Portal do Observatório da Agropecuária Brasileira reúne mais de 200 bases de dados do agro

com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Um único local reúne dados de mais de 200 bases mapeadas acerca da safra agrícola, da previsão climática, do crédito rural, além de informações sobre o setor pesqueiro, e imagens georreferenciadas da área rural brasileira. É o portal do Observatório da Agropecuária Brasileira, disponibilizado ao público pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

O objetivo do serviço é fortalecer e aprimorar a integração, a gestão, o acesso e o monitoramento dos dados e informações de interesse estratégico para o setor agropecuário e para o Brasil. O acesso ao sistema informatizado é aberto ao público, sendo algumas informações disponíveis de acordo com os perfis de acesso.

“Estamos entregando para a sociedade esse instrumento fantástico. Temos um marco de informações atualizadas, dados consistentes para a tomada de decisões. Isso vai fazer com que o Brasil consiga, neste momento difícil que vivemos hoje, mudar sua imagem. Não haverá mais desconhecimento em relação à agropecuária brasileira. Aqui está o que é preciso conhecer do Brasil. O setor merece esta plataforma”, anunciou a ministra Tereza Cristina, idealizadora do projeto do Observatório.

O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, explica que o Observatório disponibiliza soluções inovadoras de tecnologia da informação e comunicação, de modo a subsidiar processos de tomada de decisão do Ministério e dos demais usuários do setor público, privado, terceiro setor e da sociedade.

Dados disponíveis

Os dados reunidos no Portal do Observatório estão disponíveis a partir de dois principais ambientes. Na “Plataforma Estatística”, encontram-se dados numéricos, tabulares e representações gráficas acerca dos diversos temas da agropecuária. Essa plataforma pode ser consultada utilizando filtros por período e estratificação em nível nacional, estadual e municipal, além de dados quantitativos e qualitativos.

O formato Geoespacial é dedicado à integração de dados e informações territoriais, que podem ser visualizados e construídos de acordo com a necessidade e interpretação dos usuários. A “Plataforma Geoespacial” está organizada por ambiente de visualização de camadas, relatórios quantitativos e painéis temáticos que detenham qualquer tipo de atributo e representação cartográfica dos dados.

Nos painéis temáticos, é possível consultar as áreas de agropecuária sustentável e meio ambiente; aquicultura e pesca; crédito rural; produtos agrícolas; Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc); e solos brasileiros.

Para a consulta de informações sobre o crédito rural público, o usuário encontra dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro, do Banco Central do Brasil. É possível selecionar a quantidade e valor dos contratos em quatro finalidades: custeio, investimento, comercialização e industrialização a partir de filtros que oferecem visualização por período, fonte de recurso, programa, subprograma, atividade, região do país, estado e município.

Informações sobre as principais culturas agrícolas (arroz, café, feijão, milho, soja e trigo) podem ser encontradas conforme cultivo, crédito, disponibilidades e mercado interno e externo no painel “Produtos Agrícolas”.

As bases de dados espaciais de solos, atualmente disponíveis no Brasil, podem ser vistas em escala 1:250.000, permitindo a visualização estatística do percentual de área ocupada no Brasil e em cada Unidade da Federação, conforme o Programa Nacional de Solos do Brasil (PronaSolos).

O painel temático do Zarc reúne informações consolidadas de todas as portarias do zoneamento para cada cultura, grupo, período do ano e tipo de solo. Também oferece ferramentas integradas com o intuito de promover maior usabilidade e intuitividade na interpretação da informação, centralizando a tábua de risco, a relação de cultivares e mapas de visualização dos dados por município, estado e região.

Uma biblioteca ainda reúne publicações dos diversos temas e setores como relatórios, informativos, revistas, planejamentos, boletins e cartilhas.

Até julho, outros temas estarão disponíveis: assistência técnica, assuntos fundiários, agricultura familiar, pecuária de corte e comércio exterior.

Tecnologia a favor do agro

A implantação do Observatório é considerada ferramenta de business intelligence (BI). Assim, permite a análise das bases de dados, bem como proporciona consolidar resultados imprescindíveis para tomada de decisão de produtores rurais, gestores públicos, empresários, e público em geral.

A partir do lançamento da ferramenta a expectativa é de que cerca de 1 milhão de consultas sejam realizadas no período de uma semana. A ferramenta suporta 500 acessos simultâneos a suas bases de dados.

