria, ainda, linhas transitórias de crédito de custeio ao amparo do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). Os produtores inscritos no Pronaf terão limite de crédito de até R$ 20 mil, com taxa de juros de até 4,6% ao ano, 12 meses de carência e 36 meses para pagamento. O prazo para contratação é até 30 de junho de 2020. Com os mesmos prazos, os inscritos no Pronamp, contarão com limite de crédito de R$ 40 mil e taxa de juros até 6% ao ano.

Estiagem

Para produtores rurais e cooperativas singulares de produção agropecuária que tenham sofrido perdas na renda em decorrência de seca ou estiagem, a Resolução 4.802 autoriza a renegociação de operações de crédito rural de custeio e de investimento das parcelas em situação de adimplência em 30 de dezembro de 2019, além das vencidas ou com vencimento entre 1º de janeiro a 30 de dezembro de 2020. Para as operações de custeio, o prazo para pagamento é de até sete anos de acordo com o período de obtenção de renda. Já para operações de custeio prorrogadas e de investimento, o prazo é de até um ano, após o vencimento final do contrato, para cada parcela prorrogada.

A medida também altera as normas para o pagamento do financiamento no âmbito do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro). Excepcionalmente até 30/6/2020, fica autorizado o financiamento com repasse de até 100% do montante devido pelos associados em decorrência de débitos vencidos ou a vencer entre 1º/1/2020 e 30/12/2020, desde que contraídos junto à cooperativa para aquisição de insumos para utilização na safra 2019/2020. O limite de crédito é de até R$ 65 milhões, com taxas de 6% e 8% ao ano, 12 meses de carência e 48 meses para pagamento. A resolução cria, ainda, linhas especiais de crédito de custeio aos inscritos nos programas Pronaf e Pronamp, nas mesmas modalidades citadas na resolução 4.801.

Para adesão às medidas emergenciais, os produtores rurais devem procurar as agências bancárias, presencialmente ou por meio dos canais de atendimento remoto disponibilizadas para os procedimentos de renegociação. De acordo com as entidades, muitas instituições financeiras estão dispensando registros cartorários de termos aditivos aos contratos, bastando a entrega do Termo de Adesão pelo produtor rural.

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Covid-19: CGU cria canal para receber manifestações relacionadas ao novo coronavírus

A Controladoria-Geral da União (CGU) lançou um canal exclusivo para que qualquer cidadão possa enviar manifestações relativas à prestação de serviços ou atuação de agentes públicos relacionadas ao novo coronavírus (COVID-19). A falta de insumos hospitalares e de equipamento de proteção individual (EPI), bem como a desobediência às medidas de prevenção, são exemplos do que pode ser relatado.

As denúncias, sugestões e reclamações serão examinadas pela CGU, por meio da Ouvidoria-Geral da União (OGU), e encaminhadas para providências junto aos órgãos competentes.

Quem tiver informações sobre quaisquer irregularidades pode enviá-las por meio de formulário eletrônico, disponível na plataforma Fala.BR, e escolher no assunto o termo “coronavírus (COVID-19). A manifestação pode ser anônima, bastando escolher a opção “Não identificado”.

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Covid-19: Banco do Brasil reforça suas linhas de crédito com R$ 100 bilhões

O Banco do Brasil anunciou a disponibilização de R$ 100 bilhões para reforçar suas linhas de crédito voltadas para pessoas físicas, empresas, agronegócio, além de recursos destinados a investimentos e compra de suprimentos na área de saúde por prefeituras e governos.

Do total, R$ 24 bilhões são destinados a pessoas físicas, R$ 48 bilhões são para empresas, R$ 25 bilhões para o agronegócio e R$ 3 bilhões para administrações públicas municipais e estaduais. Os recursos irão reforçar as linhas de crédito já existentes, principalmente as voltadas para crédito pessoal e capital de giro.

Os recursos já estão disponíveis e podem ser contratados pelos canais digitais de relacionamento com o Banco (aplicativo no celular, internet banking e terminais). Em caso de impossibilidade de contratação por canais digitais, as agências do BB permanecem abertas para atender os clientes.

“É muito importante que o crédito continue disponível aos nossos clientes neste momento o que irá contribuir para a superação das dificuldades que venham a enfrentar. A orientação aos nossos gerentes é que acompanhem de perto a situação de cada cliente para que possamos antecipar as soluções financeiras adequadas já nos primeiros sinais de dificuldade”, disse Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil.

