Livro pioneiro sobre Mulheres do Agronegócio será lançado em outubro no 4º CNMA

Engajadas, participativas e inovadoras. Essas são algumas das características das mulheres do agronegócio nos dias de hoje. Cada vez mais, elas vêm ganhando espaço dentro das mais diversas áreas dentro e fora da porteira e exercem suas atividades com competência e maestria. E a novidade é que a história dessas mulheres vai virar livro!

Inspiradas por experiências de superação e liderança de mulheres do agronegócio de norte a sul do Brasil, um grupo formado por outras quatro mulheres do agronegócio resolveu escrever um livro retratando histórias de agricultoras, pecuaristas, profissionais da agroindústria, da política, da comunicação, entre outras, que venceram obstáculos e têm muito a compartilhar e ensinar.

“O livro é pioneiro no setor e pretende abordar, de forma didática, sem perder o aprofundamento técnico, importantes temas relacionados ao agronegócio e como as lideranças femininas do setor enfrentaram as dificuldades durante a sua trajetória de sucesso”, afirma a advogada Ticiane Figueiredo, umas das co-autoras.

“Queremos alcançar mulheres de todo país para que se sintam apoiadas e inspiradas por tantas histórias incríveis”, afirma a jornalista Roberta Páffaro, Diretora de Desenvolvimento de Mercado para a América Latina do CME Group, também co-autora.

O livro será lançado durante a 4ª edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), que vai acontecer nos dias 8 e 9 de outubro no Transamérica Expo, em São Paulo. Recentemente, as autoras fecharam parceria com a Editora Letramento, que rapidamente se interessou pela publicação.

“Estamos muito felizes com os primeiros resultados do livro. Já temos a editora e o local de lançamento. Tudo isso é prova de que as mulheres do agronegócio vêm conquistando um espaço inédito no país, mas sabemos que os desafios ainda são grandes”, afirma a co-autora Andrea Cordeiro, Diretora Comercial do Grupo Labhoro e fundadora do blog Mulheres do Agronegócio Brasil.

Além de inspirar outras mulheres, as autoras querem que o livro também seja lido por homens. “Para que conheçam histórias de superação feminina no agro e possam tornar o ambiente de trabalho cada dia mais harmonioso e em igualdade”, complementa a administradora Mariely Biff, consultora em sucessão familiar, também co-autora.

Em breve, serão divulgadas mais informações sobre os capítulos e as personagens do livro. Aguarde!

Saiba mais sobre as autoras:

Ticiane Figueirêdo – Bacharel em Direito (USF), Especialista em Direito Civil (Mackenzie), com MBA em Agronegócios (ESALQ/USP), é Advogada e Gestora de Equipe na área do Consultivo estratégico do Agronegócio (Barter e contratos) na FLC Assessoria Jurídica Empresarial e Co-fundadora Agro Carreira;

Roberta Páffaro – Graduada em Jornalismo (PUC), MBA em Economia (FIA/USP), cursa MBA em Agronegócios (ESALQ/USP) e é Diretora de Desenvolvimento de Mercado para a América Latina do CME Group.

Andréa Cordeiro – Bacharel em Direito (UNIVALI), cursa MBA em Agronegócios (ESALQ/USP), é Diretora Comercial do Grupo Labhoro, idealizadora do Missão Mulheres do Agro EUA e Argentina e fundadora do blog Mulheres do Agronegócio Brasil.

Mariely Biff – Graduada em Administração em Agronegócios (UNED), especialista em Gestão Empresarial (UNED), possui MBA em Agronegócios (ESALQ/USP), é instrutora de cursos Agro Carreira e consultora em Sucessão Familiar para produtores e empresas do Agronegócio.

Para mais informações sobre o livro e/ou entrevistas com as autoras, entre em contato!

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Produtos como feijão caupi, babaçu, açaí e mel recebem da Conab maior bônus do PGPAF

Saiu a nova relação de produtos com descontos do Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) deste mês. A validade dos bônus, calculados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) com base nos preços de março, vai do próximo dia 10/04 até 09/05, segundo a portaria publicada no Diário Oficial da União.

O feijão caupi do estado do Tocantins recebeu 68,95% de bônus, o maior entre os 11 itens relacionados. O mesmo produto recebeu 32,65 % em Mato Grosso, 18,63% no Pará e 14,56% no Maranhão. Outras bonificações com maior pontuação vão para a amêndoa de babaçu do próprio Tocantins (50,66%), o açaí do Amapá (30,63%), o mel da Bahia (27,12%), a amêndoa de cacau do Amazonas (24,24%) e o maracujá do Ceará (21,23%). Os demais produtos classificados são arroz em casca, borracha natural, castanha de caju, leite e raiz de mandioca.