As informações do Observatório são oriundas do Mapa e suas vinculadas como Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), além da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Ainda compõem o banco de dados registros do Banco Central do Brasil (Bacen), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), da Universidade Federal de Lavras (UFLA) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Cafés do Brasil: exportações atingem 46 milhões de sacas em 12 meses

com informações da Embrapa Café

As exportações dos Cafés do Brasil em doze meses, especificamente no período acumulado de maio de 2020 a abril de 2021, atingiram um volume físico total equivalente a 45,88 milhões de sacas de 60kg, com preço médio unitário de US$ 125,76, e receita cambial de US$ 5,77 bilhões. Desse volume, 41,82 milhões de sacas foram de café verde, 4,03 milhões o equivalente a sacas de café solúvel e 25,09 mil de café torrado e moído.

Neste mesmo contexto da performance dessas exportações, apenas nos quatro primeiros meses do corrente ano, as vendas brasileiras de café aos importadores somaram 14,79 milhões de sacas de 60kg, das quais 13,53 milhões foram de café verde, 1,25 milhão de sacas de solúvel e, em complemento, 9,98 mil de torrado e moído. Além disso, o preço médio da saca exportada foi de US$ 131,78, o que gerou uma receita de US$ 1,94 bilhão.

Exclusivamente no mês de abril deste ano, foram exportadas 3,33 milhões de sacas de café de 60 kg, número que representou uma queda de 8,5% no volume exportado, caso esse desempenho seja comparado com o registrado no mesmo mês de 2020. Nesse caso específico, os cafés verdes representaram 3,03 milhões de sacas de 60kg, o solúvel 293,35 mil, o torrado e moído apenas 2,68 mil sacas, e a receita cambial foi de US$ 447,20 milhões.

Os números e dados estatísticos objeto desta análise do desempenho das exportações dos Cafés do Brasil foram extraídos do Relatório Mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, o qual também está disponível no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café.

Agropecuária brasileira é reconhecida por sustentabilidade na ONU

O sistema de integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e a agricultura movida a ciência para uma produção com baixa emissão de carbono já comprovaram seus resultados para a produção sustentável da agropecuária brasileira. O reconhecimento, agora, vem pela Convenção-Quadro das Nações Unidas em relatório publicado em abril no âmbito da reunião de Koronivia para a agricultura. O UNFCCC é o tratado internacional resultante da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento.

No documento que faz referência ao Brasil, são citados o sistema integração lavoura pecuária floresta, como responsável por contribuir com a segurança alimentar e o desenvolvimento socioeconômico; a agricultura de precisão e a tecnologia baseada em ciência, que elevaram a produtividade e reduziram em 50% o preço dos alimentos, contribuindo com a segurança alimentar, o desenvolvimento sustentável e a renda dos agricultores.

O Secretariado da UNFCCC destacou ainda que a produtividade brasileira aumentou 386% e a área agrícola apenas 83%, o que significa a preservação de 120 milhões de hectares de floresta. “A chave para isso foi o investimento do Brasil em políticas públicas relevantes e tecnologia de base científica”, diz o texto, ressaltando a promoção da agricultura, baseada na intensificação sustentável; a inovação tecnológica; a adaptação às mudanças climáticas; e a conservação dos recursos naturais. Ainda de acordo com o relatório, “o Brasil pretende continuar esses esforços e usar oportunidades de cooperação intercâmbio de conhecimento e apoio multilateral como estratégias-chave para alcançar o desenvolvimento sustentável e a segurança alimentar”.

O Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono) é um grande expoente da adoção de tecnologias para a produção com o compromisso de redução de gases de efeito estufa. Executado de 2010 a 2020, o Plano ABC registrou resultados bem-sucedidos, tornando-se referência mundial de política pública para o setor. Para a próxima década, o ABC+ reestrutura os conceitos e estratégias, mantendo o compromisso com a sustentabilidade na produção de alimentos, fibras e energia, promovendo resiliência e aumentando a produtividade e renda dos sistemas agropecuários de produção, permitindo ainda redução de emissões de gases de efeito estufa.

ILPF

A Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) é outro fator para a produção sustentável, na medida em que promove a recuperação de áreas de pastagens degradadas agregando, na mesma propriedade, diferentes sistemas produtivos, como os de grãos, fibras, carne, leite e agroenergia. Busca melhorar a fertilidade do solo com a aplicação de técnicas e sistemas de plantio adequados para a otimização e a intensificação de seu uso.

A integração também reduz o uso de agroquímicos, a abertura de novas áreas para fins agropecuários e o passivo ambiental. Possibilita, ao mesmo tempo, o aumento da biodiversidade e do controle dos processos erosivos com a manutenção da cobertura do solo.  Aliada a práticas conservacionistas, como o plantio direto, se constitui em uma alternativa econômica e sustentável para elevar a produtividade de áreas degradadas.

Dessa forma, permite a diversificação das atividades econômicas na propriedade e minimiza os riscos de frustração de renda por eventos climáticos ou por condições de mercado.

Articulação

O desenvolvimento da atividade agrícola brasileira, consolidada a partir de inovações tecnológicas e científicas se dá em articulação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que também comentou a citação do Brasil pela UNFCCC.

