W7Worldwide guide to CEO communications in phase 2 of the COVID-19 crisis

The unpredictability of COVID-19, has pushed W7Worldwide to work towards developing a guide covering how CEOs can safely lead their organization through Phase 2 of the crisis.  This is the management phase between the containment of the crisis and things beginning to ease and recover.  An uncertain wait and see phase with its own unique communications challenges along the way for CEOs and business leaders.

Around the world, governments, business and industry are rising to the enormous challenge of managing the COVID-19 crisis.  From one country to another, certain quarantine restrictions are carefully being eased, while others are still at lockdown stage.  After several weeks of reacting and learning to adapt to the immediate impact of the crisis, we have reached a new phase where stakeholders want to know about well-being, job security, financial consequences and business continuity.

CEOs must steer through changes in business pattern, new ways of delivering products and services, research new technologies and rethink their entire marketplace.  Along the COVID-19 crisis cycle of disruption, management and recovery, there are still many potential difficulties businesses face, such as cost savings, lay-offs, furloughs or other short-term and long-term impacts.

Empathize with your employees

Leading with compassion and empathy is critical now more than ever.  Employees seek encouragement, shareholders want performance and customers expect uninterrupted service but with additional safety measures.  Providing reassurance should be the central principle to all stakeholder communications at this stage.

‘CEOs have had to adopt a new way of communicating that is more considerate, empathetic and adjusted in tone from a linguistic perspective.’ explains Abdulrahman Inayat, Co-Founder of Communications Agency W7Worldwide’. ‘They must carefully balance the need to drive business performance with the need to be sensitive.  The pandemic has translated into a new global language of speaking to internal and external stakeholders who are worrying about what will happen next.’

Everything CEOs do and communicate is currently scrutinized by the public and media more than usual.  CEOs need to show that they are sharing the pain, be authentic and human, resonating with the new realities for employees, customers and the community.  Employees remain a key stakeholder group that requires regular communication.  W7Worldwide’s Guide on Employee Engagement in COVID-19 provides the framework for companies to adopt to keep their teams informed, loyal, motivated and engaged during the crisis.

Public and private sector collaboration

COVID-19 is a considerable new responsibility for the corporate sector who now needs to team up with government to restart the economy.  Governments have had to rely on companies to step forward quickly to provide key workers, essential supplies and services.  Neither business nor government can go this alone, so CEOs should be proactive in their public affairs efforts at a time when governments are looking for solutions.

New challenges ahead

This is a crisis beyond the experience of most CEOs who now need to strike the right tone of caution coupled with forward-paced optimism and confidence.  CEOs with a longer-term approach will spark innovations and effective leaders have the opportunity to shape a meaningful story for their organization at this generation-defining moment.

COVID-19 resource centre

As part of its efforts to support organizations through the COVID-19 Crisis, W7 Worldwide has set up a dedicated Resource Centre with a series of regularly updated expert Corporate Communications Guides. The agency’s experienced Crisis Communications team provides CEO Counsel to both local and international clients, helping them formulate and implement their COVID-19 communications strategies.  For more information and to download the Guide to CEO Communications in Phase 2 of COVID-19 visit www.w7worldwide.com.

Prêmio ANA 2020: pesquisadores e estudantes podem inscrever boas práticas relacionadas à água

Até 31 de julho, podem ser inscritas no Prêmio ANA 2020 boas práticas relacionadas à água e que contribuam para a promoção da segurança hídrica, gestão e uso sustentável dos recursos hídricos para o desenvolvimento sustentável do Brasil. Na categoria Pesquisa e Inovação Tecnológica, podem participar profissionais e estudantes voltados à produção científica e tecnológica de instituições de ensino superior e/ou de pesquisa. As inscrições para a premiação podem ser realizadas gratuitamente pelo hotsite www.ana.gov.br/premio.

A premiação reconhece trabalhos de: Governo; Empresas de Micro ou de Pequeno Porte; Empresas de Médio ou de Grande Porte; Educação; Pesquisa e Inovação Tecnológica; Organizações Civis; Comunicação; e Entes do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos.

Segundo o regulamento do Prêmio ANA 2020, os oito vencedores ganharão o Troféu Prêmio ANA no ano em que a Agência Nacional de Águas completa duas décadas de atuação na regulação das águas em prol do desenvolvimento do Brasil. Uma novidade dessa edição histórica é que os três finalistas de cada categoria poderão utilizar em seus materiais de divulgação o “Selo Prêmio ANA: Finalista” ou o “Selo Prêmio ANA: Vencedor”, conforme o resultado final.

Desde 2008, a categoria Pesquisa e Inovação Tecnológica faz parte do Prêmio ANA, sendo que o nome dela era inicialmente “Academia”. Veja a lista de vencedores por edição e conheça os demais vencedores e finalistas da premiação no Banco de Projetos.

