Banco do Brasil libera R$ 16 bilhões para o custeio antecipado da Safra 2021/2022

com informações da Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil

O Banco do Brasil disponibiliza R$ 16 bilhões para a compra antecipada de insumos, por meio do Custeio Antecipado da Safra 2021/2022. Os recursos são destinados aos produtores rurais, para financiamento das lavouras de soja, milho, algodão, café, arroz e cana-de-açúcar.

A linha permitirá aos clientes avaliar o melhor momento para a aquisição dos insumos, levando em consideração as condições de preço e mercado. As operações poderão ser contratadas com as seguintes condições:

Pronamp Custeio

– Taxa: 5% a.a.

– Teto: R$ 1,5 milhão

– Prazo: até 14 meses

Custeio Agropecuário

– Taxa: 6% a.a.

– Teto: R$ 3 milhões

– Prazo: até 14 meses

O Banco do Brasil avalia que a compra antecipada de insumos permite aos produtores melhores condições negociais, maior segurança quanto ao recebimento dos insumos no período adequado e possibilidade de melhores retornos econômicos à atividade.

No ano passado, por exemplo, foram verificadas elevações nos custos de produção de até 19% entre os meses de disponibilização do crédito antecipado (fevereiro) e de concentração do plantio (outubro). Dessa forma, quem teve a oportunidade de adquirir antecipadamente seus insumos aproveitou o melhor momento de compra. Nas últimas três safras, foram desembolsados R$ 27 bilhões no Custeio Antecipado.

CNA prevê recorde no Valor Bruto da Produção agropecuária em 2021

com informações da Assessoria de Comunicação da CNA

O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária deve atingir receita recorde R$ 1,142 trilhão em 2021, um crescimento de 15,8% em relação ao ano passado, segundo estimativa da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base nos dados de janeiro.

Para a agricultura, a CNA projeta uma alta de 19,0%, com faturamento bruto de R$ 759,25 bilhões. O resultado projetado para este ano é reflexo da boa expectativa da safra de grãos, que deve representar 51,4% na participação do VBP.

Destaque também para o aumento dos preços reais, até janeiro, de produtos como soja (25,5%), o milho (23,6%), o arroz (8%) e o caroço de algodão (28,7%).

Para a pecuária, a estimativa é de expansão de 9,8%, com receita de R$ 383,45 bilhões. O principal destaque é a carne bovina, com alta de 18% no faturamento, resultado da elevação de preços (10,4%) e de produção (6,9%).

Aves e a pecuária de leite devem apresentar crescimento de aproximadamente 3%, enquanto a produção de suínos deve ter alta de 1,4%.

De acordo com o Comunicado Técnico da Confederação, mesmo com a estimativa recorde de faturamento do setor agropecuário, a maioria dos agricultores não conseguiram comercializar sua produção com os preços atuais, em razão da negociação antecipada.

Já a desvalorização cambial elevou os preços dos insumos agropecuários, pressionando as margens.

Foto: New Holland Agriculture / Divulgação

Conab prevê produção de 268,3 milhões de toneladas de grãos em novo levantamento

O 5º Levantamento da Safra de Grãos 2020/21, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta um crescimento na produção total esperada, devendo alcançar 268,3 milhões de toneladas, ou 4,4% (11,4 milhões de toneladas) superior ao obtido em 2019/20.

Em comparação com o levantamento anterior, o estudo indica que houve um ganho de 3,5 milhões de toneladas, o que é sustentado pelo crescimento de 4,4% na área de plantio do milho segunda safra. Essa cultura ainda está em semeadura. Com relação à área total plantada, estimada em 67,7 milhões de hectares, representa um crescimento de 2,7% em relação à safra anterior.

Realizada na última semana de janeiro, a pesquisa mostra que neste momento está em andamento a colheita das lavouras de primeira safra. Este é um período em que a maioria dessas áreas serão utilizadas para o posterior plantio das culturas de segunda e terceira safras.