“Trata-se de uma citação importante para o Brasil, porque representa o reconhecimento do valor da pesquisa agropecuária em benefício do desenvolvimento nacional, que dá visibilidade à ciência agrícola brasileira como referência mundial”, diz o pesquisador da Embrapa Gustavo Mozzer, que integra a equipe do Núcleo de Políticas Globais (Polg), da Gerência de Relações Estratégicas Internacionais (Grei), da Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (Sire), responsável pela coordenação do trabalho, com o apoio do Portfólio de Mudança do Clima.

Mozzer lembra que no ano passado foram encaminhadas duas importantes submissões ao processo de negociação na UNFCCC. Uma delas sobre temas relacionados à pecuária e aspectos socioeconômicos dos sistemas de produção agrícola e a segunda com foco no diálogo sobre terra e oceanos e do reforço de ações voltadas à mitigação e adaptação às mudanças do clima que ocorreu durante a COP virtual no final de 2020. “Além disso, no contexto da Conferência das Partes (COP) virtual, foi realizado um workshop, organizado no contexto das negociações relacionadas à agricultura (trabalho conjunto de Koronivia), com a participação da equipe brasileira na organização de uma apresentação oral registrada no resumo elaborado pelo secretariado”, explicou.

O Koronivia é uma instância importante nas negociações sobre agricultura, dentro da UNFCCC, que busca valorar a importância da agricultura e da segurança alimentar na agenda de mudanças climáticas.

Foto: Gabriel Resende / Embrapa

Prêmio iBest: site Agricultura e Negócios concorre em duas categorias

Com sua primeira edição em 1995, o prêmio iBest é considerado por especialistas como a premiação mais importante da internet do Brasil. Chamado até de “Oscar”, é uma das principais referências de qualidade dos empreendimentos ligados ao setor da internet e da tecnologia da informação no país.

Entre as categorias, destaque para Influenciador do Ano, Saúde, Esportes, Moda, Beleza, LGBTQIA+, Ações Sociais, Podcastas, Tecnologia e Investimentos.

Na edição deste ano, o site Agricultura e Negócios está concorrendo ao prêmio iBest 2021 em duas categorias: Notícias e Jornalismo e Economia e Negócios. Jayme Vasconcellos, editor de conteúdo do site, também está concorrendo na categoria Influenciador do Ano – DF.

E como a votação popular é fundamental para a premiação, a equipe de Agricultura e Negócios pede a sua participação. Basta clicar nos links acima, fazer um rápido cadastro, e votar nessas três categorias. É importante lembrar que é possível votar a cada 24 horas. Ou seja, se você gosta de nosso conteúdo, vote, vote novamente e continue votando!

SC: governo irá apoiar pescadores artesanais que tiveram perdas materiais em acidentes

Maior polo pesqueiro do Brasil, Santa Catarina terá linha de crédito especial de apoio aos pescadores artesanais que tiverem perdas de equipamentos e materiais devido a acidentes. O Governo do Estado oferecerá financiamentos sem juros e com subsídio para reforma ou aquisição de embarcações e equipamentos de pesca danificados.

A linha de crédito, que fará parte do Programa Investe Agro SC, foi uma demanda do setor pesqueiro por iniciativas específicas para recuperação de materiais danificados em acidentes.

As informações foram confirmadas pelo secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva, que falou sobre o projeto de apoio aos pescadores artesanais de Santa Catarina.

Governo lança plano de promoção da agricultura de baixo carbono

com informações da Agência Brasil

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou o Plano ABC+ 2020-2030. O plano traz as estratégias do governo para a promoção da agricultura de baixa emissão de carbono na próxima década. O objetivo, segundo o ministério, é avançar nas soluções sustentáveis para a produção no campo e a melhoria da renda do produtor rural, com foco no enfrentamento da agropecuária às mudanças do clima.

Entre os conceitos adotados no ABC+, está o da Abordagem Integrada da Paisagem (AIP), que prevê a gestão integrada da propriedade rural. A AIP estimula o uso eficiente de áreas com aptidão para produção agropecuária, e a regularização ambiental e preservação estabelecida pelo Código Florestal.

Nas áreas de uso agrícola, o ABC+ tem objetivo de promover a recuperação e conservação da qualidade do solo, da água e da biodiversidade, valorizando as especificidades locais e culturas regionais, expandindo o conjunto de iniciativas do Mapa para a promoção da produção agropecuária sustentável.

A segunda base conceitual consiste na combinação de ações de adaptação e mitigação para fortalecer a resiliência da produção e garantir a eficiência produtiva e a rentabilidade em áreas mais impactadas pela mudança do clima.