24 bilhões para pessoas físicas

Para as pessoas físicas, o reforço de recursos ocorre nas linhas de crédito pessoal (crédito consignado, crédito salário e crédito automático).

Os recursos já estão disponíveis e podem ser contratados por todos os clientes que possuam limite de crédito definido no BB para essas linhas, até o valor aprovado para cada cliente. Como medida adicional, o BB ampliou os limites de crédito de 13 milhões de clientes pessoas físicas, o que adicionará mais R$ 18 bilhões aos limites atualmente concedidos.

R$ 48 bilhões para empresas

Para as empresas, o BB reforçará em R$ 48 bilhões os recursos disponíveis para linhas de capital de giro, de investimento e de antecipação de recebíveis.

Os recursos estão disponíveis para empresas de todos os portes, de micro e pequenas empresas ao segmento corporate, e podem ser contratados até o limite de crédito disponível para cada cliente.

R$ 25 bilhões para o agronegócio

Para os produtores rurais, o BB reforçará as linhas de comercialização em R$ 5 bilhões, as de financiamento da produção agropecuária em R$ 15 bilhões, as de investimento em R$ 2 bilhões e as de capital de giro em R$ 3 bilhões.

Os recursos atendem tanto aos produtores rurais pessoas físicas como as empresas que atuam no agronegócio. 

R$ 3 bilhões para estados e municípios

Para apoiar os estados e municípios no esforço para lidar com a contenção do Covid-19, o Banco do Brasil também destinou R$ 3 bilhões para apoiar, prioritariamente, o financiamento de equipamentos e obras na área de saúde. Os recursos também possibilitam o investimento em outras áreas, como eficiência energética, infraestrutura e viária, educação e saneamento.

Podem contratar todos os estados e municípios que tenham limite de crédito no BB e atendam as condições legais previstas pelo Tesouro Nacional.

Michael Melo/Metrópoles
Foto: BB / Divulgação

Covid-19: comunicado da Cooperativa Central Aurora Alimentos

A Cooperativa Central Aurora Alimentos comunica que, aliando-se aos esforços da sociedade brasileira no combate à pandemia de coronavírus e atendendo orientações do Ministério da Saúde e das autoridades sanitárias, adotou todas as providências para assegurar a saúde, a segurança e o bem-estar de seus mais de 31.000 empregados diretos, bem como o universo de parceiros e terceirizados.

Nesse momento particularmente preocupante da vida nacional, a Aurora manifesta seu inarredável compromisso de continuar produzindo alimentos de qualidade para o Brasil e o mundo. Essa postura é essencial, pois a eventual falta ou escassez de comida na mesa dos brasileiros tornaria caótico e imprevisível – sob o aspecto de segurança alimentar – um quadro que já é delicado e preocupante sob o aspecto de saúde pública. Aliás, as normas editadas nesse período ressaltam o caráter de serviço essencial da indústria de alimentos.

A base produtiva no campo – com o apoio das 11 cooperativas agropecuárias filiadas – está operando normalmente para geração das matérias-primas essenciais, como aves, suínos, leite e grãos. Todas as reuniões, cursos e treinamentos foram suspensos. A assistência técnica aos produtores rurais foi mantida, não apenas para dar suporte à produção, mas, especialmente para levar orientações sobre medidas e condutas de proteção da família rural em relação ao Covid-19.

Nas plantas industriais da Aurora foram intensificadas as medidas rotineiras de profilaxia e higiene, como medição de temperatura corporal, uso de máscaras e paramentos de trabalho com a presença e acompanhamento de médico e outros profissionais da saúde. As pessoas integrantes de grupos de risco foram preventivamente dispensadas para que aguardem, em casa, a superação dessa fase e somente depois retornem ao trabalho.

O acesso dos trabalhadores às fábricas está garantido com transporte privado mediante a contratação de ônibus diretamente pela empresa, em face da suspensão do transporte coletivo público urbano por Decreto do Governo do Estado. Esses ônibus destinam-se exclusivamente ao pessoal da Aurora e passam por intenso processo de desinfecção e limpeza.

