Investimentos do Banco do Nordeste em cafeicultura crescem 73%

Consolidado na posição de maior produtor mundial de café, o Brasil obteve safra recorde em 2018, com produção 37% maior que a do ano anterior, segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O Banco do Nordeste, alinhado com as perspectivas do mercado cafeeiro, incrementou em 73% os investimentos no setor ano passado. Foram aplicados R$ 301,8 milhões por meio de 2,7 mil operações.

Os bons resultados colhidos em 2018 são creditados principalmente a inovações tecnológicas nos cultivos. Na área de atuação do Banco do Nordeste, que inclui os nove Estados nordestinos e o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo, as inovações passam pela instalação de sistemas de irrigação, implantação de variedades de grãos mais resistentes a pragas e mais tolerantes a estresse hídrico. Esses investimentos tornam-se ainda mais relevantes diante das evidências de que a elevação das temperaturas, decorrentes das mudanças climáticas, podem afetar a produção de café. Entre as consequências está a redução das áreas aptas ao cultivo do grão, como aponta o Panorama Setorial do Café, editado pelo Escritório Técnico de Estudos do Nordeste (Etene).

O Banco do Nordeste tem apoiado iniciativas de aprimoramento tecnológico para que a cafeicultura continue crescendo no Semiárido. Dessa maneira, o Banco realizou, em 2018, mais de 1,7 mil operações de crédito e aplicou cerca de R$ 59 milhões nesse perímetro. Bahia e Minas Gerais são Estados com maiores áreas de cultivo de café no Semiárido. Nessas condições, também são identificadas pequenas áreas de dedicadas à cafeicultura no Ceará e em Pernambuco.

Produtores de pequeno porte receberam 98,3% do crédito ofertado à cafeicultura pelo BNB em 2018.  “O Banco do Nordeste tem sido apoiador de pequenos produtores de café, cumprindo seu papel social e econômico de banco de desenvolvimento. O financiamento da inovação constitui-se em ação importante para melhorar a rentabilidade das lavouras e para a superação de desafios do setor”, afirma Maria Simone de Castro Pereira Brainer, engenheira agrônoma da instituição.

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Conab confirma novo recorde na produção brasileira de etanol com 33,58 bilhões de litros

O Brasil deve alcançar uma produção total de 33,58 bilhões de litros de etanol, o que representa um aumento de 23,3% ou 6,3 bilhões de litros, em relação ao período passado. O recorde se mantém também para a quantidade de etanol hidratado, com 22,99 bilhões de litros, ou seja, 41,5% ou 6,7 bilhões de litros a mais que o ciclo anterior. Este cenário confirma o novo recorde de produção de etanol para o país, batendo o índice anterior de 30,5 bilhões na safra de 2015/16. No hidratado, o maior valor até então alcançado havia sido de 19,6 bilhões de litros, na safra 10/11.

Os dados são do 4º levantamento da Safra de Cana-de-açúcar 2018/2019 divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O estudo mostra também que houve redução com relação ao anidro, que é utilizado na mistura com a gasolina. A produção ficou em 10,59 bilhões de litros, 3,7% a menos que no período antecedente.

De acordo com o superintendente de Informações do Agronegócio da Conab, Cleverton Santana, o aumento na produção de etanol nesta safra deveu-se, principalmente, à queda de preços do açúcar no mercado internacional e a um cenário mais favorável para o etanol no mercado interno, frente à alta do dólar e do petróleo. “Esses fatores fizeram com que as unidades de produção aumentassem a destinação de cana-de-açúcar para a produção de etanol nesta safra”, explica.

A safra da cana foi de 625,2 milhões de toneladas, apresentando redução de 1,3% em relação à anterior de 633,26 milhões de t. No caso da produção de açúcar, esta atingiu 31,35 milhões de t, um decréscimo de 17,2% ou 6,5 milhões de t, se comparado à temporada passada. A área colhida ficou em 8,59 milhões de hectares, o que representa uma diminuição de 1,6% se comparada a 2017/18.