Para a ministra Tereza Cristina, o governo precisará levar os conceitos do plano aos pequenos produtores. “Temos o desafio de disseminar as práticas produtivas do ABC+ aos pequenos produtores rurais e agricultores familiares levando sustentabilidade aos quatro cantos do nosso Brasil”.

Segundo Tereza Cristina, alcançar as metas previstas vai trazer crescimento econômico ao setor. “Reiteramos a importância do ABC+ na promoção do crescimento econômico. Afinal, os produtores rurais aderem às práticas de baixa emissão de carbono porque elas trazem eficiência e renda conciliando conservação e produtividade”.

O plano ABC já existia na pasta e foi executado na última década. A ideia é renovar as metas para os próximos dez anos. “Na sua primeira década, o Plano ABC atingiu e superou praticamente todas as suas metas. O novo ABC+ promove abordagem integrada da paisagem como marco conceitual, estimulando a gestão integrada das propriedades rurais e uso eficiente dos recursos naturais”, afirmou Tereza Cristina.

Em julho, será realizada uma consulta pública, quando a sociedade civil poderá contribuir para as metas a serem atingidas pelo ABC+ até 2030.

Segundo o Mapa, as práticas agrícolas com baixa emissão de carbono passarão, em dez anos, a ser adotadas em 52 milhões de hectares no país. É um território corresponde a uma vez e meia o tamanho da Alemanha.

Fintech do agronegócio promove webinário gratuito

Buscando novas maneiras de impulsionar o agronegócio brasileiro, a WTK receberá, de forma online, dois especialistas do ramo para um evento inédito. O primeiro webinário promovido pelo banco digital acontece nesta quinta-feira (15/04), às 16h. Os convidados são o engenheiro agrônomo George Hiraiwa, e o economista Marcos Rambalducci, que abordarão a temática “Oportunidades para o agronegócio em meio à pandemia”.

George Hiraiwa é ex-secretário da Agricultura do Paraná e, atualmente, atua como diretor de inovação da Sociedade Rural do estado. O especialista em tecnologia do agronegócio, ainda, faz parte do Cocriagro, hub de inovação para o setor que é um projeto da Agrovalley.

Outro membro da Agrovalley, o economista Marcos Rambalducci, tem PhD na área. Atualmente, é professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Rambalducci é referência em projetos de expansão do setor agro.

A WTK Agro é o primeiro banco digital voltado exclusivamente ao agronegócio. A promoção do webinário faz parte do compromisso da fintech em promover o setor no Brasil por meio da tecnologia. Para se inscrever, gratuitamente, basta acessar webinar.wtkagro.com.br.

Brasil inicia 2021 com 2.352 aeronaves agrícolas

Crescimento da frota em 2020 foi de 3,16%, impulsionado principalmente pelo aumento das commodities no campo

A frota aeroagrícola brasileira entrou 2021 com 2.352 aeronaves, o que representa um crescimento de 3,16% no setor em 2020. O balanço foi divulgado pelo Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag). O anúncio foi durante o Meeting com a Imprensa, e a apresentação ficou a cargo do diretor-executivo do Sindag, Gabriel Colle, que falou também do comparativo e da presença no campo de aeronaves turboélices em relação aos aviões a motores convencionais (a pistão), além da fatia de mercado de cada modelo de aeronave. Ainda foi abordado o percentual de cada tipo de combustível – gasolina de aviação (avgas), querosene de aviação (qav) e etanol, entre outros dados.

O levantamento foi feito pelo ex-diretor do Sindag e consultor Eduardo Cordeiro de Araújo. Como em anos anteriores, Araújo se debruçou sobre os dados do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Segundo ele, as informações são um retrato do RAB em 31 de dezembro de 2020.

Freio previsto

O saldo positivo de 72 aeronaves agrícolas em 2020 confirmou o crescimento que o Sindag havia previsto em setembro do ano passado, em uma sondagem junto aos fornecedores de aeronaves agrícolas brasileiro e norte-americanos. “Erramos por apenas dois aviões em nossa projeção, mas acertamos ao dizer que o crescimento se manteria acima dos 3%, pelo terceiro ano consecutivo”, destaca o presidente da entidade, Thiago Magalhães Silva.

Apesar do percentual mais baixo em relação a 2019 (3,92%) e 2018 (3,74%), Magalhães lembra que a entidade previa esse freio, já que a alta e a instabilidade do dólar a partir de março do ano passado (pela crise do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita) congelaram algumas compras previstas de aeronaves. “Com a pandemia, o dólar subiu e vieram as incertezas. Porém na sequência veio a alta das commodities e isso refletiu na retomada da compra de aeronaves.” Além do investimento em tecnologias, prevaleceu o protagonismo pilotos e profissionais que seguiram voando para fazer o campo dar conta da alta demanda de alimentos e insumos para produtos essenciais. “No início da crise sanitária a aviação agrícola foi considerada atividade essencial”, recorda Magalhães.