2008:  Universidade de São Paulo (USP). Pesquisa Construção de uma Linhagem Bacteriana Apta para Biorremediação de Efluentes Contaminados por Metais Pesados;

2010: Laboratório de Sistemas de Suporte a Decisões Aplicadas à Engenharia (LabSid), de São Paulo. Pesquisa Avanços Científicos e Tecnológicos para a Gestão e o Uso Sustentável dos Recursos Hídricos Obtidos com o Sistema Acquanet;

2012: Instituto de Pesquisa e Estudos de Lassance (IPEL), de Lassance (MG). Pesquisa Sustentabilidade com Unidades de Captação: Melhor Destino das Águas Pluviais;

2014: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Pesquisa Tecnologias Sociais para Melhoria da Qualidade da Água Armazenada nas Cisternas, em Época de Chuva e Estiagem;

2017: Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), de Mossoró (RN). Pesquisa Produção Agrícola Familiar Utilizando Rejeito da Dessalinização da Água Salobra como Suporte Hídrico.

O Prêmio ANA 2020 terá uma Comissão Julgadora composta por oito membros externos à ANA e com notório saber e reputação ilibada. Um representante da Agência presidirá o grupo, mas sem direito a voto. Os critérios de avaliação dos trabalhos levarão em consideração os seguintes aspectos: efetividade, inovação, impactos social e ambiental, potencial de difusão, sustentabilidade e adesão social. Para a categoria Comunicação, o critério de sustentabilidade não será aplicável.

A Comissão Julgadora selecionará três iniciativas finalistas e a vencedora de cada uma das oito categorias. Para recebimento do Prêmio ANA 2020, o participante deverá comprovar estar regularizado junto ao poder concedente, quando couber, no caso de regiões que tenham o sistema de regulação dos usos de recursos hídricos esteja implantado.

As inscrições devem ser realizadas totalmente pelo hotsite do Prêmio ANA e não serão aceitos materiais em meio físico, já que a Agência Nacional de Águas adota uma política de papel zero. Cada participante pode inscrever mais de uma iniciativa. Além disso, poderão ser apresentados trabalhos indicados por terceiros, desde que acompanhados de declaração assinada pelo indicado, concordando com a indicação e com o regulamento da premiação. Veja a seguir o cronograma da premiação:

Inscrições: até 31 de julho de 2020

Divulgação dos finalistas: 10 de novembro de 2020

Anúncio dos vencedores: previsto para o início de dezembro de 2020

 Prêmio ANA 

Criado há 14 anos pela Agência Nacional de Águas para reconhecer as melhores práticas e iniciativas voltadas ao cuidado das águas do Brasil, o Prêmio ANA é a mais tradicional premiação do setor de águas do Brasil e já contabilizou mais de 2,2 mil trabalhos inscritos e premiou 40 projetos, de todas as regiões do Brasil, que se destacaram pela sua contribuição ao desenvolvimento do País.

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www.ana.gov.br/premio

SC: agronegócio responde por 70% das exportações catarinenses no primeiro quadrimestre de 2020

O agronegócio segue como o carro-chefe das exportações catarinenses em 2020. De janeiro a abril, o estado faturou US$2,64 bilhões com os embarques internacionais e 70% desse total teve origem no agronegócio, principalmente nos produtos de origem animal. Os dados foram apresentados pelo governador Carlos Moisés, ao lado do secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural em exercício, Ricardo Miotto.

Carlos Moisés destacou que o Governo do Estado não parou durante a pandemia e que continua a dar suporte ao setor produtivo catarinense. “Em momentos como esse, a atuação do Estado é ainda mais importante. Precisamos estar presentes para dar o suporte que a sociedade necessita. Os números das exportações demonstram a força do nosso agronegócio, que permanece como um setor essencial para a nossa economia”, disse.

O secretário Miotto salientou a importância de se ter um ambiente favorável para o desenvolvimento do agronegócio. Segundo ele, Santa Catarina conseguirá superar os desafios impostos pelo novo coronavírus.

“Apesar de toda dificuldade que estamos enfrentando devido à pandemia de Covid-19, o agronegócio segue com números muito positivos. A Secretaria da Agricultura e o Governo do Estado tem trabalhado na criação de um ambiente favorável para que o agro se desenvolva. E o resultado que conseguimos verificar é que 70% do total exportado pelo estado nos primeiros quatro meses deste ano provém do agronegócio. Um número bastante expressivo e que devemos enaltecer, além de agradecer o trabalho feito pelos produtores e agricultores familiares de Santa Catarina”, destacou.