Na região sudeste, principal produtora do país, com São Paulo e Minas Gerais abrangendo quase 64% da produção nacional, a produção total foi de 402,8 milhões de t, uma redução de 3,5% em relação à safra 2017/18, por problemas climáticos e devolução de terras arrendadas.

Nova safra – A pesquisa realizada em campo, que permitiu a coleta de dados por parte dos técnicos da Conab para este estudo, servirá também para a divulgação do 1º Levantamento da Safra de Cana-de-Açúcar 2019/2020. “A cana-de-açúcar é uma cultura semi-perene, não é necessário que seja feita toda a sua colheita para que haja um replantio”, explica Cleverton. “Isso nos permite aproveitar a viagem a campo para realizar duas pesquisas distintas: uma de fechamento da safra atual e outra de estimativas para o início da próxima”, explica o superintendente.

A divulgação do 1º Levantamento da Safra de Cana-de-Açúcar 2019/2020 será no dia 7 de maio, em Brasília.

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Sistema ILPF apresenta crescimento e alcança quase 15 milhões de hectares

A integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) é uma técnica de produção agropecuária que integra diferentes sistemas produtivos, agrícolas, pecuários e florestais, dentro de uma mesma área.

O ILPF pode ser adotado de diferentes formas, com inúmeras culturas e diversas espécies animais, adequando-se às características regionais, às condições climáticas, ao mercado local e ao perfil do produtor.

Nos últimos anos, especialistas têm observado um crescimento da adesão ao sistema ILPF por parte dos produtores. Segundo Renato Rodrigues, pesquisador da Embrapa Solos e presidente do Conselho Gestor da Associação Rede ILPF, uma pesquisa realizada em 2015 estimou uma evolução na adoção da tecnologia no país. “De acordo com os dados, que foram levantados pelo Kleffmann Group, em 2005 a área com ILPF não chegava a 2 milhões de hectares no Brasil”, conta. De acordo com os dados recentes do IBGE (Censo Agropecuário 2017), já são quase 15 milhões de hectares de ILPF no Brasil. O número representa um aumento de 30% em três anos, quando comparado com dados levantados em pesquisa encomendada pela Rede ILPF na safra 2014/2015.

Vale destacar que a integração lavoura-pecuária é a estratégia mais utilizada dos sistemas integrados, ocupando 83% da área. A ILPF completa ocupa 9%, a Integração Pecuária-Floresta (IPF) 7% e a Integração Lavoura-Floresta (ILF) 1%.

O crescimento do uso da tecnologia está nas inúmeras vantagens que ela oferece, como a recuperação de solos degradados, manutenção da biodiversidade e sustentabilidade da agropecuária, a rotação de culturas, melhoria do bem-estar animal em decorrência do maior conforto térmico, melhoria progressiva da renda do produtor, redução das emissões de gases de efeito estufa, e aumento da produção de grãos, carne, leite, produtos madeireiros e não madeireiros em uma mesma área.

Para o produtor Rodrigo Bazotto Werlang, que adotou o sistema há cerca de dois anos, a técnica tem uma importante vantagem. “Você faz três atividades em uma mesma área. Claro que o retorno é a longo prazo, mas é muito interessante”, destaca.

Werlang afirma que como já trabalhava com a lavoura e a pecuária, resolveu fazer a integração com a floresta de acácia e eucalipto. Em sua propriedade de 340 hectares, no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF), ele cultiva soja, milho, feijão, trigo e sorgo em uma área 240 hectares. O produtor, que possui 80 cabeças de gado, contou com a orientação de técnicos para a implantação do sistema. “Recebi toda uma orientação dos técnicos da Emater-DF, que nos auxiliaram no processo de integração da Lavoura-Pecuária-Floresta.”