O presidente do Sindag lembra que 2021 também já começou com expectativa de retomada, a partir do anúncio, pela Embraer, da venda de 27 aeronaves só no primeiro bimestre – 8% a mais do que os 25 aviões vendidos pela empresa em todo 2020. Para Magalhães, essa tendência de crescimento para 2021 só não se confirma no caso de uma queda dos valores das commodities com o dólar ainda alto ou se houvesse quebra significativa de safras – por fatores climáticos, por exemplo.

Mas o dirigente faz uma ressalva sobre 2022: a questão tributária. “Tivemos em 12 março a prorrogação do Convênio ICMS-100 – pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), válido até 31 de dezembro. Se não houver renovação no ano que vem, a alíquota de ICMS para aeronaves importadas, por exemplo em São Paulo, subirá de 4% para 18%, o mesmo valendo para peças.” O que, lembra ele, atinge também aviões de fabricação nacional, “que têm em torno de 80% de componentes importados”.

Proporção entre empresas e operadores privados

Segundo o balanço de Eduardo Araújo, 2020 terminou com 1.459 aeronaves agrícolas pertencendo às 266 empresas que fazem o trato de lavouras para os produtores rurais – os chamados operadores de Serviço Aéreo Especializado (SAE). O número representa um incremento de 38 aparelhos durante o ano.  Ao mesmo tempo, 869 aeronaves estão com cerca de 650 operadores privados (categoria TPP, segundo a Anac), que são fazendeiros, cooperativas ou usinas que têm seus próprios aviões – crescimento de 34 aviões e helicópteros. Apesar de ter levantado os dados gerais sobre operadores SAE e TPP, Araújo ainda não esmiuçou sua divisão entre os Estados.

Os 24 aviões restantes na conta são de governos ou autarquias federais ou estaduais, além de protótipo e aeronaves de instrução. Por exemplo, aviões pertencentes a corpos de bombeiros (combate a incêndios), os usados pela Academia da Força Aérea e aparelhos das seis escolas de formação pilotos agrícolas do País.

Combustíveis e helicópteros

Sobre combustíveis utilizados pela aviação agrícola no Brasil, são 1.135 aviões e helicópteros movidos a gasolina de aviação (avgas), 744 aviões movidos a etanol e 473 aeronaves que utilizam querosene de aviação (qav). O que dá uma proporção de, respectivamente, 48,26%, 31,63% e 20,11% da frota.    

No caso da proporção entre aviões e helicópteros, a frota aeroagrícola do País entrou 2021 com 2.331 aeronaves de asas fixas contra 21 aparelhos de asas rotativas. Números que no início de 2020 eram, respectivamente, 2.264 e 16. O que indica que a volta dos helicópteros ao mercado, ocorrida em 2016 (depois de cerca de 40 anos ausentes), aos poucos vai se consolidando. Principalmente em áreas de terreno acidentado e com mais obstáculos ou sem pista de pouso a curta ou média distância, já que o equipamento pode pousar inclusive sobre o caminhão da equipe de apoio.

Mato Grosso segue liderando, com a frota gaúcha em segundo

Entre as unidades da Federação, a maior frota aeroagrícola continua sendo a do Mato Grosso, que recebeu mais 26 aeronaves em 2020, somando agora 550 aparelhos. O segundo lugar na lista segue sendo do Rio Grande do Sul, apesar do Estado ter diminuído em cinco aviões a sua força aérea sobre lavouras – passando agora a 421 aeronaves.

Em terceiro na lista, o Estado de São Paulo também mantém posição, mesmo com a diminuição de seis aeronaves no ano passado. Agora são 333 aviões e helicópteros em operação em terras paulistas, segundo os registros da Anac.

No geral, o relatório aponta 14 Estados com aumento de frota e seis que apresentaram alguma redução, além dos quatro que permaneceram estáveis. Conforme Eduardo Araújo, a lista da frota por Estado leva em conta o domicílio do operador (empresa ou produtor rural) que de fato opera a aeronave. E não o proprietário, que tanto pode ser o mesmo quanto, por exemplo, alguma pessoa física ou jurídica que arrenda o aparelho. O que também pode explicar parte da oscilação entre quem perdeu ou ganhou aeronaves na lista.

O consultor adverte ainda que, no caso dos helicópteros, o número pode ter alguma quebra. Isso pela dificuldade em se identificar nos registros da Anac os aparelhos de asas rotativas certificados como agrícolas.