A publicação traz também o percentual calculado para as cestas de produtos. Os estados com direito são Pernambuco (4,08%), Alagoas (4%), Ceará (4,42%), Paraíba (3,44%) e Espírito Santo (2,22%). O bônus da cesta, que é obtido da média ponderada dos bônus de produtos como feijão, milho, leite e mandioca, é utilizado quando não for identificado o produto com maior renda para o agricultor.

O benefício é concedido quando o valor de mercado dos produtos contemplados fica abaixo do preço de garantia e o desconto do bônus pode ser utilizado tanto por agricultores familiares como extrativistas, nas operações e parcelas de crédito rural do financiamento do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

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Prêmio New Holland de Fotojornalismo apresenta os vencedores da 13ª edição

A 13ª edição do Prêmio New Holland de Fotojornalismo reuniu, em Curitiba no último dia 25/03, a Comissão Julgadora composta por cinco profissionais reconhecidos no fotojornalismo e do setor agrícola, para a seleção das imagens vencedoras desta edição. Foram recebidas 3.040 fotografias das 25 mil inscrições de diversos países da América do Sul, que concorreram nas categorias “Profissional” e “Aficionado” (amador).

Os fotógrafos Rafael Sampaio Martins (Brasil) e Jorge Gastón Gándara (Argentina) venceram na categoria “Profissional” do 13º Prêmio New Holland de Fotojornalismo. A entrega dos prêmios de R$ 15 mil para cada um dos vencedores será em maio. Elias Rodrigues de Oliveira e Gustavo Pereira Castro, do Brasil, venceram na categoria “Aficionado” (amador) e levarão R$ 5 mil cada um.

Além da escolha e premiação das quatro melhores fotografias (duas na categoria profissional e duas na categoria amador), o júri selecionou 30 imagens, de cada categoria, para compor uma exposição fotográfica itinerante, que percorrerá diversos espaços culturais no Brasil, Colômbia e Argentina. No Brasil, a exposição acontecerá em Curitiba, Petrolina, Cuiabá e Pernambuco.

“O Prêmio New Holland de Fotojornalismo é um registro do que o campo tem de mais forte, como uma produção de qualidade, tecnologia e inovação. É um orgulho termos um volume cada vez maior de inscritos e com uma qualidade técnica excepcional”, afirma Alexandre Blasi, diretor de Mercado Brasil da New Holland Agriculture. Em 12 anos de concurso foram inscritas cerca de 21 mil imagens e realizadas 190 exposições em 105 cidades de cinco países, para um público de 500 mil pessoas.

“Através do patrocínio ao Prêmio New Holland de Fotojornalismo não buscamos apenas promover a cultura no Brasil, mas também valorizar o campo, a produção e o fruto do trabalho árduo, sob um olhar poético, que retrata a beleza em uma paisagem ou a história contada pela lente de uma câmera fotográfica”, diz Marianna Fernandes, gerente de Marketing e Comunicação do Banco CNH Industrial.

Sobre o Prêmio New Holland de Fotojornalismo

O Prêmio New Holland de Fotojornalismo é um projeto cultural apoiado pela Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e patrocinado pela New Holland Agriculture e pelo Banco CNH Industrial, com realização da Mano a Mano Produções Artísticas. Criado com o objetivo de valorizar o trabalho dos repórteres fotográficos, o projeto passou a premiar também fotógrafos não profissionais — pessoas aficionadas pela fotografia. Inicialmente restrito ao Brasil, o concurso foi ampliado primeiramente para o Mercosul e, ao completar dez anos, para toda a América do Sul, tornando-se o principal concurso fotográfico desses países. Além da premiação, o projeto realiza exposições fotográficas itinerantes pelas cidades dos países participantes.

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Foto vencedora do Prêmio Especial: Máquinas Profissional (Foto: Jorge Gándara/Divulgação)

Safra de cana-de-açúcar movimenta empregos e requer cuidados nas negociações trabalhistas

O agronegócio tem grande importância para o Brasil como fonte de emprego e renda. No ano passado, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (ÚNICA) divulgou que o somente o setor sucroenergético teve mais de 794 mil empregos formais gerados. Em época de safra esse número sofre alterações, ficando ainda maior, devido aos trabalhadores safristas e temporários. Segundo a consultoria Safras & Mercado, em sua primeira previsão para 2019, o Centro-Sul responderá por 93,75% da safra brasileira, que foi estimada em 608 milhões de toneladas.

A safra de cana-de açúcar no interior de São Paulo tem início entre a segunda quinzena de março e o início de abril, e muitos empreendedores rurais se utilizam de contratos temporários para empregar a mão de obra, sem a intenção de contratação permanente. “Para assegurar a intenção da contratação de safrista e temporários, é fundamental justificar minuciosa e expressamente, por meio de contrato, o período ou a safra a ser trabalhado, além da devida assinatura da Carteira de Trabalho”, explica Murilo Aires, advogado do escritório Dosso Toledo Advogados.