Com relação ao milho primeira safra, houve uma redução de 0,8% na área cultivada. A produção esperada é de 23,6 milhões de toneladas. Somando-se a segunda e a terceira safras, a produção total poderá atingir 105,5 milhões de toneladas, 2,9% superior à obtida em 2019/20. A soja vem mantendo a tendência de crescimento na área cultivada. Nesta safra a estimativa aponta para uma área de 38,3 milhões de hectares, crescimento de 3,6% em relação ao ciclo passado e uma produção de 133,8 milhões de toneladas.

O feijão mostra um crescimento na primeira safra de 0,6% na área e produção estimada em 1 milhão de toneladas. Quando somadas as três safras, este número de produção passa para 3,2 milhões de toneladas. Enquanto isso, a safra de arroz deverá sofrer uma redução de 2,3% na área cultivada, totalizando 1,7 milhão de hectares e 10,9 milhões de toneladas na produção.

Finalmente, com relação às demais culturas, o algodão mostra uma concentração do plantio em janeiro, e previsão de queda de 13,1% na área e 16% na produção. O amendoim primeira safra terá crescimento de 3% na área e 560,5 mil toneladas de produção estimada. Já o trigo tem o seu início de plantio a partir de março, com perspectivas de crescimento de 2,1% na área semeada e 6,4 milhões de toneladas de produção.

Mercado de Grãos – Em relação ao milho, o cereal finalizou o ano-safra em janeiro de 2021 com exportações em 34,8 milhões de toneladas, o que representa redução de 14,9% em relação ao último ano, mantida a previsão de exportações em 35 milhões de toneladas até o final de janeiro de 2022. No mês atual, os embarques alcançaram 2,5 milhões de toneladas, 22% a mais que no mesmo período do ano passado. Já a soja tem venda estimada para o mercado externo de 85,6 milhões de toneladas para este ano. Em janeiro, o ritmo de exportações foi lento devido à pouca quantidade de safra colhida da cultura, mas caso se confirme a expectativa para o ano, o volume será recorde da série histórica, com aumento de 3,12%. Para o algodão, as exportações continuaram em ritmo acelerado se comparado com a média histórica em janeiro, porém com queda de 11,34% em relação a jan/2020. No caso do arroz, o destaque segue para as importações, que fecharam o primeiro mês do ano em 131,1 mil toneladas, contra 59,6 mil toneladas observadas no mesmo período em 2019.

Foto: New Holland Agriculture / Divulgação

Semana do Agronegócio: cooperativismo, alta performance, direito e empreendedorismo em debate

A FAAGROH – Faculdade de Agronegócio de Holambra (Grupo UniEduK) realiza a ‘Semana do Agronegócio’ até o próximo dia 12 de fevereiro. Personalidades do agronegócio vão discutir temas como: cooperativismo, direito do agronegócio, sistemas integrados de alta performance, empreendedorismo, entre outros. As palestras são abertas ao público, gratuitas e online, sem a necessidade de realizar inscrição.

Confira a programação:

09/02/2021 – 20h30 – A importância da sucessão na propriedade rural

Palestrante: Caius Godoy – Advogado da AgroBox Advocacia em Agronegócios

Palestra Online: https://meet.google.com/ico-grfc-epu

10/02/2021 – 20h30 – Sistemas Integrados de Alta Performance

Palestrante: Pedro F. Filho – Consultor, instrutor e palestrante da Francio Soluções Florestais de Brasília/DF

Palestra Online: https://meet.google.com/prv-ibyd-fev

11/02/2021 – 19h30 – Agricultura: Fatos e Mitos

Palestrante: Xico Graziano – Ex-secretário do Meio Ambiente de SP e Professor

Palestra Online: https://meet.google.com/zii-hhpf-vmw

12/02/2021 – 19h30h – Empreendedorismo no Agronegócio

Palestrante: Rogério Gomes – Gestor da Escola de Negócios do Grupo UniEduK e Presidente do Clube Fomento Networking

Palestra Online: https://meet.google.com/qaj-ckro-nhb

O Grupo UniEduK (UniFAJ, UniMAX e FAAGROh) está no mercado há mais de 20 anos ofertando cursos de graduação, pós-graduação, MBA, extensão e especialização, na modalidade presencial e a distância. Com notas máximas no MEC, os cursos levam como filosofia o ensino na prática, priorizando em sua metodologia o protagonismo dos estudantes e desta forma, oferecendo ao mercado de trabalho, profissionais solucionadores de problemas complexos, criativos, aptos para atuarem em diversas áreas dentro de sua formação, entre outras características.