TPP x SAE

Os dois Estados do topo do ranking apresentam também uma diferença curiosa, constatada em 2018, no último levantamento do ranking estadual de operadores. Enquanto o Mato Grosso concentrava o maior número de operadores TPP – na época com 233 privados contra 31 empresas aeroagrícolas, a frota gaúcha estava em sua maioria nas mãos de empresas – 72 operadores SAE contra 42 produtores que tinham seus próprios aviões. Ao que tudo indica, os mato-grossenses continuam o Estado com maior número de privados e o Rio Grande do Sul como o maior número de empresas.

É aí que as das entidades aeroagrícolas do País dividem seus públicos. O Sindag vem trabalhando em um processo de melhoria contínua focado em excelência na terceirização do trato de lavouras pelos produtores. Nesse caso, defendendo vantagens como a não imobilização do patrimônio na entressafra e redução de custos com pessoal, encargos, instalações, manutenção e outras despesas – para que o agricultor possa focar energia e recursos na lavoura em si, mercado e gestão.

Já o Instituto Brasileiro da Aviação Agrícola (Ibravag) abrange os produtores que operam seus próprios aviões e o restante da cadeia aeroagrícola. Com foco em qualificar os profissionais e gestores da ferramenta nas propriedades. De comum entre as duas instituições, o esforço conjunto por boas práticas no campo, ferramentas para manter requisitos e documentações em dia e comunicação – tanto interna quanto para aproximar o setor da sociedade. Em última instância, eliminando mitos e promovendo a importância da ferramenta aérea. 

Cresce a fatia de turbos e Embraer reina com avião a biocombustível

O relatório da frota em 2020 também confirmou uma tendência de maior participação das aeronaves turboélices no mercado aeroagrícola brasileiro: de 3,39% em 2011, o percentual já chegava a 18,48% em 2019 e, no ano passado, fechou com 20,11%. Na prática, a fatia de turboélices cresceu 284,5% desde 2011, passando de 123 para 473 aeronaves atuando em lavouras. Paralelamente, a frota aeroagrícola geral cresceu 38,92% no período – de 1693 aeronaves em 2011 para as 2352 no fechamento de 2020.

Segundo Gabriel Colle, as aeronaves turboélices são maiores, mais potentes e de melhor rendimento, ideias para grandes áreas de lavouras. Nesse caso, todas importadas (especialmente dos Estados Unidos, maior fabricante do setor). Por outro lado, entre os 51 modelos de aeronaves que operam no Brasil, de 16 fabricantes, a maior fatia segue sendo da Embraer, com aviões de motor convencional (a pistão).

“A empresa brasileira conta com 1.308 aviões em operação, segundo os registros da Anac e domina 55,66% do mercado, segundo os números do final de 2020. Um pouco abaixo dos 56,32%, mas longe de significar perda de fôlego, tendo em vista a arrancada de vendas no primeiro trimestre deste ano”, observa o diretor-executivo do Sindag. Tudo graças ao modelo Ipanema que, apesar de cinquentão desde julho do no passado, mantém-se atualizado com o EMB-203. Trata-se da sétima geração do modelo, lançada em 2015 e a segunda em que os aviões já saem de fábrica movidos a etanol. A exemplo de seu antecessor, o EMB-202 A – lançado em 2004 e que foi o primeiro avião no mundo homologado de fábrica para uso do biocombustível.

Air Tractor

Ocupando o segundo lugar no ranking de fabricantes presentes na frota brasileira a norte-americana Air Tractor terminou 2020 com uma fatia de 19,22% do mercado aeroagrícola brasileiro. A empresa tem oito modelos operando no Brasil, de diversos tamanhos, potência e capacidades de carga que vão de 1,5 mil a mais de 3 mil litros no hopper (tanque onde fica a carga a ser aplicada na lavoura). O que, segundo o levantamento de Araújo, faz dela dona também de 89,33% do universo de aeronaves agrícolas turboélices no País.

Aliás, os 38 aviões agrícolas enviados ao Brasil em 2020 pela fábrica de Olney, no Texas, segundo seus representantes brasileiros, representam quase um terço das 123 aeronaves turboélices entregues pela Air Trator durante todo o ano. O total de entregas da Air Tractor consta no relatório divulgado no último mês de fevereiro pela Associação dos Fabricantes da Aviação Geral dos EUA (Gama, na sigla em inglês). Dado que demonstra outra realidade que se repete nos últimos anos: o Brasil é o maior mercado da empresa texana fora dos Estados Unidos.

A outra empresa norte-americana de aviões, a Thrush Aircraft, também comemora 2020 com grandes expectativas neste ano. Mas não revela quantos dos 20 aparelhos de sua produção mundial (também segundo a Gama) vieram para o Brasil. A Thrush está reiniciando sua trajetória e aos poucos vai recuperando o fôlego no mercado, com aeronaves turboélices. A empresa originada nos anos 60 e hoje situada em Albany, no Estado da Georgia, reinventou-se depois de passar por uma recuperação judicial em 2019 e voltou renovada ao mercado.  

