Ministério da Agricultura monitora nuvem de gafanhotos na fronteira

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) recebeu informações do  Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) sobre uma nuvem de gafanhotos da espécie Schistocerca cancellata que encontra-se próximo à fronteira com o Brasil. Segundo o monitoramento climático que vem sendo realizado pelos especialistas argentinos, a praga deve seguir em direção ao Uruguai.

No entanto, considerando a proximidade com a região fronteiriça do Brasil, o Mapa emitiu alerta para as Superintendências Federais de Agricultura, com vistas aos órgãos estaduais de Defesa Agropecuária para que sejam tomadas as medidas cabíveis de monitoramento e orientação aos agricultores da região, em especial no estado do Rio Grande do Sul, para a adoção eventual de medidas de controle da praga caso esta nuvem ingresse em território brasileiro.

Segundo a Coordenação-Geral de Proteção de Plantas do Mapa, as autoridades fitossanitárias brasileiras estão em permanente contato com os seus pares argentinos, bolivianos e paraguaios por meio do Grupo Técnico de Gafanhotos do Comitê de Sanidade Vegetal – COSAVE, o que tem permitido um acompanhamento do assunto em tempo real, com o objetivo de adotar as medidas cabíveis para minimizar os efeitos de um eventual surto da praga no Brasil.

Esta praga está presente no Brasil desde o século XIX e causou grandes perdas às lavouras de arroz na região sul do País nas décadas de 1930 e 1940. Desde então, tem permanecido na sua fase “isolada” que não causa danos às lavouras, pois não forma as chamadas “nuvens de gafanhotos”. Recentemente, voltou a causar danos à agricultura na América do Sul, em sua fase gregária (formação de nuvens).

Os fatores que levaram ao ressurgimento desta praga em sua fase mais agressiva na região estão sendo ainda avaliados pelos especialistas e podem estar relacionados a uma conjunção de fatores climáticos, como temperatura, índice pluviométrico e dinâmica dos ventos.

Cadastro no Programa de Aquisição de Alimentos termina em 3 de julho

O prazo para cadastramento no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) está aberto e pode ser feito até o dia 3 de julho. Criado com o objetivo de apoiar a comercialização de produtos dos diversos segmentos da agricultura familiar, incluindo povos e comunidades tradicionais, o PAA visa incentivar a produção rural sustentável e estimular a rede de comercialização local. Por meio do programa, é possível que o governo compre itens diretamente de produtores da agricultura familiar, gerando renda e melhoria na condição de alimentação das pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.

O PAA é gerido pelo Ministério da Cidadania (MCid), com auxílio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). A execução ocorre pelos governos estaduais e municipais e, em âmbito federal, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que operacionaliza as ações diretamente com as associações e cooperativas de agricultores familiares e povos e comunidades tradicionais.

Podem se cadastrar agricultores familiares com Declaração de Aptidão ao Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a DAP, e povos e comunidades tradicionais (Decreto nº 6.040, de 07.02.2007), extrativistas, quilombolas, famílias atingidas por barragens, pescadores, povos indígenas, aquicultores, silvicultores e assentados da reforma agrária, todos detentores da DAP.

O Sistema de Gestão do PAA (PAAnet) é o local disponível para cadastramento. Por meio dele, organizações de agricultores familiares cadastrarão suas propostas em articulação com as entidades que vão receber os produtos. A Conab, então, firma contratos com essas organizações e repassa os recursos necessários ao desenvolvimento dos projetos. Os recursos ficam bloqueados e são disponibilizados à medida que a organização comprova a entrega de alimentos às entidades.

Ao todo, o PAA contempla cinco modalidades: Compra Direta da Agricultura Familiar; Apoio à Formação de Estoques pela Agricultura Familiar; Compra com Doação Simultânea; Compra Institucional; e Aquisição de Sementes. Em Goiás, será disponibilizada a modalidade Compra com Doação Simultânea. Mais informações estão disponíveis no site da Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento.

Você sabe a diferença entre manteiga e margarina?

com informações de www.bebamaisleite.com.br

Enquanto a manteiga é um produto natural, de origem animal, feito a partir do leite batido, a sua “concorrente” margarina é produzida de óleo vegetal. Por meio de um processo chamado hidrogenação – reação química de adição de hidrogênio em uma molécula – o componente líquido se torna sólido. Depois, são adicionados branqueadores e aditivos. 

André Veinert, nutrólogo do Hospital Villa-Lobos, de São Paulo, explica que a composição de ambos os nutrientes pode dar pistas sobre o que é mais saudável. “A margarina é um produto artificial, rico em gordura e cheio de aditivos. Além disso, é rica em Ômega 6, nutriente que se ingerido em grande quantidade aumenta os riscos de desenvolver processos inflamatórios e doenças coronárias”, detalha o médico. Ainda segundo ele, “a margarina amplia também os riscos de câncer, por ser um produto totalmente industrializado e com aditivos como corantes e estabilizantes”, emenda.