Desafios – Apesar do crescimento, o sistema ILPF apresenta hoje alguns desafios para a implantação nas propriedades, como a assistência técnica de qualidade para o produtor e os técnicos rurais. “O sistema ILPF é mais complexo do que os sistemas solteiros e demanda um maior conhecimento técnico e de gestão por parte dos técnicos e produtores, que extrapola os componentes agronômicos e zootécnicos”, explica o pesquisador. “O produtor precisa fazer uma gestão integrada da propriedade, conhecer novos produtos e mercados, saber qual é o melhor arranjo produtivo para a região e para a propriedade dele, etc. Com esses conhecimentos é possível fazer uma produção muito mais rentável e de menos risco”, acrescenta.

Pesquisas – Várias pesquisas vêm sendo conduzidas pela Embrapa sobre sistemas ILPF. Muitas delas são multidisciplinares e envolvem abordagens distintas sobre a tecnologia. Além disso, são realizadas em todos os biomas do país, uma vez que as estratégias utilizadas são distintas de acordo com as condições de cada região.

Entre as pesquisas em andamento sobre arranjos produtivos estão as que conferem aumento de produtividade e renda para o produtor dentro da ILPF; potencial de mitigação de emissões de gases de efeito estufa, sequestro de carbono no solo e na biomassa; manejo integrado de pragas em sistemas integrados; manejo e conservação de solo e água dentro do sistema ILPF; aspectos físicos e químicos do solo; avaliação econômica de sistemas ILPF, entre outros.

AgroBrasília – O ILPF tem uma unidade demonstrativa permanente no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, onde acontece a Feira.  No dia 17 de maio acontecerá o Dia de Campo sobre Produção de Leite no sistema ILPF. Está programada visita às estações técnicas, além de palestras com a participação de pesquisadores da Embrapa sobre a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta; produtividade e conforto térmico de bovinos leiteiros no âmbito do sistema; a produção de leite orgânico e ainda o leite A2A2 como fator de agregação de renda e benefícios para a saúde humana.

Serviço:

AgroBrasília

Quando: 14 – 18/05/2019

Onde: Parque Ivaldo Cenci – PAD-DF – BR-251 – Km 5 – Brasília – DF

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Além de visitas à área demonstrativa, a AgroBrasília irá discutir a produção de leite no sistema ILPF (Foto: Divulgação / AgroBrasília)

Censipam faz previsão do tempo para Amazônia Legal

Além de exercer a direção superior das Forças Armadas, o Ministério da Defesa coordena órgãos que executam ações nas áreas de proteção ambiental, saúde, estudo e pesquisa. Um desses órgãos é o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). Vinculado à estrutura do Ministério da Defesa, o Centro é responsável pelo Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam).

Assim, o Censipam atua nas áreas de inteligência, banco de dados, proteção ambiental, sensoriamento remoto, infraestrutura tecnológica e meteorologia. As atividades técnicas e operacionais do Sipam estão centralizadas nos Centros Regionais instalados em Manaus, Porto Velho e Belém. A coordenação geral do sistema ocorre em Brasília, sede do Censipam. No local, ocorre o planejamento, a coordenação das ações e a sistematização e a difusão das informações produzidas pelo Sipam.

Os Centro Regionais fornecem informações meteorológicas para os estados do Norte do país, além do Maranhão e parte do estado do Mato Grosso, região conhecida como Amazônia Legal. O Centro Regional de Manaus atua nos estados do Amazonas e de Roraima; o de Porto Velho, no Acre, Mato Grosso e Rondônia. Já o Centro de Belém, é responsável pelo Amapá, Maranhão, Pará e Tocantins.

No Centro Regional de Manaus, cinco meteorologistas, quatro estagiários de nível superior e um de nível médio fazem parte da equipe envolvida com a previsão do tempo.  No local, são gerados desde estimativas para os próximos 15 minutos até alertas para o intervalo de três meses. Essas informações são enviadas para emissoras de televisão, de rádio, defesas civis, companhias de energia, entre outros parceiros locais.

Ricardo Dallarosa é meteorologista há 32 anos e trabalha no Centro Regional de Manaus. Ele enumera alguns dos recursos usados para coletar e interpretar os dados meteorológicos. “Temos um parque de sensores que inclui estações meteorológicas de superfície, são estações automáticas distribuídas na Amazônia e que estão associadas às estações do Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet. Outras fontes de dados são os radares meteorológicos e as antenas de recepção de imagem de satélite”, explica o meteorologista.