Air Tractor e Ipanema (Foto: Castor Becker Jr.)

Há muita tecnologia no campo

por José Zeferino Pedrozo*

O sucesso no campo é orientado pela ciência. Os resultados obtidos em melhoria da sanidade e no aumento da produtividade, da produção e da qualidade nas áreas da agricultura, da pecuária, da piscicultura, da silvicultura e do extrativismo, entre outros, são integralmente devidos ao emprego de tecnologia.

A tecnologia empregada no campo vem de várias fontes, como as universidades e os centros de pesquisas públicos e privados. Empresas privadas de setores avançados – entre eles a avicultura, suinocultura e os cereais – têm investido em anos de pesquisas, o que permitiu oferecer produtos de vanguarda, invariavelmente à frente da Academia. As novas tecnologias permitem ao produtor um maior controle sobre a produção, otimização dos recursos da propriedade e aumento da lucratividade.

A revolução do conhecimento que a indústria e demais setores da economia absorveram também chegou ao campo para torná-lo mais eficiente. Será cada vez mais frequente, no futuro próximo, o uso da inteligência artificial, do big data (estuda como tratar, analisar e organizar informações), das impressões 3D, da internet das coisas (uso de sensores para colher dados), blockchain (permite rastrear o envio e recebimento de dados pela internet), automação parcial, identificação e controle por radiofrequência (RFID), realidade aumentada, visão computacional etc. É notório que o emprego articulado dessas tecnologias tem impacto transformador nas cadeias produtivas.  

A questão central que se apresenta é como viabilizar que o produtor, na condição de pequeno ou médio empresário rural, tenha acesso a todas essas tecnologias. As agroindústrias têm sido as parcerias mais tradicionais na transferência de tecnologias ao campo, pois são as maiores beneficiadas pelos seus resultados. Em decorrência das tecnologias surgem melhorias intrínsecas nas matérias-primas que recebem, de sua base produtiva no campo, para processamento industrial. Nesse caso, geralmente a base produtiva está organizada pelo sistema de integração – uma modalidade que está regulada em lei federal e é muito comum nas cadeias de aves, suínos, leite e fumo – e na qual as empresas suportam a maior parte do investimento.

Mas é preciso pensar em novas formas de financiamento e, ao mesmo tempo, ampliar os canais de transferência de conhecimento entre a universidade pública e o agronegócio.

A liderança que o Brasil conquistou na esfera planetária decorreu da associação entre recursos naturais (solo, água, clima) com vocação laboral (recursos humanos) e uso de tecnologia (a ciência aplicada ao desenvolvimento). O principal desses fatores, de forma cada vez mais acentuada, é e será a tecnologia.

Outro ponto essencial é qualificar o usuário final  – o produtor/empresário rural  – para o uso adequado das tecnologias disponíveis e acessíveis. Essa deve ser uma prioridade cogente dos formuladores de políticas para o agro. Nesse aspecto, o Sistema S tem sido pródigo na criação e oferta de produtos para formação, qualificação e requalificação profissional.

Há um outro nó górdio a desatar. Hodiernamente, quase todas as tecnologias estão ancoradas na internet. Da mesma forma, os programas educacionais/instrucionais dependem de plataformas disponibilizadas na rede mundial de computadores. Assim, fica patente que internet de boa qualidade é uma condição sine qua non para o desenvolvimento das regiões agrícolas, sem a qual não terá acesso ao conhecimento científico – seja na forma de tecnologia ou de cursos de capacitação.

*Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (FAESC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC).

Trator New Holland movido a metano chega ao mercado mundial em 2021

A New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, dá mais um passo importante para o avanço de sua agenda mundial como líder na busca por soluções em energia limpa. O trator T6 Methane Power, movido a gás metano, deve ser disponibilizado para o mercado em 2021. A primeira unidade do projeto foi apresentada na feira Agritechnica, na Alemanha, em 2019, como uma peça fundamental do conceito de “Fazenda Independente de Energia” da marca.

Os testes de campo estão nos estágios finais e, até a metade do ano, unidades de produção serão entregues a clientes selecionados na Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Bélgica, Holanda e Luxemburgo – os principais mercados para o T6 e nos quais a produção de biogás está avançada. Até o final do ano, o trator ficará disponível para os demais clientes europeus e de alguns outros mercados ao redor do mundo. Este desenvolvimento consolidará ainda mais a vantagem competitiva indiscutível da New Holland em soluções de combustíveis alternativos.