Proteína animal lidera exportações

No primeiro quadrimestre de 2020, as exportações do agronegócio catarinense faturaram US$ 1,85 bilhão, com altas expressivas nos embarques de carne suína (39,8%), carne de perus (110%), arroz (334,9%) e soja (51%). A proteína animal responde por 38,4% do total exportado por Santa Catarina, seguido pelos produtos florestais (16,4%) e produtos de origem vegetal (15,6%).

“A agricultura mostra sua importância para o estado e mostra que o trabalho de excelência feito pelo produtor rural rende frutos e representa muito na balança comercial catarinense. Isso aumenta ainda mais a nossa responsabilidade em trabalhar e prover um ambiente seguro no que tange à sanidade animal e vegetal e as demais condições de extensão e pesquisa para que nossos produtores rurais continuem fazendo aquilo que fazem de melhor: produzir alimentos com segurança e qualidade para o mundo todo”, ressalta Miotto.

Queda nos embarques

Devido à pandemia do novo coronavírus, as exportações catarinenses foram menores este ano. O resultado total foi 9,1% menor do que o registrado no mesmo período de 2019. No agro, a queda foi de 8%, devido principalmente à queda nos embarques de carne de frango e tabaco. Outros setores não agrícolas retraíram 11,6%.

O analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Luiz Toresan, explica que embora haja queda nos volumes exportados, devido ao câmbio favorável, os exportadores seguem com um bom retorno pelos embarques. Os valores são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa)

Diferenciais de Santa Catarina

Santa Catarina coleciona os títulos de maior produtor nacional de suínos, maçã e cebola; segundo maior produtor de aves e arroz e quarto maior produtor de leite. O estado é livre de Cydia pomonella, considerada o pior inseto praga da fruticultura e também é o único do país reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação – status que abre as portas para os mercados mais exigentes do mundo.

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Foto: Ricardo Wolffenbuttel / Secom / Divulgação

 

Dia Internacional da Diversidade Biológica: especialistas apontam tendências positivas da nova realidade pós isolamento social

O distanciamento social determinado pela pandemia de Covid-19 trouxe um impacto significativo para a redução de poluentes e a recuperação da natureza, resultado perseguido há décadas por inúmeras iniciativas. Ainda que esse cenário seja efeito de uma crise global, especialistas avaliam que pode ser um marco para que empresas, governos e cidadãos inaugurarem uma nova era de relação mais harmoniosa com o meio ambiente.

“Isso que está acontecendo é um estímulo para um vínculo maior entre as pessoas e a natureza. Em conservação, falamos no conceito de biofilia, que é a ideia de que gostar dos animais e das plantas é uma característica inata nossa, que podemos alimentar ou não”, aponta o pesquisador Fernando Fernandez, membro da RECN (Rede de Especialistas em Conservação da Natureza) e professor titular do Departamento de Ecologia da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Mas para se tornar perene, essa mudança precisa ser amparada por um quadro regulatório legal que incentive a sociedade a ser menos poluente, assim como o desenvolvimento de políticas públicas que sejam capazes de promover soluções que integrem o verde ao cenário urbano.

Ele cita o exemplo de cidades como Wellington (Nova Zelândia), São Francisco (Estados Unidos) e Edmonton (Canadá), que já despontam como pioneiras na biofilia.

O termo foi cunhado e popularizado pelo biólogo americano Edward Wilson, que defende a criação de cidades biofílicas, capazes de promover a integração entre pessoas, espaços naturais e a biodiversidade. Basicamente, essas localidades investem na disseminação de áreas verdes, como parques e praças; na integração entre arquitetura e vegetação (tetos verdes, por exemplo); na preservação de áreas nativas; na proteção da biodiversidade local e na educação voltada para a consciência ecológica.

No Brasil ainda não há nenhuma cidade que faça parte da rede global de cidades biofílicas, mas algumas potenciais candidatas são Curitiba e Maringá (PR), Florianópolis (SC), Campinas (SP), Niterói (RJ) e Belo Horizonte (MG). “Não temos cidades planejadas com esse conceito, mas estas localidades têm potencial para ser trabalhado neste aspecto porque ainda conservam áreas naturais interessantes”, explica.

Comportamentos

“Estamos vendo o surgimento de um novo normal, que embora ainda com contornos não totalmente claros, já começa a desenhar algumas tendências. Uma delas é que, depois que isso tudo passar, as pessoas vão valorizar a natureza, vão querer se expor menos a situações de estresse, não vão querer perder horas diárias no trânsito. E a sociedade precisa estar preparada para isso”, afirma o engenheiro florestal e também membro da RECN Miguel Milano.