Avanço da agricultura digital pós-pandemia depende de políticas públicas

Em live sobre Agricultura Digital realizada durante a Feira Agrotecnológica do Tocantins (Agrotins), a chefe-geral da Embrapa Informática Agropecuária , Silvia Massruhá , falou sobre a origem do conceito e o papel da pesquisa agropecuária e das políticas públicas na chamada Agricultura 4.0. A pesquisadora contou como e por quê em poucos meses o futuro da lavoura de dados avançou sobre a lavoura de produtos.

A especialista em computação explicou que o conceito de Agricultura 4.0 é uma referência à revolução ocorrida na indústria automobilística alemã, com base no conteúdo digital, na tecnologia de ponta e na conectividade, que influenciou outros setores da economia como o agronegócio. Na Embrapa Informática Agropecuária, a atuação para melhoria de produtividade e a redução de custos em todas as etapas de produção se dá a partir de quatro eixos: bioinformática e biologia computacional, modelagem agroambiental e geotecnológica, medicina e automação e engenharia da informação, indicou.

Segundo a pesquisadora, para além da agricultura de precisão, a agricultura digital estende a ideia de conectar máquinas para o tratamento dos diferentes tipos de dados (colhidos de sensores, colheitadeiras, imagens de satélite e drones) para auxiliar a tomada de decisão de produtores de pequeno médio e grande porte.

“A bioinformática está cada vez mais presente em todas as etapas, desde a pré-produção, na produção e também nas etapas de comercialização, armazenamento, distribuição e logística, como forma de agregar mais valor à cadeia produtiva”, apontou. Massruhá citou o Tambaplus, sistema apresentado na Agrotins e que permite a redução de perdas de produtividade a partir do planejamento racional de cruzamentos. A tecnologia contou com suporte da computação para ser desenvolvido, lembrou.

Pandemia

A despeito das vantagens da agricultura digital, a sua mais ampla adoção no agro  brasileiro enfrenta muitos desafios num país continental, diverso e com desigualdades regionais como o nosso. Mas a situação que aparentemente demoraria décadas para acontecer nesse campo da inovação começou a virar realidade com a chegada do novo coronavírus.

“A pandemia funcionou como um acelerador de futuro e muitas tecnologias tiveram de ser incorporadas por produtores em questão de meses”, aponta a pesquisadora. Como exemplos disso, a especialista citou a recente capacitação on line para técnicos da Conab sobre o uso do WebAgritec, um sistema de planejamento e monitoramento da safra, e também a adoção pelo Banco Central do Sistema de Análise Temporal da Vegetação (SATVeg) para que agentes do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), impossibilitados de efetuar a comprovação presencial de perdas agrícolas, possam fazer a fiscalização via web.

O SATVeg permite análise temporal e espacial do que foi plantado em qualquer lugar da América do Sul, oferecendo apoio a atividades de monitoramento agrícola e ambiental por meio de imagens de satélite. O sistema está disponível na internet.

Além de sistemas disponíveis pela web, a Embrapa também tem aplicativos que, de forma gratuita, colocam na palma da mão dos produtores ferramentas que podem ser acessadas via smartphone como o Plantio Certo. O aplicativo móvel foi desenvolvido em parceira com o Mapa para disponibilizar de forma mais ágil as janelas de plantio para todas as culturas contempladas no zoneamento agrícola de risco climático.

No agro, a tecnologia digital que tem ajudado na aproximação de pessoas durante o confinamento social, facilita a chegada dos insumos até os produtores e da produção até o consumidor, proporcionando, ainda, experiências exitosas de capacitações online e a iniciativa de realização de  feiras em versões 100% Digital como a Agrotins, completa Massruhá.

Desafios

Segundo a especialista, o enfrentamento dos inúmeros desafios brasileiros frente à adoção da Agricultura Digital pós-pandemia depende da implementação de políticas públicas, bem como da atuação coordenada de instituições de pesquisa, empresas do setor privado e startups – ecossistema em que a Embrapa figuraria como facilitadora.

Nesse contexto, a pesquisadora destacou que a Embrapa desenvolveu um aplicativo para facilitar o acesso a dados de mais de 580 produtos biológicos disponíveis pelo Programa Nacional de Bioinsumos, lançado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Massruhá lembrou, ainda, a pertinência da criação pelos ministérios da Agricultura e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações da Câmara Setorial Agro 4.0 com linhas de discussão voltadas ao empreendedorismo, conectividade e capacitação.