Os alertas emitidos pelo Centro Regional de Manaus são enviados para Defesa Civil, que transmite as informações para população local, informa Dallarosa. O meteorologista recorda situação na qual o trabalho de previsão do tempo advertiu o risco de chuvas fortes. O evento ocorreu antes da realização das Olimpíadas no Brasil. “Quando a Tocha Olímpica estava aqui no Amazonas, enviamos um alerta para os condutores da Tocha se protegerem porque eles estavam numa localidade onde cairia um temporal”, lembra Dallarosa. Segundo o meteorologista, na ocasião houve uma quantidade significativa de chuva que inundou as ruas, mas os condutores da Tocha estavam abrigados.

Os boletins de previsão do tempo feitos pelos Centro Regionais do Sipam estão disponíveis na página do Censipam na internet.

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Foto: Divulgação / Ministério da Defesa

 

Goiás vai sediar evento focado em agrotecnologia

Pela primeira vez, Goiás receberá a Campus Party, o maior evento de inovação, ciências, empreendedorismo e universo digital do mundo. O evento será realizado entre os dias 4 e 8 de setembro. A edição goiana terá como tema “AgroTech e Segurança e Vigilância”.

“A Campus Party é o maior evento de tecnologia e empreendedorismo do mundo. Trazer isso para Goiás é mudar o patamar do Estado, que tem um potencial enorme. Será um evento temático, que vai focar em agrotecnologia, que é tecnologia para o agronegócio, em defesa, na qual a região de Anápolis é muito forte, e logística, pois o Estado é uma referência em logística para o País”, afirmou Adriano, em entrevista coletiva após a reunião.

Presidente do Instituto Campus Party, Francesco Farrugia também destacou a força do Estado nessas áreas para justificar a escolha da capital goiana para sediar o evento de tecnologia. Segundo ele, o tema de cada edição é ligado à economia e ao ecossistema de tecnologia do Estado onde ele será realizado.

“Goiás é muito importante em logística, em agrotecnologia e tem um grande potencial para a área de defesa. Tudo isso cria uma exigência sobre jovens que conheçam de tecnologia aplicadas a esses setores e, por isso, escolhemos Goiás, que tem muito potencial em inovação nessas áreas”, explicou Farrugia.

Para o presidente do Instituto Campus Party, a feira de tecnologia não dura apenas quatro dias, pois o legado dela é permanente. “Convidei o governador para visitar a de Brasília e chamar todos para a edição de Goiás, o que insere o Estado no mapa de tecnologia do mundo. O segundo legado é a possibilidade de dar oportunidade aos jovens de criarem aplicativos que solucionem seus problemas”, argumentou.

Parceiros

O evento de assinatura da carta de oficialização e realização também contou com a presença de parceiros do governo na realização do evento. Falando pelo Sebrae, o diretor superintendente Leonardo Guedes elogiou a realização da Campus Party e destacou a importância do evento para o fomento ao empreendedorismo no Estado.

“É uma oportunidade do Sebrae despertar o senso de empreendedorismo no Estado, ajudando as pessoas a descobrir vocações, o que contribui muito para o desenvolvimento de nossa economia”, ressaltou.

Superintendente do Senar Goiás, Dirceu Borges, destacou a importância que a Campus Party terá para alavancar ainda mais o desenvolvimento tecnológico do agronegócio no Estado. “Descobrimos o evento e ficamos interessados, pois é uma forma de encontrar soluções para resolver os problemas do agronegócio, tornando o setor ainda mais forte”, explicou.

Sobre a Campus Party

A Campus Party é a maior imersão tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. O evento conta hoje com mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo mundo. Já produziu edições nos seguintes países: Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia, Equador, Itália e Singapura. O evento está presente no Brasil há doze anos.