Banco do Brasil aposta em especialização no atendimento ao agronegócio com 14 novas agências

O Banco do Brasil anunciou a abertura de 14 agências Agro em seis estados, totalizando agora 18 unidades de negócios voltadas especificamente ao relacionamento e consultoria aos produtores rurais. O BB também intensifica o atendimento com mais 276 gerentes dedicados ao setor e o número de clientes que contam com o atendimento especializado evolui de 158 mil para 227 mil. Ao todo, são 2 mil profissionais qualificados para prestar assessoria completa aos produtores rurais. 

Os novos prefixos funcionarão nas cidades de Rio Verde (GO), Sorriso (MT), Dourados (MS), Cascavel (PR), Maringá (PR), Londrina (PR), Ponta Grossa (PR), Ijuí (RS), Santa Maria (RS), Passo Fundo (RS), Araçatuba (SP), Presidente Prudente (SP), Ribeirão Preto (SP), e Franca (SP), se somando às já em funcionamento em Goiânia (GO), Uberlândia (MG), Campo Grande (MS) e Campo Mourão (PR). As aberturas devem ocorrer entre fevereiro e março.

Com esse movimento, a atuação comercial do Banco é ampliada em 145 municípios, totalizando em 243, e a quantidade de carteiras específicas para o agro salta de 639 para 915. No Private rural, elas passam de 76 para 82, com ênfase na região Centro-Oeste.

“Reforçamos nosso protagonismo no agronegócio. Queremos prestar o melhor atendimento aos produtores rurais e para o ecossistema agro. Buscamos por meio de consultoria construir de forma conjunta as melhores soluções para seus negócios, seja em questões agronômicas ou questões financeiras”, afirma o vice-presidente de Agronegócios e Governo do Banco do Brasil, João Rabelo Jr.

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações lançadas no início do ano para reforçar o apoio e compromisso da instituição com o segmento em que mantém liderança histórica, com 55,2% de todo o crédito rural disponibilizado no sistema financeiro. A carteira de crédito agro representa 26% da carteira de crédito total do Banco e apresentou crescimento de 4,2% nos últimos 12 meses, chegando a R$ 190,5 bilhões (posição setembro/2020).

Digital

O Banco preza pela conveniência no atendimento e busca promover maior autonomia ao cliente para que seja atendido onde e quando quiser. Para isso, tem aprimorado o desenvolvimento de soluções modernas que atendam às demandas do setor com maior agilidade.

 Desde agosto de 2018, o cliente pode acessar o crédito de maneira rápida, fácil e segura pela ferramenta CPR digital, no APP BB. Também no aplicativo, o Custeio Digital foi lançado em fevereiro de 2017 e permite contratar o custeio de safra (agrícola e pecuário).

Leilão pra Você: Conab lança espaço exclusivo para comercialização de produtos e serviços

Comprar, vender ou trocar produtos, serviços ou insumos agropecuários ficou mais fácil. Agora, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) oferece o “Leilão pra Você”, um espaço exclusivo no portal da empresa para a comercialização simples, segura e de fácil acesso.  O serviço pode ser solicitado por qualquer pessoa interessada em realizar uma das operações, basta acessar a plataforma para informações de documentação e contatar a Companhia em um dos canais disponibilizados.

O procedimento é oferecido de forma gratuita para quem utiliza o sistema, sejam agentes privados ou públicos. Diferentemente das ações que são executadas pela Conab nos Leilões Públicos, as operações do “Leilão pra Você” são mais ágeis, pois não exigem documentação extensa para efetivar o negócio.