Índice de Preços ao Produtor (IPP) varia 0,12% em abril

com informações do IBGE

Em abril de 2020, os preços da indústria variaram, em média, 0,12% quando comparados a março/2020, número inferior ao observado entre março/2020 e fevereiro/20 (0,84%). O acumulado no ano atingiu 2,13%, contra 2,01% em março/2020. Ao comparar abril de 2020 com abril de 2019, a variação de preços foi de 4,79%, contra 5,95% em março de 2020. Em abril, 20 das 24 atividades apresentaram variações positivas de preços.

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) das Indústrias Extrativas e de Transformação mede a evolução dos preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange informações por grandes categorias econômicas, ou seja, bens de capital, bens intermediários e bens de consumo (duráveis e semiduráveis e não duráveis).   

Em abril de 2020, os preços da indústria variaram, em média, 0,12% quando comparados a março/2020. As quatro maiores variações observadas em abril foram nas seguintes atividades industriais: refino de petróleo e produtos de álcool (-20,99%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (5,63%), outros equipamentos de transporte (5,37%) e madeira (5,26%). As maiores influências foram: refino de petróleo e produtos de álcool (-1,87 p.p.), alimentos (0,50 p.p.), metalurgia (0,28 p.p.) e outros produtos químicos (0,17 p.p.).

Em abril, o acumulado no ano atingiu 2,13%, contra 2,01% em março/2020. As atividades de maior variação percentual foram: refino de petróleo e produtos de álcool (-32,68%), outros equipamentos de transporte (17,63%), metalurgia (16,91%) e calçados e artigos de couro (16,56%). Já os setores de maior influência foram: refino de petróleo e produtos de álcool (-3,48 p.p.), alimentos (1,53 p.p.), metalurgia (0,98 p.p.) e outros produtos químicos (0,69 p.p.). 

No acumulado em 12 meses, a variação foi de 4,79%, ante 5,95% de março de 2020. As quatro maiores variações de preços ocorreram em refino de petróleo e produtos de álcool (-30,20%), outros equipamentos de transporte (23,69%), alimentos (16,93%) e fumo (15,80%). As maiores influências foram: alimentos (3,72 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (-3,18 p.p.), metalurgia (0,91 p.p.), outros produtos químicos (0,51 p.p.). 

A variação de preços de 0,12% em relação a março repercutiu da seguinte maneira entre as grandes categorias econômicas: 2,68% em bens de capital; 1,08% em bens intermediários; e -1,75% em bens de consumo, sendo que 1,27% foi a variação observada em bens de consumo duráveis e -2,38% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis. 

No resultado da indústria geral, a influência foi: 0,21 p.p. de bens de capital, 0,58 p.p. de bens intermediários e -0,67 p.p. de bens de consumo. No caso de bens de consumo, -0,76 p.p. se deveu às variações de preços observadas nos bens de consumo semiduráveis e não duráveis e 0,08 p.p. nos bens de consumo duráveis. 

No acumulado no ano, as variações de preços da indústria acumularam, até abril, variação de 2,13%, sendo 7,92% a variação de bens de capital (com influência de 0,59 p.p.), 4,06% de bens intermediários (2,17 p.p.) e -1,62% de bens de consumo (-0,63 p.p.). No último caso, este resultado foi influenciado em 0,17 p.p. pelos produtos de bens de consumo duráveis e -0,80 p.p., pelos bens de consumo semiduráveis e não duráveis. 

Na comparação abril 2020/abril 2019, a variação de preços da indústria alcançou, em abril, 4,79%, com as seguintes variações: bens de capital, 11,50% (0,85 p.p.); bens intermediários, 5,01% (2,72 p.p.); e bens de consumo, 3,18% (1,22 p.p.), sendo que a influência de bens de consumo duráveis foi de 0,29 p.p. e a de bens de consumo semiduráveis e não duráveis de 0,92 p.p.. 

A seguir os principais destaques: 

Alimentos: em abril, os preços do setor avançaram 2,09%, terceiro resultado positivo consecutivo. Com esse resultado, o acumulado no ano foi para 6,51%, a maior já observada para um mês de abril. Por fim, na comparação com abril de 2019, a variação foi de 16,93%, contra 16,03% de março. Além de figurar entre as atividades de maior contribuição ao resultado, o setor de alimentos apresentou a terceira variação mais intensa na perspectiva dos 12 meses, sendo, nesse indicador, a maior influência (3.72 p.p. em 4,79%), e a segunda influência tanto na comparação mensal (0,50 p.p. em 0,12%) quanto no acumulado no ano (1,53 p.p. em 2,13%).