O evento conta com diversos espaços. No camping, área destinada aos participantes que optarem por acamparem no local do evento, haverá uma área Open, que é gratuito e aberto para que o público vivenciar um pouco do que é a Campus Party. Nele, é possível acompanhar palestras, workshops, espaço de Drones, games, entre outros.

Na Arena, que é o espaço pago da Campus Party, os campuseiros, como são chamados os participantes do evento, haverá palestras nacionais e internacionais, workshops, hackathons, além de espaços para games, entre outras atividades.

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Viasat e Ruralweb anunciam parceria para distribuição de internet banda larga para o Brasil

Brasília e Carlsbad, Califórnia – PRNewswire

A Viasat Inc., empresa global de comunicações, anuncia hoje o seu primeiro parceiro de distribuição de internet no Brasil, a Ruralweb, empresa que oferece serviços via satélite no país desde 2003. Por meio do acordo, a Ruralweb trabalhará com a Viasat para distribuir e implantar serviços de internet de alta velocidade via satélite em todo o Brasil, incluindo os locais mais remotos do país.

Por meio de uma parceria que a Viasat mantém com a Telebras, a Viasat ofrece banda larga de última geração através do satélite SGDC-1 (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas). Ao unir o satélite SGDC-1 à infraestrutura e rede terrestre da Viasat, a Ruralweb levará os serviços rápidos e confiáveis de Internet via satélite da Viasat para os mercados residencial, de pequenos negócios, empresarial e agrícola.

“A Ruralweb é uma parceira respeitada, com uma rede estabelecida de distribuição e atendimento que serve o mercado de comunicações do Brasil há mais de uma década”, diz Lisa Scalpone, gerente geral da Viasat do Brasil. “A equipe da Ruralweb nos ajudará a fornecer serviços de banda larga acessíveis, escaláveis e de alta qualidade para novos mercados, especialmente às comunidades onde o serviço de internet tem estado historicamente indisponível”.

Marcus Antonio Kruel, presidente da Ruralweb, comentou: “Estamos focados em acompanhar os avanços da tecnologia de banda larga. Nossa parceria com a Viasat nos permitirá complementar nosso portfólio de satélites – com a capacidade de oferecer serviços avançados e de alta qualidade na banda Ka. A Viasat nos selecionou como um parceiro de distribuição porque nossa experiência local nos permitirá avançar em novas localizações geográficas e populações para atender às demandas antecipadas das novas ofertas de serviços da Viasat.”

A Viasat continua comprometida em levar serviços de banda larga de alta velocidade e alta qualidade à população brasileira. A companhia continua investindo recursos no mercado local enquanto aguarda aprovação final dos aditivos solicitados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ao acordo assinado com a Telebras.

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Parceria de distribuição pretende levar banda larga para comunidades e cidades que não são servidas por outros serviços de telecomunicações (Foto: Divulgação)

CNH Industrial firma parceria para conectar o campo brasileiro de forma efetiva

Graças à profissionalização do campo, ao avanço das máquinas e à tecnologia, a agricultura brasileira teve um enorme incremento nos últimos 20 anos, colocando o país como uma das maiores potências globais do setor. Para dar o próximo salto de produtividade, o Brasil precisa investir para que todas as lavouras tenham conectividade. Com esse objetivo, a CNH Industrial, em parceria com outras sete empresas, desenvolveu o ConectarAGRO, iniciativa que visa contribuir para consolidar e expandir o acesso à internet nas mais diversas regiões agrícolas brasileiras.

Com ela, o produtor rural poderá usufruir, de forma completa, dos recursos tecnológicos existentes hoje de agricultura de precisão, digital e automação, além de ter acesso a uma infinidade de novos produtos e serviços habilitados com a existência da conectividade. Podendo, assim, otimizar o seu negócio. Além das máquinas agrícolas da Case IH e da New Holland Agriculture, equipamentos de construção da CASE Construction Equipment e da New Holland Contruction, além dos veículos comerciais da IVECO se beneficiarão diretamente da iniciativa.