“O sistema de leilões da Companhia é virtual, seguro, transparente e oferece visibilidade em todo o território nacional”, ressalta o superintendente de Operações Comerciais da Conab, Rogério Gonçalves. “Isso dá ao demandante a possibilidade de conseguir melhores negociações de produtos, serviços e insumos do setor agropecuário”.

Para solicitar uma das transações citadas, basta preencher um formulário disponível na página do “Leilão pra Você”, no portal da Conab, e enviá-lo para o e-mail leilaopravoce@conab.gov.br, ou ainda entregar o documento preenchido em uma unidade da Companhia. Já quando uma entidade pública solicitar o serviço, será firmado um Acordo de Cooperação, cujo modelo é disponibilizado pela Conab.

A partir dos dados iniciais, os técnicos da estatal propõem um serviço personalizado para cada operação. Após o demandante aprovar as diretrizes, o edital é publicado com as regras de participação no leilão a ser ofertado.

Novo sistema – A partir deste ano, todas as operações de comercialização realizadas em parceria com as bolsas de mercadorias ocorrerão na plataforma de negociação do Sistema de Comercialização Eletrônica (Siscoe), tanto de Leilões Públicos quanto as ofertadas no “Leilão pra Você”. Com a mudança, a Conab objetiva alcançar ainda mais confiabilidade dos dados e rastreabilidade das operações, a partir da busca e preenchimento automáticos. Para participar dos leilões nesse sistema, o interessado deve acessar o link, escolhendo a opção “Autorização de Corretagem” e indicar um corretor, vinculado a uma Bolsa de Mercadorias que o represente nos leilões escolhidos. Para isso, deve incluir o login e a senha registrados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais, Público do PAA, Cooperativas de Produção e demais agentes (Sican).

Governo de SC vai investir R$ 56,5 milhões para aumentar a produtividade das lavouras

com informações da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural / SC

O Governo do Estado anuncia o Programa Terra Boa 2021 com mais recursos e tecnologias à disposição dos produtores rurais de Santa Catarina.  Em sua nova edição, a iniciativa terá R$ 56,5 milhões para apoiar a aquisição de sementes de milho, calcário e kits para melhoria de pastagens e do solo, além do incentivo à apicultura e à meliponicultura. O governador Carlos Moisés e o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, lançaram o Terra Boa durante a abertura online do 17º Dia de Campo Agroacelerador da Cooperja.

“Ações como essa reforçam nosso compromisso de seguir investindo no agronegócio catarinense e na agricultura familiar. Santa Catarina, com 1,12% do território brasileiro, é um modelo para todo país. Nós queremos reiterar essas parcerias para que os produtores rurais tenham ainda mais qualidade de vida e renda e sigam cumprindo sua importante missão de alimentar os catarinenses e, por que não dizer, o mundo”, ressaltou o governador.

Em 2021, o Terra Boa irá incentivar a aquisição de 200 mil sacas de milho; 300 mil toneladas de calcário; 3 mil kits forrageira; 500 kits apicultura e mil kits solo saudável. O Programa terá R$ 5 milhões a mais de recursos e o Governo do Estado pretende ampliar o número de beneficiários. No último ano, foram mais de 70 mil famílias rurais atendidas.

Incentivo à produção de milho

Um dos grandes objetivos do Terra Boa é incentivar a produção de milho em Santa Catarina. Segundo o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, a intenção é diminuir as importações do grão e fortalecer ainda mais o agronegócio catarinense. “Vamos nos esforçar para incentivar a produção e a produtividade de milho no estado. O grão é um dos motores da nossa economia é o que faz toda a cadeia produtiva de proteína animal girar. Queremos depender cada vez menos da importação de outros estados e incrementar a produção local”, destacou.