“Há anos os departamentos de Recursos Humanos falam que o home office é o futuro. Agora é o momento de gestores comprarem a ideia”, aponta o especialista, que há 15 adota a prática em seu cotidiano. “O home office é uma solução de máximo ganho para o planeta por seu efeito cascata. Ao reduzir os deslocamentos, reduz-se automaticamente a emissão de carbono. E outros ganhos vêm a reboque, como tempo, produtividade e qualidade de vida dos indivíduos”.

A realidade imposta pelo coronavírus tem mostrado o quanto a diminuição da atividade humana tem surtido efeito. Um levantamento da Agência Internacional de Energia (AIE), divulgado em abril, projetou uma redução de 8% nas emissões de dióxido de carbono (CO2) em 2020 em razão da pandemia. Se concretizada, seria a maior queda já registrada, podendo ser ainda maior, a depender de como a crise se desenrole ao longo do ano. Para se ter uma ideia da importância dessa redução, a ONU estima que para que o aquecimento global suba no máximo 1,5 °C até 2030 – sendo essa a meta do Acordo de Paris –, todos os anos o planeta deveria diminuir suas emissões em 7,6%.

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GO: estado se destaca como terceiro maior produtor de grãos do Brasil

com informações do Sistema Faeg / Senar

Com 27,1 milhões de toneladas de grãos, área cultivada superior a seis milhões de hectares e produtividade de 4.511 quilos por hectare na safra 2019/2020, Goiás passa a ser o terceiro maior produtor de grãos do Brasil. É o que constata no 8º Levantamento da Safra 2019/2020 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 De acordo com os dados, houve crescimento de 10% na estimativa de produção goiana, de 6,1% na área de cultivo e de 3,7% em produtividade em relação à safra anterior, com Goiás, agora, representando 10,8% da produção nacional de grãos – atrás apenas do Mato Grosso e Paraná. No levantamento da safra de grãos da Conab, divulgado em abril, Rio Grande do Sul estava à frente de Goiás, mas na nova estimativa da Conab perdeu posição, já que o Estado da região Sul sofreu queda na produção por causa da estiagem.

Entre os destaques, em Goiás, estão sorgo, milho e soja. No caso de sorgo, o Estado se mantém na primeira posição do ranking de produção, com 1,22 milhão de toneladas, crescimento de 23,4% na safra 2019/2020 em relação à safra passada. No milho, a estimativa de aumento foi de 10,9% na produção, com 12,74 milhões de toneladas produzidas, o que representa 12,5% da produção nacional, colocando Goiás em terceiro no ranking de produção no País.

Também houve crescimento de 11,7% na área de cultivo de milho, com mais de 1,87 milhões de hectares. A produção de soja goiana teve aumento de 9,0%, com 12,46 milhões de toneladas, representando 10,4% da produção nacional e terceira posição no ranking do Brasil. A área cultivada passou a mais de 3,54 milhões de hectares, número 2% maior, e a produtividade cresceu 6,9%, com 3.516 quilos por hectare.

Segundo o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Carlos de Souza Lima Neto, essa nova posição de Goiás no ranking nacional de produção de grãos se deve ao fato do Estado não ter sofrido com problemas climáticos, como os que ocorreram no Rio Grande do Sul, que até então ocupava a terceira posição entre os estados brasileiros. “Apesar de atrasos no plantio, nós não tivemos períodos de seca como outros locais. Isso refletiu positivamente para que Goiás conseguisse crescer em produção e produtividade”, enfatiza.

Antônio Carlos avalia ainda que essa posição no ranking também confirma que o Estado é um dos principais produtores de alimentos no Brasil e que o setor continua trabalhando, apesar da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). “Quem está atuando no agro reconhece a necessidade de seguir todas as recomendações de segurança, definidas tanto pela Organização Mundial de Saúde (OMS) quanto pelos Ministérios da Saúde e da Agricultura, para continuar desenvolvendo suas atividades no campo. E é o que tem feito o produtor goiano para que o alimento chegue à mesa da população”, destaca.

Dados de outros grãos

As variações apresentadas – positivas (↑) ou negativas (↓) – são em comparação aos dados da safra anterior (2018/2019) 

Feijão

Área de 134,5 mil ha; ↑2,4%

Produtividade de 2.296kg/ha; ↓0,9%

Produção de 308,9 mil toneladas; ↑1,5%

Representa 10,1% da produção nacional

4° no ranking de produção

Gergelim

Área de 3,0 mil ha;

Produtividade de 700,0kg/ha;

Produção de 2,1 mil toneladas;