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“O sistema viabilizará, além das máquinas novas, a conexão de toda a frota da fazenda reunindo equipamentos, pessoas e outros dispositivos abaixo de um sistema único”, segundo Gregory Riordan, diretor de Tecnologias Digitais da CNH Industrial para América do Sul. “Dessa forma, o ConectarAGRO será peça importante para o agronegócio brasileiro aumentar ainda mais a sua produtividade e competitividade no cenário internacional”, completa Riordan.

ConectarAGRO CNH Industrial New Holland Agriculture

O ConectarAGRO buscará promover tecnologias abertas e padronizadas, permitindo mais liberdade e flexibilidade ao agricultor, o usuário dessas tecnologias. Esse conceito é o diferencial do ConectarAGRO em relação outras soluções tecnológicas disponíveis no mercado, que atualmente são fechadas, limitadas e trazem maior insegurança ao agricultor que as utiliza, dificultando sua adoção em larga escala.

Parceria

A CNH Industrial tem como empresas parceiras nessa iniciativa a AGCO, Climate FieldView, Jacto, Nokia, Solinftec, TIM e a Trimble. A diversidade, a competência e o interesse comum das empresas envolvidas numa inciativa inédita de combinação de esforços cria um ambiente para melhor entender o problema de conectividade no campo brasileiro, por seus diversos ângulos, gerando uma estratégia efetiva para solucioná-lo, beneficiando o agronegócio nacional.

Cada empresa que integra essa iniciativa contribuirá com suas expertises e experiências de mercado para ajudar a criar um ecossistema favorável e melhorar ou desenvolver as condições para a conectividade no campo no âmbito do ConectarAGRO, mas não haverá desenvolvimento, produção ou comercialização conjunta de equipamentos, produtos ou serviços no mercado pelas empresas, que continuarão a atuar de forma independente, sem qualquer combinação de atividades econômicas e sem o compartilhamento de riscos e resultados.

A estrutura para a implementação dessa iniciativa está sendo definida baseada em todas as práticas e necessidades legais vigentes no Brasil.

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Conab registra a maior alta histórica de preços do tomate

Os consumidores devem se preparar para o reflexo da inflação nas hortaliças, em especial o tomate. Os preços de comercialização desse produto nos principais mercados atacadistas do país nunca estiveram tão altos. No mês passado, a elevação foi registrada em todas as Centrais de Abastecimento (Ceasas) pesquisadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). E a tendência é que os preços continuem aumentando em abril, como aponta o 4º Boletim Prohort, divulgado pela Conab.

A notícia prejudica a preparação das tradicionais ceias de Páscoa em todo o país, principalmente em Goiânia, que registrou a maior alta no atacado, cerca de 90% em março. Nos outros mercados estudados, os acréscimos de cotação também foram significativos, variando na casa de 40% em Fortaleza e no Rio de Janeiro, e acima de 30% em Vitória, São Paulo e Belo Horizonte. Já na primeira quinzena de abril, o produto registra o maior preço praticado desde o início da série histórica.

“A performance dos preços elevados em março é consequência direta das menores quantidades ofertadas do fruto aos mercados, uma vez que as condições climáticas não favoreceram o desenvolvimento nas lavouras”, explica a gerente de Modernização do Mercado Hortigranjeiro da Conab, Joyce Rocha Fraga. “Aliado a isso, os preços pouco atrativos em 2018 fizeram com que os produtores diminuíssem a área plantada, o que significou também menos tomate entrando no mercado”.

De acordo com o Boletim, outra hortaliça de destaque foi a batata. Mas, apesar da ascensão de preços desde outubro de 2018, esse movimento de alta tem perdido força. “Mesmo assim, a hortaliça ainda tem pesado na hora da compra para o consumidor, e essa tendência deve se manter até o final deste mês”, pondera Fraga.

Esse comportamento de alta foi registrado em todos os produtos comercializados no atacado. Em relação às frutas, a menor oferta de banana, laranja e mamão também influenciaram na alta dos preços. Apenas maçã e melancia tiveram desempenho contrário, com queda nas Ceasas pesquisadas. No caso da última, o menor preço ocorreu por conta da grande oferta fornecida pelo município de Teixeira de Freitas/BA, com a entrada da safrinha paulista e devido à queda da demanda pelo clima mais ameno nas regiões consumidoras.