Em abril, o número-índice foi 117,32, o que significa uma variação em relação ao início da série (em dezembro de 2009) de 126,59%. É a terceira maior variação entre as atividades que compõem as indústrias de transformação (cuja variação foi de 75,95%), perdendo para Fumo (162,90%) e Outros equipamentos de transporte (147,02%). Vale dizer que os dois setores com maior crescimento de preços desde 2009 são fortemente atrelados ao movimento do câmbio, que, no mesmo período, apontou uma depreciação do real frente ao dólar de 204,3%.

A depreciação do real frente ao dólar de 9,0%, na comparação abril contra março, é um forte fator para as variações positivas nos preços dos produtos de maior influência, todos eles voltados ao mercado externo. 

Refino de petróleo: Com a variação de -20,99% observada em abril contra março, a série apresenta os dois resultados negativos mais intensos da série (-9,63% em março contra fevereiro). Levando em conta que em fevereiro o resultado também havia sido negativo (-6,34%), a variação acumulada nestes últimos três meses foi de -33,12%, mais intensa do que a acumulada no ano, -32,68%. Nos últimos 12 meses, a variação foi de -30,20%, a mais intensa nesse sentido desde o início da série. Os dados do setor estão em linha com a queda dos preços internacionais do petróleo. O destaque dado ao setor se justifica pelo fato de, além de figurar entre as atividades de maior contribuição ao resultado, ter sido o primeiro em cinco dos seis indicadores explorados na análise (em todas as variações e nas influências de índice mensal, -1,87 p.p. em 0,12%, e no acumulado no ano, -3,48 p.p. em 2,13%). No caso da influência sobre o índice do acumulado em 12 meses, foi o segundo, -3.18 p.p. em 4,79%.

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Outros químicos: em abril, os preços do setor variaram, em média, 2,12%, lembrando que março havia tido a maior variação positiva de preços desde o início da pesquisa em dezembro de 2009. O setor acumulou variação positiva de 8,86% em 2020 e 6,32% nos 12 últimos meses. O resultado do acumulado no ano é bem diverso do que ocorreu em abril de 2019, quando havia ficado negativo em – 4,32%.

Os resultados observados nos últimos meses estão ligados aos preços internacionais, com aumento do preço de diversas matérias-primas importadas, em grande parte devido à depreciação do real frente ao dólar (foram 22,7% apenas nos últimos dois meses) e à redução da oferta. Mesmo assim houve uma queda de preços significativa de produtos como a nafta, matéria-prima de alguns produtos químicos (especialmente os produtos químicos orgânicos, como o “benzeno”).

Metalurgia: os preços médios do setor variaram 4,40%, segunda maior variação de preços dessa atividade desde o início da série (janeiro de 2010), sendo inferior apenas à do mês anterior (5,74%). O acumulado no ano ficou em 16,91% e em 12 meses em 15,02%. Entre os produtos os destaques foram: “lingotes, blocos, tarugos ou placas de aços ao carbono”, “ouro para usos não monetários”, “óxido de alumínio (alumina calcinada)” e “ferronióbio”, todos com influência positiva sobre o indicador mensal. Os quatro representam 3,61 p.p. da variação no mês, cabendo 0,79 p.p. aos demais 20 produtos.

Veículos: em abril, a variação foi de 1,05%, seguindo a tendência de alta observada também nos sete meses anteriores. A variação acumulada no ano e a variação acumulada nos últimos 12 meses alcançaram, respectivamente, 3,50% e 6,07%.

Em uma análise por produtos no setor, é possível observar que, entre os quatro produtos de maior influência no índice mensal, todos eles impactaram positivamente o índice: “automóveis para passageiros, a gasolina ou bicombustível, de qualquer cilindrada”, “sistemas de marcha e transmissão para veículos automotores”, “caminhão-trator, para reboques e semirreboques” e “peças ou acessórios, para o sistema de motor de veículos automotores”. O aumento médio observado nos dois últimos pode ser justificado, parcialmente, pela variação cambial ocorrida no mês, quando o real apresentou uma depreciação de 9,0%, sendo significativo também o aumento de custo, via elevação dos preços do setor metalúrgico. A influência desses quatro produtos que mais impactaram a variação do mês em relação ao mês imediatamente anterior foi de 0,77 p.p., ou seja, os demais 19 produtos da atividade contribuíram com 0,28 p.p.

W7Worldwide guide to CEO communications in phase 2 of the COVID-19 crisis

The unpredictability of COVID-19, has pushed W7Worldwide to work towards developing a guide covering how CEOs can safely lead their organization through Phase 2 of the crisis.  This is the management phase between the containment of the crisis and things beginning to ease and recover.  An uncertain wait and see phase with its own unique communications challenges along the way for CEOs and business leaders.