Nas áreas administrativas e comerciais, parte da força de trabalho já atua em regime de home office. As visitas a clientes foram substituídas pelo contato remoto via telefone, e-mail, redes sociais etc. As reuniões presenciais cederam lugar a telereuniões ou videoconferências.

Todas as ações e medidas protagonizadas pela Aurora estão harmonizadas com a diretrizes dos governos federal, estadual e municipal, com o regime de calamidade pública em que vive o País e com a necessidade de atender, simultaneamente, aos clamores da segurança alimentar e da saúde pública.

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Covid-19: Ministra da Agricultura destaca compromisso dos produtores rurais e tranquiliza sobre abastecimento

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou que a agropecuária brasileira segue produzindo com êxito e abastecendo o mercado. “O Brasil é um grande celeiro, produtor de alimentos, e não precisamos ter nenhuma expectativa negativa de que não teremos alimentos para nosso povo”, afirmou, referindo-se às mudanças na rotina dos brasileiros, impostas pela pandemia do coronavírus. 

A ministra ressaltou, durante evento no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), que a população deve se manter tranquila em relação à oferta de produtos alimentícios no varejo e elogiou os produtores rurais. “São os nossos heróis, que neste momento estão lá (no campo) dando duro, produzindo e realizando a maior safra colhida neste país, batendo recorde um sobre o outro para alimentar nossa população”. 

A estimativa da safra de grãos 2020/2021 deve ser de 251,9 milhões de toneladas, 4,1% acima da colheita passada, segundo levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), ligada ao Mapa. 

Monitoramento de rotina feito pelo Ministério não vislumbra qualquer indício de problema no abastecimento de produtos alimentícios no país. Além do trabalho do produtor no campo, Tereza Cristina disse que o desempenho positivo registrado atualmente pela agricultura brasileira se deve à ciência e tecnologia desenvolvida principalmente pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Mapa.

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Covid-19: GSA doa R$ 500 mil para ajudar no combate ao coronavírus

A GSA Alimentos, empresa goiana com atuação em vários outros estados brasileiros e também no exterior, sensibilizada e preocupada com esse grave momento imposto pela pandemia do Covid-19, fez uma doação de R$ 500 mil para o Fundo de Combate à Propagação do Coronavírus da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), que foi criado pelo Governador de Goiás, Ronaldo Caiado. A GSA é a primeira empresa a fazer doação para o Fundo.  

Os recursos financeiros serão destinados para ajudar a minimizar os impactos econômicos e sociais gerados pela paralisação de diversas atividades econômicas com o objetivo de prevenir a doença. 

Com o objetivo de vencer este inimigo que faz tantas vítimas no mundo todo, Goiás criou o Fundo, que pode ser copiado por outros estados brasileiros. E a GSA se empenha nesta grande mobilização dos governos e da sociedade. “Acreditamos que a solidariedade e determinação são aliadas poderosas que fortalecem o ser humano na luta para superar grandes obstáculos”, afirma o diretor – presidente da GSA, Sandro Marques Scodro. O empresário acrescenta que “a contribuição de outros empresários é fundamental para mitigar o impacto nas vidas das pessoas e com trabalho sério e comprometimento de todos a vitória virá. Tenhamos fé!”. 

Como ajudar?

Qualquer pessoa pode fazer doações para o Fundo, que devem ser feitas por transferência para a OVG.

Razão Social: Organização das Voluntárias de Goiás

CNPJ: 02.106.664/0001-65

Dados bancários:

Banco Bradesco – 237 

Agência – 0244

Conta – 45059-6

Sobre a GSA

Especializada na fabricação de macarrão instantâneo, refrescos em pó, mistura para sopão, pipoca para micro-ondas, misturas para bolo e salgadinhos. Em 2018, a empresa entrou no ramo de snacks, com a produção dos salgadinhos Sanditos.

Fundada em 1984, a GSA é administrada por Sandro Marques Scodro. Neste período, a empresa cresceu e adquiriu novas marcas e produtos. A GSA é responsável pelos produtos das marcas Refreskant, Sandella, Velly, Produtos Paulista, Icebel, Yolle, Sanditos, SanChips e Dona Raiz. O Grupo GSA conta com duas distribuidoras – a Vetor e o CV Goiás Distribuição. Mais informações: www.grupogsa.com.br.

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