Representa 1,6% da produção nacional

2° no ranking de produção

Girassol

Área de 19,6 mil ha; ↓5,3%

Produtividade de 1.600 kg/ha; ↓11,1%

Produção de 31,4 mil toneladas; ↓15,8%

Representa 41,8% da produção nacional

2° no ranking de produção

Caroço de Algodão

Área de 38,5 mil ha; ↓9,2%

Produtividade de 2.603 kg/ha; ↑4,8%

Produção de 100,2 mil toneladas; ↓4,8%

Representa 2,3% da produção nacional

3° no ranking de produção

Arroz

Área de 22,6mil ha; ↓0,9%

Produtividade de 4.962 kg/ha; ↑0,4%

Produção de 112,1 mil toneladas; ↓0,4%

Representa 1,0% da produção nacional

8° no ranking de produção

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Crédito inovador garante à Coopcerrado exportações de baru para o Oriente Médio

Quando o ano de 2019 começou, os diretores da Coopcerrado (Cooperativa Mista de Agricultores Familiares, Extrativistas, Pescadores, Vazanteiros, Assentados e Guias Turísticos do Cerrado) estavam diante de um impasse para conseguir pagar os cooperados por suas entregas. Alguns contratempos financeiros haviam exaurido o caixa e tornado inviável o acesso à linhas de financiamento convencionais.

“Sem capital de giro, a cooperativa poderia receber apenas um quinto das 800 toneladas de frutos de baru previstas para a safra”, relembra Adalberto Gomes dos Santos, diretor executivo da Coopcerrado e agroextrativista em Lassance, no norte de Minas Gerais.

Nesse cenário, afirma, os agroextrativistas precisariam fazer dinheiro com outros produtos de escoamento “mais fácil” nos mercados locais.

Assegurar a entrega de toda a produção prevista era crucial para honrarem contratos com clientes nacionais e estrangeiros, como os países do Oriente Médio que passaram a importar itens da linha do baru, como castanha e farinha, naquele ano. E também remunerar produtores de uma nova linha de produtos, composta por ervas, temperos e pequi, parte de uma carteira de 211 itens comercializados pela cooperativa.

A resposta veio com a aproximação entre a Coopcerrado e a Conexsus em três oficinas da Jornada de Aceleração do Ciclo de Desenvolvimento de Negócios Comunitários Sustentáveis do Desafio Conexsus. “Comentamos nas oficinas sobre nossa dificuldade em obter capital de giro. Sem isso, não teríamos como estocar. O baru dá só uma vez por ano e nem todo ano dá igual”, assinala Santos.

Para superar o entrave de acesso ao crédito, o Fundo Socioambiental Conexsus disponibilizou para a cooperativa recursos reembolsáveis para capital de giro em duas operações.

O primeiro repasse, no valor de R$ 30 mil, aconteceu em junho de 2019 para o pagamento de produtores pela remessa de matéria-prima para a produção de temperos. A segunda operação, mais volumosa, consistindo em um aporte de R$ 300 mil, aconteceu em setembro e permitiu a aquisição da safra de baru, carro-chefe da Coopcerrado.

“O capital do Fundo foi fundamental para acessarmos os mercados este ano. Isso fez a diferença para os nossos negócios”, conta.

Com os aportes da Conexsus, não só a saúde financeira da associação se fortaleceu, como a relação de confiança entre a cooperativa e seus cooperados.

“Se você cumpre o compromisso financeiro, o cooperado acredita, confia, se envolve e se esforça para seguir as boas práticas do manejo sustentável”, destaca Alessandra Karla da Silva, gerente de Negócios Sustentáveis da Coopcerrado.

Complementando o crédito do Fundo Socioambiental Conexsus, a cooperativa obteve no último trimestre de 2019 mais R$ 200 mil de clientes como antecipação de compra.

Atuação em cinco estados

Fundada em 2002, a Coopcerrado está sediada em Goiânia, e atua em 131 municípios dos estados de Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso e Bahia, com 4.623 famílias cooperadas.

Com a marca Empório do Cerrado, vende mais de 211 itens da agricultura familiar, incluindo produção animal e vegetal e extrativismo, como castanha e farinha de baru, buriti, jatobá, pequi, pimenta de macaco, amburana, sucupira, chás e plantas para temperos.

Há também produtos destinados às indústrias de cosméticos e farmacêutica, a exemplo da favela, utilizada no tratamento de doenças circulatórias, como varizes e hemorroidas. Todos os produtos contam com a Certificação Participativa Orgânica do CEDAC.

Parte da Rede de Comercialização Solidária de Agricultores Familiares e Extrativistas do Cerrado, a cooperativa possui pontos de venda em 12 estados e no Distrito Federal, e conta em sua carteira de clientes com as cadeias de supermercados do Grupo Pão de Açúcar e Walmart, a Mãe Terra, empresa processadora de produtos orgânicos e naturais, e a Korin, rede varejista de produtos naturais.