Around the world, governments, business and industry are rising to the enormous challenge of managing the COVID-19 crisis.  From one country to another, certain quarantine restrictions are carefully being eased, while others are still at lockdown stage.  After several weeks of reacting and learning to adapt to the immediate impact of the crisis, we have reached a new phase where stakeholders want to know about well-being, job security, financial consequences and business continuity.

CEOs must steer through changes in business pattern, new ways of delivering products and services, research new technologies and rethink their entire marketplace.  Along the COVID-19 crisis cycle of disruption, management and recovery, there are still many potential difficulties businesses face, such as cost savings, lay-offs, furloughs or other short-term and long-term impacts.

Empathize with your employees

Leading with compassion and empathy is critical now more than ever.  Employees seek encouragement, shareholders want performance and customers expect uninterrupted service but with additional safety measures.  Providing reassurance should be the central principle to all stakeholder communications at this stage.

‘CEOs have had to adopt a new way of communicating that is more considerate, empathetic and adjusted in tone from a linguistic perspective.’ explains Abdulrahman Inayat, Co-Founder of Communications Agency W7Worldwide’. ‘They must carefully balance the need to drive business performance with the need to be sensitive.  The pandemic has translated into a new global language of speaking to internal and external stakeholders who are worrying about what will happen next.’

Everything CEOs do and communicate is currently scrutinized by the public and media more than usual.  CEOs need to show that they are sharing the pain, be authentic and human, resonating with the new realities for employees, customers and the community.  Employees remain a key stakeholder group that requires regular communication.  W7Worldwide’s Guide on Employee Engagement in COVID-19 provides the framework for companies to adopt to keep their teams informed, loyal, motivated and engaged during the crisis.

Public and private sector collaboration

COVID-19 is a considerable new responsibility for the corporate sector who now needs to team up with government to restart the economy.  Governments have had to rely on companies to step forward quickly to provide key workers, essential supplies and services.  Neither business nor government can go this alone, so CEOs should be proactive in their public affairs efforts at a time when governments are looking for solutions.

New challenges ahead

This is a crisis beyond the experience of most CEOs who now need to strike the right tone of caution coupled with forward-paced optimism and confidence.  CEOs with a longer-term approach will spark innovations and effective leaders have the opportunity to shape a meaningful story for their organization at this generation-defining moment.

COVID-19 resource centre

As part of its efforts to support organizations through the COVID-19 Crisis, W7 Worldwide has set up a dedicated Resource Centre with a series of regularly updated expert Corporate Communications Guides. The agency’s experienced Crisis Communications team provides CEO Counsel to both local and international clients, helping them formulate and implement their COVID-19 communications strategies.  For more information and to download the Guide to CEO Communications in Phase 2 of COVID-19 visit www.w7worldwide.com.

Prêmio ANA 2020: pesquisadores e estudantes podem inscrever boas práticas relacionadas à água

Até 31 de julho, podem ser inscritas no Prêmio ANA 2020 boas práticas relacionadas à água e que contribuam para a promoção da segurança hídrica, gestão e uso sustentável dos recursos hídricos para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Na categoria Pesquisa e Inovação Tecnológica, podem participar profissionais e estudantes voltados à produção científica e tecnológica de instituições de ensino superior e/ou de pesquisa. As inscrições para a premiação podem ser realizadas gratuitamente pelo hotsite www.ana.gov.br/premio.

A premiação reconhece trabalhos de: Governo; Empresas de Micro ou de Pequeno Porte; Empresas de Médio ou de Grande Porte; Educação; Pesquisa e Inovação Tecnológica; Organizações Civis; Comunicação; e Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.

Segundo o regulamento do Prêmio ANA 2020, os oito vencedores ganharão o Troféu Prêmio ANA no ano em que a Agência Nacional de Águas completa duas décadas de atuação na regulação das águas em prol do desenvolvimento do Brasil. Uma novidade dessa edição histórica é que os três finalistas de cada categoria poderão utilizar em seus materiais de divulgação o “Selo Prêmio ANA: Finalista” ou o “Selo Prêmio ANA: Vencedor”, conforme o resultado final.

Desde 2008, a categoria Pesquisa e Inovação Tecnológica faz parte do Prêmio ANA, sendo que o nome dela era inicialmente “Academia”. Veja a lista de vencedores por edição e conheça os demais vencedores e finalistas da premiação no Banco de Projetos.