O Programa é umas das políticas públicas mais tradicionais para o meio rural de Santa Catarina. O presidente da Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina (Fecoagro), Claudio Post, explica que o Terra Boa está sendo fundamental para aumentar a produtividade de milho no estado e para melhorar a renda das famílias rurais.

 “Santa Catarina tem uma agricultura forte em vários setores e precisa de muitos insumos, principalmente de milho para atender a pecuária. O Terra Boa é a contribuição do Governo do Estado para que, em pequenas áreas, consigamos ter grandes produtividades. Com o apoio do Governo do Estado, das cooperativas e das agroindústrias, vamos fazer uma agricultura cada mais forte porque temos produtores empenhados, perseverantes e que acreditam num futuro melhor”, frisou.

O Terra Boa é resultado de um convênio firmado entre a Secretaria da Agricultura e a Fecoagro.

Força do cooperativismo

Em sua fala, o governador fez questão de destacar ainda a importância do sistema cooperativista de Santa Catarina para o desenvolvimento da agropecuária e a forte parceria do Governo do Estado e do setor produtivo. “Vamos trabalhar juntos para melhorar ainda mais a qualificação daqueles que produzem, levando mais tecnologia, internet e energia elétrica de qualidade. Queremos pensar juntos em soluções para potencializar nossos investimentos, fazer com que esses recursos cheguem nas mãos do produtor rural”, ressaltou.

O presidente da Comissão da Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, deputado estadual José Milton Scheffer, também destacou a união de esforços entre o setor público e privado para fomentar o setor produtivo de Santa Catarina. “A essência e o legado do Terra Boa são a mudança trazida para a vida dos agricultores. A participação do Programa na melhoria da renda e da qualidade de vida do agricultor”, disse.

Mais tecnologia

Desde o ano passado, o Programa apoia a aquisição de milho de alto valor genético, o que gera um rendimento maior por hectare plantado e representa mais de 70% das sementes retiradas pelos produtores. A Secretaria da Agricultura investirá R$ 23,1 milhões para apoiar a compra de 200 mil sacas de sementes.

Santa Catarina é um dos maiores importadores de milho do Brasil. O estado utiliza aproximadamente sete milhões de toneladas de milho por ano para alimentação animal, sendo que mais de quatro milhões de toneladas são trazidas de outros estados e países. Com o Programa, o agricultor receberá até cinco sacos de semente e devolverá em sacos de milho no próximo ano, com o produto da colheita. O tipo de semente e o nível tecnológico definem a proporção de troca.

Calcário

A distribuição de 300 mil toneladas de calcário será feita em duas modalidades: via cooperativa ou direto das minas. Serão mais de R$ 23,6 milhões em investimentos. Cada agricultor poderá retirar nas cooperativas até 30 toneladas de calcário e devolverá no próximo ano com o resultado da colheita. Caso, opte por retirar o calcário nas empresas mineradoras, o produto é gratuito.

Kit Solo Saudável

O Terra Boa traz ainda uma opção para os agricultores investirem na correção do solo. Serão mil Kits Solo Saudável disponíveis com insumos, sementes de adubos verdes e fertilizantes. Cada kit custa mil reais e o produtor terá dois anos de prazo para pagamento, com parcela anual em juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 60% sobre o valor da segunda parcela.

Kit Forrageira

Para melhorar a produção de pastagens em Santa Catarina e incentivar a produção de carne e leite no estado. Serão 3 mil kits forrageira no valor unitário de R$ 2 mil. Cada kit é formado por mais de 80 produtos fornecidos a partir de um projeto técnico elaborado pela Epagri. O produtor pode pagar o investimento em três parcelas anuais, sem juros. Caso opte em fazer um pagamento único, no vencimento da primeira parcela, terá um desconto de 30% sobre o valor da segunda parcela e de 60% sobre o valor da terceira.