Soluções financeiras inovadoras

A dificuldade de acesso a recursos financeiros é um entrave comum no mundo dos negócios comunitários sustentáveis. Para ajudar a superá-lo, a Conexsus conta com um fundo socioambiental para injetar recursos reembolsáveis em negócios comunitários, rurais e florestais, em três modalidades: crédito direto para custeio de safra, capital de giro e crédito de aval para cobrir parcial ou integralmente a garantia exigida por instituição financeira.

Composto por capital semente doado pela Good Energies Foundation e pelo Fundo Vale, o Fundo Socioambiental Conexus possui patrimônio de R$ 1,5 milhão, e foi reconhecido em março como instrumento financeiro inovador para acelerar negócios comunitários e florestais pelo Laboratório de Inovação Global para o Financiamento Climático (conhecido como Lab). Ele é hoje uma das duas iniciativas brasileiras selecionadas pelo Lab para receber orientações de especialistas em soluções financeiras inovadoras para negócios de baixo carbono.

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Foto: Matiz Caboclo / Divulgação

Coronavírus e o dilema: salvar vidas x manter a economia

por André Rezende*

Um estudo realizado por um grupo de pesquisadores do Ibre/FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas) revelou números alarmantes em relação ao desemprego no País. Devido à crise da pandemia causada pelo novo coronavírus, a COVID-19, serão até 12,6 milhões desempregados e haverá contração recorde de quase 15% na renda dos trabalhadores.

Esta realidade, no entanto, não tem sido vivenciada apenas em território nacional. Os efeitos da pandemia no desemprego também são devastadores mundo afora. De acordo com levantamento realizado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), a crise econômica e trabalhista criada pela doença pode aumentar o número de desempregados no mundo em quase 25 milhões.

Para evitar esta situação, a OIT recomenda a ampliação da proteção social, o apoio à manutenção de empregos (ou seja, trabalho com jornada reduzida, licença remunerada e outros subsídios) e também aos benefícios fiscais e financeiros, inclusive para micro, pequenas e médias empresas.

No Brasil, medidas anunciadas pelo governo como o auxílio de R$ 600,00 para trabalhadores informais, redução de jornadas e salários e apoio a pequenas e médias empresas com crédito para pagamento de salários, tentam aliviar a vida de empregados e empregadores, mas ainda existem iniciativas individuais muito importantes sendo implementadas neste momento como o movimento “Não Demita!”.

Criado para incentivar a manutenção dos empregos por, pelo menos, dois meses, o projeto que começou com 40 empresas já conta com a adesão de mais 3.500, incluindo gigantes como Accenture, Alpargatas, Bradesco, C&A e Magazine Luiza. A iniciativa tem como um dos pilares a construção de um legado com a conscientização de empresários sobre a responsabilidade social que seus negócios possuem para com a sociedade. Até o momento, o “Não Demita! já evitou a demissão de cerca de 1,5 milhão de pessoas que são funcionários diretos dessas empresas. 

Apesar de negativa para a economia, a paralisação das atividades comerciais no país ainda é a melhor forma de prevenção contra o avanço da pandemia e isso já foi comprovado em países que começaram a enfrentar a doença antes.  

Neste momento tão crítico e sem precedentes, é preciso compreender – e concordar – com declarações como a do renomado economista Richard Baldwin em entrevista à BBC News Mundo. Na ocasião ele declarou que quarentenas e outras medidas de contenção são uma “imposição moral” diante da pandemia de coronavírus que está “matando pessoas que não deveriam estar morrendo”.

“Se você não entrar em quarentena por causa da pandemia, ela causa mais problemas e mais danos econômicos.. (…) Se você não implementa uma quarentena porque quer economizar dinheiro, está enfrentando uma questão moral e não econômica”, disse.

A verdade é que para cada decisão tomada pelos líderes, há sempre uma renúncia e, neste momento, todos os caminhos geram grandes impactos. No entanto, apesar de todas as adversidades atuais de vivermos neste mundo globalizado, existe uma grande oportunidade não muito debatida: agora é preciso nos unirmos não apenas para achatar a curva da epidemia, mas também a da recessão. Afinal, a economia depende das pessoas e as pessoas dependem da economia – um não existe sem o outro.

*Administrador de empresas, especialista em Finanças Corporativas, consultor e palestrante.

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PE: ramal do Agreste atinge mais da metade da execução das obras

O Ramal do Agreste, obra que levará água do Projeto de Integração do Rio São Francisco à região de maior escassez hídrica em Pernambuco, atingiu a marca de 54,95% de execução física. Com o pagamento de mais R$ 20 milhões nos últimos dias, os investimentos do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) já chegam a R$ 131,6 milhões em 2020. Desde o ano passado, foram R$ 722,7 milhões repassados para o empreendimento.