2008:  Universidade de São Paulo (USP). Pesquisa Construção de uma Linhagem Bacteriana Apta para Biorremediação de Efluentes Contaminados por Metais Pesados;

2010: Laboratório de Sistemas de Suporte a Decisões Aplicadas à Engenharia (LabSid), de São Paulo. Pesquisa Avanços Científicos e Tecnológicos para a Gestão e o Uso Sustentável dos Recursos Hídricos Obtidos com o Sistema Acquanet;

2012: Instituto de Pesquisa e Estudos de Lassance (IPEL), de Lassance (MG). Pesquisa Sustentabilidade com Unidades de Captação: Melhor Destino das Águas Pluviais;

2014: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Pesquisa Tecnologias Sociais para Melhoria da Qualidade da Água Armazenada nas Cisternas, em Época de Chuva e Estiagem;

2017: Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), de Mossoró (RN). Pesquisa Produção Agrícola Familiar Utilizando Rejeito da Dessalinização da Água Salobra como Suporte Hídrico.

O Prêmio ANA 2020 terá uma Comissão Julgadora composta por oito membros externos à ANA e com notório saber e reputação ilibada. Um representante da Agência presidirá o grupo, mas sem direito a voto. Os critérios de avaliação dos trabalhos levarão em consideração os seguintes aspectos: efetividade, inovação, impactos social e ambiental, potencial de difusão, sustentabilidade e adesão social. Para a categoria Comunicação, o critério de sustentabilidade não será aplicável.

A Comissão Julgadora selecionará três iniciativas finalistas e a vencedora de cada uma das oito categorias. Para recebimento do Prêmio ANA 2020, o participante deverá comprovar estar regularizado junto ao poder concedente, quando couber, no caso de regiões que tenham o sistema de regulação dos usos de recursos hídricos esteja implantado.

As inscrições devem ser realizadas totalmente pelo hotsite do Prêmio ANA e não serão aceitos materiais em meio físico, já que a Agência Nacional de Águas adota uma política de papel zero. Cada participante pode inscrever mais de uma iniciativa. Além disso, poderão ser apresentados trabalhos indicados por terceiros, desde que acompanhados de declaração assinada pelo indicado, concordando com a indicação e com o regulamento da premiação. Veja a seguir o cronograma da premiação:

Inscrições: até 31 de julho de 2020

Divulgação dos finalistas: 10 de novembro de 2020

Anúncio dos vencedores: previsto para o início de dezembro de 2020

 Prêmio ANA 

Criado há 14 anos pela Agência Nacional de Águas para reconhecer as melhores práticas e iniciativas voltadas ao cuidado das águas do Brasil, o Prêmio ANA é a mais tradicional premiação do setor de águas do Brasil e já contabilizou mais de 2,2 mil trabalhos inscritos e premiou 40 projetos, de todas as regiões do Brasil, que se destacaram pela sua contribuição ao desenvolvimento do País.

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www.ana.gov.br/premio

SC: agronegócio responde por 70% das exportações catarinenses no primeiro quadrimestre de 2020

O agronegócio segue como o carro-chefe das exportações catarinenses em 2020. De janeiro a abril, o estado faturou US$2,64 bilhões com os embarques internacionais e 70% desse total teve origem no agronegócio, principalmente nos produtos de origem animal. Os dados foram apresentados pelo governador Carlos Moisés, ao lado do secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural em exercício, Ricardo Miotto.

Carlos Moisés destacou que o Governo do Estado não parou durante a pandemia e que continua a dar suporte ao setor produtivo catarinense. “Em momentos como esse, a atuação do Estado é ainda mais importante. Precisamos estar presentes para dar o suporte que a sociedade necessita. Os números das exportações demonstram a força do nosso agronegócio, que permanece como um setor essencial para a nossa economia”, disse.

O secretário Miotto salientou a importância de se ter um ambiente favorável para o desenvolvimento do agronegócio. Segundo ele, Santa Catarina conseguirá superar os desafios impostos pelo novo coronavírus.

“Apesar de toda dificuldade que estamos enfrentando devido à pandemia de Covid-19, o agronegócio segue com números muito positivos. A Secretaria da Agricultura e o Governo do Estado tem trabalhado na criação de um ambiente favorável para que o agro se desenvolva. E o resultado que conseguimos verificar é que 70% do total exportado pelo estado nos primeiros quatro meses deste ano provém do agronegócio. Um número bastante expressivo e que devemos enaltecer, além de agradecer o trabalho feito pelos produtores e agricultores familiares de Santa Catarina”, destacou.

Proteína animal lidera exportações

No primeiro quadrimestre de 2020, as exportações do agronegócio catarinense faturaram US$ 1,85 bilhão, com altas expressivas nos embarques de carne suína (39,8%), carne de perus (110%), arroz (334,9%) e soja (51%). A proteína animal responde por 38,4% do total exportado por Santa Catarina, seguido pelos produtos florestais (16,4%) e produtos de origem vegetal (15,6%).