Kit Apicultura

Serão mais R$ 1,4 milhão investidos para apoiar os apicultores e meliponicultores de Santa Catarina. O Kit Apicultura, composto por equipamentos fundamentais para implantar e aprimorar a produção de mel e de produtos apícolas, custa cerca de R$ 2,4 mil. O produtor terá dois anos de prazo para pagamento, com parcela anual em juros, ou caso o produtor optar em adiantar o pagamento da segunda parcela para a mesma data de vencimento da primeira, este terá um desconto de 60% sobre o valor da segunda parcela. O Terra Boa contempla ainda o fornecimento de abelhas rainhas.

Preço do diesel avança 2,3% em sua terceira alta consecutiva

com informações da Ticket Log RPMA Comunicação

O mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) revela que o preço do diesel apresentou a terceira alta consecutiva no primeiro mês de 2021, com aumento de 2,3% nos postos de todo o País. Em janeiro, o litro do combustível foi comercializado a R$ 3,93, valor que só é menor que os R$ 3,974 registrados em janeiro de 2020.

Com o diesel S-10 não foi diferente: vendido à média de R$ 3,988, o valor é 2,3% mais caro no comparativo com o fechamento de dezembro. “Mês a mês, os motoristas estão pagando mais caro para abastecer com o diesel. O ano começou apresentando a terceira alta consecutiva e o valor do diesel comum está cada vez mais próximo dos R$ 4,00, o que só aconteceu com o tipo S-10, em janeiro do ano passado”, destaca Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

Na análise dos preços por região, a Região Norte lidera com as maiores médias, tanto para o tipo comum quanto para o S-10, comercializados a R$ 4,159 e R$ 4,213, respectivamente. Quando esses preços são comparados com os valores da Região Sul, que tem as menores médias de todo o território nacional, a diferença chega a 13%. No Sul, o diesel comum foi vendido a R$ 3,588, e o S-10, a R$ 3,648.

O movimento de alta no preço do combustível se refletiu em todos os Estados, com exceção do Mato Grosso, único onde o diesel do tipo comum recuou 2,56%, no comparativo com o fechamento de dezembro de 2020. Em Roraima, foi registrada a maior alta para o diesel comum, 5%, com o litro comercializado a R$ 4,202, ante os R$ 4,004, do mês anterior.

A alta nos preços do diesel também foi observada nas principais rodovias brasileiras. Em janeiro, o combustível do tipo comum foi encontrado na Régis Bittencourt por R$ 3,50 o litro, no trecho Paraná, e chegou a R$ 3,677, no trecho de São Paulo. Já na BR-101, o diesel apresenta o menor valor médio no trecho do Rio Grande do Sul, com o litro a R$ 3,52, enquanto, no Pará, é vendido a R$ 3,985. A Rodovia Presidente Dutra tem o diesel a R$ 3,58, em São Paulo, e a R$ 3,85, no Rio de Janeiro. Na Rodovia Fernão Dias, o litro foi vendido a R$ 3,622, em São Paulo, e por R$ 3,841, no trecho de Minas Gerais.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 18 mil postos credenciados da Ticket Log, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: 1 milhão ao todo, com uma média de oito transações por segundo. A Ticket Log, marca de gestão de frotas e soluções de mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais 25 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.

BNDES e Mapa firmam parceria para a concessão de áreas florestais

com informações da Agência BNDES de Notícias

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) deram início aos trabalhos para estruturar o projeto de concessão de três florestas nacionais na Região Sul: Três Barras e Chapecó, em Santa Catarina, e Irati, no Paraná. As concessões são um meio de assegurar a restauração e a conservação das florestas com parcerias privadas.

Elas se somam a outras cinco florestas na Região Norte (Balata-Tufari, Iquiri, Jatuarana, Pau-Rosa e Gleba Castanho, todas no Amazonas) cujo projeto de concessão também será estruturado pelo BNDES a pedido do MAPA. A parceria se dá por meio do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), que contratou a modelagem do Banco.

O início dos trabalhos foi formalizado em cerimônia com a presença da ministra Tereza Cristina, do presidente do BNDES, Gustavo Montezano, do diretor do SFB, Valdir Colatto, da secretária-especial do PPI, Martha Seillier, de representantes da FGV – que lidera o consórcio contratado pelo BNDES para auxiliar na estruturação da modelagem – e do Instituto Semeia, que, por meio de cooperação técnica com o Banco, prestará apoio no desenvolvimento e implementação dos projetos.