“Esses investimentos são parte de um conjunto de esforços do Governo Federal para garantir abastecimento a populações que historicamente enfrentam a escassez de água no Nordeste. Assegurar a execução do Ramal do Agreste e de outras obras estruturantes na região é compromisso do presidente Jair Bolsonaro”, destaca o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Desde a última semana, parte dos trabalhos em campo está voltada à concretagem da laje de fundo da Estação de Bombeamento, serviço que exigiu a escavação de 28 metros (aproximadamente um prédio de 9 andares). A Estação é uma estrutura fundamental para a funcionalidade do Ramal do Agreste, pois ajudará a superar uma diferença de nível de aproximadamente 220 metros para a passagem da água.

As equipes também atuam na construção de 43,4 quilômetros de canais e seis túneis – juntos somam 16 quilômetros de extensão -, além de cinco aquedutos, uma adutora de 7,2 quilômetros e dois reservatórios (barragens). No total, os serviços empregam 2,6 mil trabalhadores.

Situado no norte do estado, próximo à fronteira com a Paraíba, o Ramal está orçado em R$ 1,67 bilhão e possui 70,8 quilômetros de extensão – com uma capacidade de vazão de 8 mil litros por segundo. A previsão de entrega do empreendimento completo está prevista para fevereiro de 2021.

Mais de 70 cidades na região serão atendidas, garantindo água de qualidade para cerca de 2,2 milhões de habitantes do semiárido pernambucano. Entre os municípios que serão abastecidos com as águas do Rio São Francisco estão Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Belo Jardim e Arcoverde. Essas e outras localidades beneficiadas terão segurança hídrica e, ao mesmo tempo, expectativa de impulsionar o desenvolvimento econômico da região.

Programas socioambientais

Até momento, o Governo Federal investiu R$ 50 milhões na execução de 17 programas ambientais para cuidar do meio ambiente e da população que habita no entorno do Ramal do Agreste. As medidas visam compensar os impactos gerados durante a fase de construção, com ações de assistência às famílias que residem na faixa da obra e, também, voltadas à saúde e segurança dos trabalhadores do projeto. Equipes especializadas atuam, ainda, na preservação da fauna e flora local.

Outras atividades estão relacionadas ao resgate de elementos históricos e arqueológicos que remontam as antigas civilizações, além de cuidados com solo e os recursos hídricos da região. As medidas adotadas pelo MDR foram recomendadas pelo Estudo de Impacto Ambiental e pelo Relatório de Impacto Ambiental da Agência Estadual de Meio Ambiente do Pernambuco.

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#oagroporelas: iniciativa fortalece campanha Maio Laranja contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes

Há 45 anos uma notícia abalou o Brasil, marcando o início da luta contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Araceli Crespo tinha oito anos quando foi sequestrada, violentada e assassinada em 1973. Em resposta a esta crueldade, foi criada a Lei Federal 9.970/2000, que instituiu o dia 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A expressão Maio Laranja tem como inspiração a flor da variedade Gérbera, que possui várias tonalidades, incluindo o laranja, e simboliza a fragilidade de uma criança.

Apesar da instituição da data, de campanhas e iniciativas para o combate da violência sexual, os dados atuais são cada vez mais assustadores: a cada uma hora, três crianças ou adolescentes são abusadas sexualmente no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. 

Além disso, dois terços dos episódios de abuso registrados em 2018 ocorreram dentro de casa. Em 25% dos casos, os abusadores eram amigos ou conhecidos da vítima, em 23%, o pai ou padrasto.

Foi através da análise destes dados absurdamente alarmantes, que um grupo representado por mulheres do agronegócio resolveu encabeçar uma campanha para reforçar o já existente Maio Laranja e criou #oagroporelas, uma hashtag que tem o intuito de fortalecer e aumentar o alcance, incentivando as pessoas a não se calarem e denunciarem qualquer tipo de abuso sexual presenciado contra crianças e adolescentes.

Ticiane Figueirêdo, Sarita Rodas, Mariely Biff, Lilian Munhoz, Noelle Foletto, Alessandra Decicino, Andréa Cordeiro, Saile Farias, Sônia Bonato e Roberta Páffaro dão o pontapé inicial nesta campanha. Cada uma delas já gravou e postou em suas redes sociais um vídeo falando sobre a importância de denunciar casos de abuso e, agora, convidam as mulheres de todo o país a também gravarem seus vídeos para aumentar essa corrente pela conscientização. Os homens também podem participar.

Segundo elas, a violência e o abuso não escolhem idade, nem condição financeira. Por isso, é muito importante fazer com que vozes femininas cheguem cada vez mais longe e encorajem cada vez mais mulheres para que a violência não seja tolerada sob nenhuma condição, principalmente de maneira velada, como acontece em muitos casos.