“A agricultura mostra sua importância para o estado e mostra que o trabalho de excelência feito pelo produtor rural rende frutos e representa muito na balança comercial catarinense. Isso aumenta ainda mais a nossa responsabilidade em trabalhar e prover um ambiente seguro no que tange à sanidade animal e vegetal e as demais condições de extensão e pesquisa para que nossos produtores rurais continuem fazendo aquilo que fazem de melhor: produzir alimentos com segurança e qualidade para o mundo todo”, ressalta Miotto.

Queda nos embarques

Devido à pandemia do novo coronavírus, as exportações catarinenses foram menores este ano. O resultado total foi 9,1% menor do que o registrado no mesmo período de 2019. No agro, a queda foi de 8%, devido principalmente à queda nos embarques de carne de frango e tabaco. Outros setores não agrícolas retraíram 11,6%.

O analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Luiz Toresan, explica que embora haja queda nos volumes exportados, devido ao câmbio favorável, os exportadores seguem com um bom retorno pelos embarques. Os valores são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa)

Diferenciais de Santa Catarina

Santa Catarina coleciona os títulos de maior produtor nacional de suínos, maçã e cebola; segundo maior produtor de aves e arroz e quarto maior produtor de leite. O estado é livre de Cydia pomonella, considerada o pior inseto praga da fruticultura e também é o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação – status que abre as portas para os mercados mais exigentes do mundo.

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Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom / Divulgação

 

Dia Internacional da Diversidade Biológica: especialistas apontam tendências positivas da nova realidade pós isolamento social

O distanciamento social determinado pela pandemia de Covid-19 trouxe um impacto significativo para a redução de poluentes e a recuperação da natureza, resultado perseguido há décadas por inúmeras iniciativas. Ainda que esse cenário seja efeito de uma crise global, especialistas avaliam que pode ser um marco para que empresas, governos e cidadãos inaugurarem uma nova era de relação mais harmoniosa com o meio ambiente.

“Isso que está acontecendo é um estímulo para um vínculo maior entre as pessoas e a natureza. Em conservação, falamos no conceito de biofilia, que é a ideia de que gostar dos animais e das plantas é uma característica inata nossa, que podemos alimentar ou não”, aponta o pesquisador Fernando Fernandez, membro da RECN (Rede de Especialistas em Conservação da Natureza) e professor titular do Departamento de Ecologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Mas para se tornar perene, essa mudança precisa ser amparada por um quadro regulatório legal que incentive a sociedade a ser menos poluente, assim como o desenvolvimento de políticas públicas que sejam capazes de promover soluções que integrem o verde ao cenário urbano.

Ele cita o exemplo de cidades como Wellington (Nova Zelândia), São Francisco (Estados Unidos) e Edmonton (Canadá), que já despontam como pioneiras na biofilia.

O termo foi cunhado e popularizado pelo biólogo americano Edward Wilson, que defende a criação de cidades biofílicas, capazes de promover a integração entre pessoas, espaços naturais e a biodiversidade. Basicamente, essas localidades investem na disseminação de áreas verdes, como parques e praças; na integração entre arquitetura e vegetação (tetos verdes, por exemplo); na preservação de áreas nativas; na proteção da biodiversidade local e na educação voltada para a consciência ecológica.

No Brasil ainda não há nenhuma cidade que faça parte da rede global de cidades biofílicas, mas algumas potenciais candidatas são Curitiba e Maringá (PR), Florianópolis (SC), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Belo Horizonte (MG). “Não temos cidades planejadas com esse conceito, mas estas localidades têm potencial para ser trabalhado neste aspecto porque ainda conservam áreas naturais interessantes”, explica.

Comportamentos

“Estamos vendo o surgimento de um novo normal, que embora ainda com contornos não totalmente claros, já começa a desenhar algumas tendências. Uma delas é que, depois que isso tudo passar, as pessoas vão valorizar a natureza, vão querer se expor menos a situações de estresse, não vão querer perder horas diárias no trânsito. E a sociedade precisa estar preparada para isso”, afirma o engenheiro florestal e também membro da RECN Miguel Milano.

“Há anos os departamentos de Recursos Humanos falam que o home office é o futuro. Agora é o momento de gestores comprarem a ideia”, aponta o especialista, que há 15 adota a prática em seu cotidiano. “O home office é uma solução de máximo ganho para o planeta por seu efeito cascata. Ao reduzir os deslocamentos, reduz-se automaticamente a emissão de carbono. E outros ganhos vêm a reboque, como tempo, produtividade e qualidade de vida dos indivíduos”.