Conforme os estudos em curso, durante e ao fim das concessões, as florestas seguirão tendo a sua fiscalização contra desmatamento como responsabilidade do Estado. Contudo, com a presença privada, o manejo nas áreas concedidas tende a ser certificado, o que implica uma terceira parte independente auditando as atividades florestais.

Nos projetos da Região Sul, o objetivo é desenvolver um novo modelo de concessão florestal que permita recuperar a vegetação nativa da Mata Atlântica por meio do uso múltiplo e sustentável de 6 mil hectares de floresta. No Norte, o objetivo é propiciar o manejo florestal sustentável da floresta e fazê-lo em extensas áreas (2,2 milhões de hectares), de modo conservar as áreas e aumentar a atratividade da concessão.

Para o diretor do Serviço Florestal, a iniciativa é pioneira e abre possibilidade para uso sustentável dos territórios. “Isso representa produzir bens, gerar riquezas. Oferece estrutura, cumpre o papel de preservar o meio ambiente e gera renda para essas áreas”, disse Colatto.

Flona de Irati (Foto: Divulgação / ICMBio)

O diretor de Infraestrutura, Concessões e PPPs do BNDES, Fábio Abrahão, explicou que um dos objetivos da concessão é “levar o Estado para a Amazônia de modo que se desenvolva um ambiente econômico propício”. Para tanto, segundo ele, é preciso haver escala: “O Brasil é grande e precisamos desenvolver projetos escaláveis, replicáveis. Esse é um dos nossos focos”, disse.

Nesse sentido, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informou que a pasta trabalha com a meta de triplicar as áreas concedidas: “Achamos um caminho e vamos ganhar velocidade. Saímos de 1,5 milhão de hectares, e nossa expectativa para 2022 são quase 5 milhões de hectares”.

Montezano afirmou que projetos desse tipo abrem caminho para posicionar o Brasil na liderança global das finanças verdes. “Temos um mercado financeiro desenvolvido, uma democracia sólida e o maior patrimônio verde do planeta, seja na agricultura, seja na floresta. Sabemos lidar com isso, temos todos os ingredientes para construir a nova fronteira tecnológica verde”, avaliou.

O processo de concessão florestal, que já existe no país, tem amplo apoio de entidades que acompanham de perto a situação, contando inclusive com suporte da comunidade acadêmica e de organizações ambientalistas, que veem nas concessões um caminho para a preservação.

Fintech de agronegócio abre 500 vagas de emprego

A WTK Agro Open Bank, empresa de tecnologia em serviços financeiros, anunciou a abertura de mais de 500 novas vagas de emprego para início imediato em diversas regiões do Brasil. As oportunidades são para o time comercial externo da companhia. As vagas contam com salário fixo, somando variável relacionada ao cumprimento de metas.

A empresa está em busca de pessoas alinhadas à sua cultura e que queiram transformar o setor de meios de pagamentos no Brasil. Mesmo enfrentando um cenário pandêmico no país, a WTK Agro consegue vislumbrar o poder de recuperação da economia, liderado, principalmente, pelo setor do agronegócio que se encontra em crescimento. Por isso, a companhia está investindo em oportunidades de emprego em todo país, o que irá permitir a continuidade do crescimento.

Seguindo as melhores práticas e normas de segurança, a companhia está conduzindo os processos seletivos com as primeiras etapas de forma online, garantindo a saúde dos candidatos e dos recrutadores, e realizando a etapa prática na rua, mas cumprindo os protocolos sanitários exigidos em cada uma das regiões.

O processo de contratação inclui testes e entrevistas. Os interessados em participar do processo seletivo devem cadastrar currículo na internet. A WTK Agro Open Bank não informou uma data limite para o término das inscrições, deixando a seleção em aberto até o preenchimento dos cargos.