E elas deixam um convite a todas e todos que quiserem aumentar e fortalecer esta campanha pelas nossas crianças do Brasil: gravem seus vídeos e utilizem a #oagroporelas – e qualquer indício de abuso ou exploração, denuncie. Disque 100.

O texto da campanha #oagroporelas é o seguinte (com adaptação dos nomes): “Meu nome é “Fabiana Sousa”, tenho 30 anos, mas poderia ser a Joana de 13 ou a Patrícia de 8, que foram vítimas de violência sexual. Estou aqui hoje para pedir que você não se cale, por elas, por mim, por nós! #OAgroPorElas é uma Campanha conscientização e prevenção contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. Não se cale! Denuncie e disque 100!”

Campanha #oagroporelas

Covid-19: relatório da FAO alerta para o impacto do novo coronavírus na segurança alimentar

A pandemia causada pelo COVID-19 afetará no aumento da fome e da pobreza nos países da Comunidade dos Estados da América Latina e do Caribe (CELAC), de acordo com um relatório da FAO, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (Food and Agriculture Organization, em Inglês). O documento, desenvolvido a pedido da Presidência Pro Tempore do México ante a CELAC, detalha uma série de recomendações para enfrentar a crise.

“É fundamental que os governos declarem a alimentação e a agricultura como atividades estratégicas de interesse público nacional, com o apoio de todos os órgãos do Estado e da população. Manter o sistema alimentar vivo é essencial, para que a crise da saúde não se transforme em crise alimentar”, explicou Julio Berdegue, Representante Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

O relatório considera que os problemas que atingem a região e, em particular, essa emergência de saúde, não conhecem fronteiras e, portanto, devem ser enfrentados juntos, como apontou o Ministro das Relações Exteriores Marcelo Ebrard: “Nenhum país na América Latina e o Caribe está sozinho na luta contra o Covid-19 pelo simples fato de fazer parte da CELAC ”.

“O México, em seus esforços para renovar a CELAC, como o único mecanismo de coordenação que integra exclusivamente os países da América Latina e do Caribe, procurou gerar essa importante aliança com a FAO para fornecer ferramentas aos Estados membros com o objetivo de reduzir os efeitos da pandemia na alimentação ”, afirmou Efraín Guadarrama Pérez, Coordenador Nacional do México na CELAC. 

O relatório da FAO também recomenda que a CELAC reative seu Plano de Segurança Alimentar e Nutricional (Plano SAN CELAC), adaptando-o ao novo contexto e que fortaleça acordos políticos para impulsionar o comércio de alimentos entre os países da CELAC.

Impacto na segurança alimentar

Segundo a FAO, a América Latina e o Caribe e os mercados internacionais têm reservas suficientes para alimentar adequadamente seus habitantes nos próximos meses.

O relatório indica que o principal desafio no curto prazo é garantir o acesso aos alimentos para a população que está cumprindo com as medidas de segurança sanitária, principalmente para aqueles que perderam sua fonte de renda.

A FAO ressalta que a região viu sua segurança alimentar piorar nos últimos anos e que a pandemia pode afetar de maneira especialmente severa os países que já apresentam uma condição de insegurança alimentar.

 Medidas para enfrentar a crise

Para enfrentar a redução da capacidade de compra para acessar alimentos, a FAO recomenda o fortalecimento de programas de apoio nutricional para mães em idade fértil e menores de cinco anos, garantindo alimentação escolar, expandindo programas de proteção social e promovendo hábitos alimentares de consumo saudável.

Para garantir a oferta de alimentos, a FAO recomenda facilitar o transporte e o acesso econômico a insumos produtivos (sementes, fertilizantes, alimentos para animais etc.), máquinas e infraestrutura.

Para manter a disponibilidade de alimentos básicos, é essencial manter o funcionamento das operações agrícolas, com atenção especial à agricultura familiar, mas sem excluir as maiores.

Apoiar o transporte, processamento e embalagem de produtos agrícolas e de pesca, resolver problemas logísticos das cadeias de valor alimentar e garantir a operação de pontos de venda de varejo, mercados e supermercados são medidas essenciais para manter vivo o sistema alimentar regional.

O relatório da FAO para a CELAC destaca a importância de que os países desenvolvam políticas comerciais e fiscais que mantenham o comércio mundial aberto, para evitar mudanças nos preços domésticos ou reduções na oferta de alimentos.

Planejar a recuperação 

Segundo a FAO, a região deve definir o quanto antes estratégias para o período pós-COVID-19, que permitam a retomada do caminho do crescimento sustentável e inclusivo. 

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