A realidade imposta pelo coronavírus tem mostrado o quanto a diminuição da atividade humana tem surtido efeito. Um levantamento da Agência Internacional de Energia (AIE), divulgado em abril, projetou uma redução de 8% nas emissões de dióxido de carbono (CO2) em 2020 em razão da pandemia. Se concretizada, seria a maior queda já registrada, podendo ser ainda maior, a depender de como a crise se desenrole ao longo do ano. Para se ter uma ideia da importância dessa redução, a ONU estima que para que o aquecimento global suba no máximo 1,5 °C até 2030 – sendo essa a meta do Acordo de Paris –, todos os anos o planeta deveria diminuir suas emissões em 7,6%.

floresta

GO: estado se destaca como terceiro maior produtor de grãos do Brasil

com informações do Sistema Faeg / Senar

Com 27,1 milhões de toneladas de grãos, área cultivada superior a seis milhões de hectares e produtividade de 4.511 quilos por hectare na safra 2019/2020, Goiás passa a ser o terceiro maior produtor de grãos do Brasil. É o que constata no 8º Levantamento da Safra 2019/2020 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 De acordo com os dados, houve crescimento de 10% na estimativa de produção goiana, de 6,1% na área de cultivo e de 3,7% em produtividade em relação à safra anterior, com Goiás, agora, representando 10,8% da produção nacional de grãos – atrás apenas do Mato Grosso e Paraná. No levantamento da safra de grãos da Conab, divulgado em abril, Rio Grande do Sul estava à frente de Goiás, mas na nova estimativa da Conab perdeu posição, já que o Estado da região Sul sofreu queda na produção por causa da estiagem.

Entre os destaques, em Goiás, estão sorgo, milho e soja. No caso de sorgo, o Estado se mantém na primeira posição do ranking de produção, com 1,22 milhão de toneladas, crescimento de 23,4% na safra 2019/2020 em relação à safra passada. No milho, a estimativa de aumento foi de 10,9% na produção, com 12,74 milhões de toneladas produzidas, o que representa 12,5% da produção nacional, colocando Goiás em terceiro no ranking de produção no País.

Também houve crescimento de 11,7% na área de cultivo de milho, com mais de 1,87 milhões de hectares. A produção de soja goiana teve aumento de 9,0%, com 12,46 milhões de toneladas, representando 10,4% da produção nacional e terceira posição no ranking do Brasil. A área cultivada passou a mais de 3,54 milhões de hectares, número 2% maior, e a produtividade cresceu 6,9%, com 3.516 quilos por hectare.

Segundo o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, essa nova posição de Goiás no ranking nacional de produção de grãos se deve ao fato do Estado não ter sofrido com problemas climáticos, como os que ocorreram no Rio Grande do Sul, que até então ocupava a terceira posição entre os estados brasileiros. “Apesar de atrasos no plantio, nós não tivemos períodos de seca como outros locais. Isso refletiu positivamente para que Goiás conseguisse crescer em produção e produtividade”, enfatiza.

Antônio Carlos avalia ainda que essa posição no ranking também confirma que o Estado é um dos principais produtores de alimentos no Brasil e que o setor continua trabalhando, apesar da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). “Quem está atuando no agro reconhece a necessidade de seguir todas as recomendações de segurança, definidas tanto pela Organização Mundial de Saúde (OMS) quanto pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura, para continuar desenvolvendo suas atividades no campo. E é o que tem feito o produtor goiano para que o alimento chegue à mesa da população”, destaca.

Dados de outros grãos

As variações apresentadas – positivas (↑) ou negativas (↓) – são em comparação aos dados da safra anterior (2018/2019) 

Feijão

Área de 134,5 mil ha; ↑2,4%

Produtividade de 2.296kg/ha; ↓0,9%

Produção de 308,9 mil toneladas; ↑1,5%

Representa 10,1% da produção nacional

4° no ranking de produção

Gergelim

Área de 3,0 mil ha;

Produtividade de 700,0kg/ha;

Produção de 2,1 mil toneladas;

Representa 1,6% da produção nacional

2° no ranking de produção

Girassol

Área de 19,6 mil ha; ↓5,3%

Produtividade de 1.600 kg/ha; ↓11,1%

Produção de 31,4 mil toneladas; ↓15,8%

Representa 41,8% da produção nacional

2° no ranking de produção

Caroço de Algodão

Área de 38,5 mil ha; ↓9,2%

Produtividade de 2.603 kg/ha; ↑4,8%

Produção de 100,2 mil toneladas; ↓4,8%

Representa 2,3% da produção nacional

3° no ranking de produção

Arroz

Área de 22,6mil ha; ↓0,9%

Produtividade de 4.962 kg/ha; ↑0,4%

Produção de 112,1 mil toneladas; ↓0,4%

Representa 1,0% da produção nacional

8° no ranking de produção

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