O levantamento é feito mensalmente pelo Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort) da Conab, a partir de informações fornecidas pelos grandes mercados atacadistas do país, nos estados de SP, MG, RJ, ES, PR, GO, PE e CE.

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Agrohúngaro lança nova plataforma digital para o agronegócio

Aumento de produtividade e racionamento no uso de insumos parecem duas metas distantes. Afinal, a intensificação no uso de insumos, muitas vezes, garante o aumento da produtividade. Para a Agrohúngaro, não é bem assim. Há uma década no mercado, a consultoria lançou recentemente a plataforma Digital Farms, que vem intensificando ainda mais o uso de novas tecnologias nas propriedades rurais.

O diferencial, segundo o engenheiro agrônomo Rafael Húngaro, idealizador da plataforma, é a tecnologia aliada à consultoria. Ele explica que a empresa não apenas oferece a tecnologia como realiza pelo menos seis visitas técnicas por ano, em cada fase importante da lavoura. “Por meio da consultoria prestada no campo, garantimos aos clientes mais rendimento por hectare e economia. Como resultado, geramos faturamento e recompra por parte dos produtores”, afirma.

A plataforma possibilita o acesso diário a mapas de satélite, filtrados por um sistema de inteligência que fornece informações precisas sobre sanidade e uso racional de fertilizantes e defensivos, além de outras informações. Em poucos meses, a Digital Farms já conta com parceiros importantes, como a Universidade de São Paulo (USP) e outras instituições de ensino e pesquisa.

A plataforma foi lançada oficialmente no 1º Cruzeiro Agrotech, em Corumbá, no Mato Grosso do Sul, com produtores rurais do Brasil e da Bolívia. “Dois meses depois, estamos sendo bombardeados por mais fundos e consultores que querem conhecer nossa tecnologia. Já recebemos aporte financeiro de um fundo de investimentos que nos ajudará a aumentar em quatro vezes o nosso número de clientes, já no primeiro ano”, comemora.

O sistema pode ser adquirido diretamente pelos produtores rurais ou por meio de empresas. “Para consultores e grandes grupos empresariais, a Digital Farms possibilita o monitoramento de equipe e fornece acesso a visitas programas e marcadas in loco. Com um laboratório próprio em Goiás, fornecemos a tecnologia a um custo inicial acessível, incluindo ao produtor toda a consultoria, com análise de solo entre outros serviços”, explica Rafael Húngaro.

Há consultores que compram a ferramenta e a executam com sua própria equipe. “Neste caso o custo cai para menos da metade, deixando uma margem boa para o consultor também ganhar e investir em seu próprio negócio”, afirma ele. O sistema pode ser aplicado em lavouras de soja, milho, cana, entre outras, além de pastagens.

 

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Plataforma agrega tecnologia com visitas técnicas, garantindo aumento de produtividade nas lavouras e racionamento no uso de insumos

Egypt ranks 1st among fish producing countries in Africa

“Egypt ranked first among fish producing countries in Africa and seventh in the world in fish farming,” Agriculture Minister Ezz el-Din Abu Steit announced during the plenary session of the House of Representatives. The minister confirmed that the ministry is planning for the development of Manzala Lake in coordination with the Engineering Authority of the Armed Forces to solve the problems of the affected fish farms’ owners.

In light of President Abdel Fatah al-Sisi’s keenness to expand fish farms, which reportedly produce about 75 percent of the total fish production, experts from the Ministry of Agriculture expected that fish production will highly increase during the next few years.

Experts argue that the expected increase will help decrease imports of fish and allow the state to later export part of its fish production. According to reports, Egypt will be able to produce about 2.3 million metric tons of fish in 2020.

Head of Fish Division at Cairo Chamber of Commerce Ahmed Jaafar said that the volume of fish imports decreased to 250,000 tons annually from 400,000 tons.

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