“Somos pioneiros em soluções sustentáveis e inovadoras há 14 anos. Desenvolvemos o modelo de ‘Fazenda Independente de Energia’, mostrando como um ciclo fechado entre a produção agrícola e a geração de energia pode tornar a agricultura neutra em CO2 ou até mesmo negativa em carbono – com benefícios significativos para os clientes. Neste ano, estamos dando mais um passo para transformar isso em realidade, uma vez que nosso trator movido a metano entrará na linha de produtos da New Holland”, afirma Carlo Lambro, presidente mundial da New Holland Agriculture.

Para o mercado sul-americano, a expectativa é de que o trator movido a metano esteja disponível para importação a partir de 2022, especialmente para os mercados do Brasil e Argentina. Por enquanto não há planos de fabricá-lo por aqui, apesar de o modelo estar sendo testado, com sucesso, há pelos menos dois anos na região.

Esse tipo de trator dá ao produtor rural a possibilidade de utilizar o biogás gerado dentro da propriedade (por meio de um biodigestor, por exemplo) para abastecer o equipamento, aproveitando o chamado ciclo virtuoso da fazenda, que se torna cada vez mais autossuficiente do ponto de vista energético e ambientalmente correta. E como um extra ainda tem a redução dos seus custos operacionais e tranquilidade no gerenciamento das suas atividades, pois se torna autossuficiente em produção e uso de combustível, ficando livre de todas as incertezas do mercado de combustíveis fósseis.

O trator utilizado em testes no Brasil, um T6.180, utiliza o metano gerado através da biomassa renovável produzida na usina de biogás disponível na fazenda. Ele possui todas as características de um trator comum e está equipado com um motor de seis cilindros produzido pela FPT Industrial, que gera uma potência máxima de 180 cv e torque de 750 Nm. O biometano é armazenado em tanques no trator.A autonomia é de pelo menos meio dia de trabalho durante a operação normal.

“A tecnologia de propulsão por biometano oferece inúmeras vantagens ambientais, incluindo a redução de até 80% das emissões em comparação com um motor diesel padrão. Ao usar o biometano, o impacto de carbono da máquina é virtualmente zero, e uma redução de custos entre 25% e 40% pode ser alcançada quando comparada com os combustíveis convencionais”, explica Nilson Righi, gerente de protifólio agrícola da CNH Industrial.

Estratégia de líder expande alcance com novas parcerias

A New Holland segue expandindo o seu alcance como líder em energia limpa através de parcerias, no sentido de explorar novas áreas de inovação. Uma delas é com a produtora italiana de vinhos Barolo Fontanafredda, em um projeto que opera vinhedos livres de carbono. A New Holland e a FPT Industrial estão testando nesses vinhedos um novo trator movido a biometano, derivado do modelo TK da New Holland. O trator testado nos vinhedos da Fontanafredda tem por objetivo realizar a primeira produção de vinho livre de CO2 – um passo importante para a descarbonização da cadeia vitivinícola.

Em outra parceria, a New Holland desenvolveu com a produtora italiana de implementos Nobili um conceito inovador para a eletrificação de implementos para vinhedos e pomares. Ele combina o trator New Holland T4.110V com um gerador externo e-Source em conformidade com as diretrizes de alta tensão AEF. Inédito no setor, o gerador acionado pela TDF do trator é a única fonte de energia que alimenta os novos e-Sprayer e e-Mulcher. Essa inovação revolucionária recebeu o Prêmio de Inovação Técnica 2020/21 da EIMA International.

No Brasil, além de trabalhar com motores FPT que priorizam o baixo consumo de combustível, entregando alto desempenho e alta autonomia, e com isso reduzindo as emissões de CO2 na atmosfera, toda a frota de tratores, colheitadeiras e pulverizadores da New Holland funciona tanto com diesel comum quanto com biodiesel, dando a possibilidade de o produtor rural utilizar um combustível menos poluente.

Sobre a New Holland Agriculture

A New Holland, pertencente à CNH Industrial, é uma marca próxima do cliente, que valoriza o agronegócio e possui soluções completas para todos os tipos de culturas agrícolas, seja qual for o segmento e o tamanho da operação. Os agricultores contam com uma oferta de produtos e serviços inovadores, como tratores, colheitadeiras, pulverizadores, plantadeiras, feno e forragem, além de equipamentos específicos para biomassa, silvicultura e agricultura de precisão, complementada por serviços financeiros feitos sob medida e planejados por especialistas. Com uma rede de distribuidores global altamente profissional e o compromisso com a excelência, a New Holland garante a melhor experiência para cada cliente. Para mais informações da New Holland visite http://www.newholland.com.

A New Holland Agriculture é uma marca da CNH Industrial N.V. (NYSE: CNHI /MI: CNHI) líder global no setor de bens de capital com experiência industrial comprovada, uma ampla gama de produtos e presença mundial. Mais informações sobre a CNH Industrial podem ser encontradas no site www.cnhindustrial.com.

Foto: Divulgação / New Holland Agriculture