Enquanto o contrato de safra é estabelecido entre empregador e empregado rural, o contrato de trabalho temporário deve ser feito em conjunto com uma empresa de trabalho temporário, na forma da lei que o regulamenta. Murilo orienta que as formas de admissão de funcionários por tempo determinado são exceções à regra geral da lei, sendo que seguir estritamente as formalidades legais é essencial para a segurança das partes no contrato.

Outro alerta é quando o contratante também oferece a moradia para funcionários que moram em cidades distantes da base. Não há na lei uma obrigação para o empregador rural fornecer moradia e transporte ao contratado. No entanto, é frequente a situação em que a distância do local de trabalho dos centros urbanos inviabiliza o retorno diário para a casa, o que torna mais interessante ao empregador fornecer esses apoios ao funcionário. Porém, a concessão de moradia e transporte precisa de atenção às regras trabalhistas, conforme ressalta o advogado.

“Quando opta pelo oferecimento de moradia e transporte, o empregador deve cumprir as exigências do Ministério do Trabalho e Emprego. Se fornecer casas, elas deverão ter paredes construídas em alvenaria, condições sanitárias, ventilação e iluminação. No caso do transporte, os veículos utilizados devem ter autorização emitida pela autoridade respectiva, deve transportar todos os passageiros sentados, entre outras obrigações”, pontua Murilo.

Ao fim da safra e do contrato, o trabalhador rural, safrista ou temporário, tem os mesmos direitos básicos que qualquer outro funcionário, que abrangem receber o décimo terceiro e as férias proporcionais ao período de serviço. Ainda, para o próximo contrato com o mesmo produtor, precisa existir um intervalo mínimo de 90 dias, no caso do temporário, ou seis meses para safrista.

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Com o início da safra, produtores fazem o recrutamento de trabalhadores temporários e advogado alerta sobre os contratos definidos

Agricultura familiar movimenta a economia brasileira

A Agricultura Familiar contribui de forma significativa para a economia brasileira, movimentando cerca de R$ 55 bilhões por ano no país. O setor é responsável por mais de 50% da comida que chega à nossa mesa e emprega 70% da mão de obra no campo.

Além de impulsionar a economia, o sistema de agricultura local bem estruturado tende a contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos agricultores, como ocorre no Distrito Federal.

Um convênio firmado entre a Secretaria de Educação, a Secretaria de Agricultura, a Emater-DF e 16 cooperativas de produtores rurais irá levar produtos da agricultura familiar para a merenda escolar, beneficiando 480 mil alunos da rede pública de ensino e mais de 7 mil produtores rurais atendidos pela Emater-DF.

Das 16 cooperativas de produtores rurais, doze são do DF e quatro da Região Metropolitana, com o valor total de R$ 18,9 milhões. O convênio, que envolve 950 agricultores, estabelece que todas as 669 escolas públicas do Distrito Federal irão receber produtos da agricultura familiar para a merenda escolar, pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), lembrando que é a primeira vez que 100% das escolas públicas do DF serão atendidas pelo programa. As compras são de frutas, verduras e legumes.

“Um produto da agricultura familiar tem maior qualidade, maior durabilidade e precisa seguir um alto padrão comercial”, afirma a extensionista da Emater-DF, Bruna Heckler. Ainda de acordo com o órgão, o número de itens do cardápio escolar ofertado foi aumentado.

Para Lúcio Flávio, diretor de Compras Institucionais da Secretaria de Agricultura do Distrito Federal, a parceria é de grande importância para o fomento e desenvolvimento socioeconômico dos agricultores. “Muitas famílias conseguiram melhorar suas moradias e comprar veículos e equipamentos depois que começaram a participar das compras públicas”, explicou.

AgroBrasília – A agricultura familiar, como vem ocorrendo a cada edição, tem um espaço garantido na Feira Internacional dos Cerrados. Neste ano, serão 14 circuitos de demonstração de tecnologias, em uma área de 50 mil m2, com temas de interesse dos pequenos agricultores, como: Fruticultura, Floricultura, Piscicultura, Agricultura orgânica, Horticultura, Saneamento rural, Organizações sociais e artesanato, Apicultura, Avicultura, Bovinocultura, Suinocultura, Equideocultura, Legislação ambiental e reflorestamento, e Crédito rural.

Segundo Nevio Guimarães, coordenador do Espaço da Agricultura Familiar, da Emater-DF, uma das novidades desta edição é a equideocultura, que abrange a criação de asininos (asnos, burros, jumentos) e de seus híbridos com o cavalo: o bardoto (cavalo com jumenta) e a mula (jumento com égua). O uso racional da água e da energia sustentável, com foco para a fotovoltaica, também terão espaço no evento. “Nosso objetivo é mostrar que a agricultura familiar tem muito potencial e um grande espaço ainda para crescer. E é preciso que o agricultor veja que ele está inserido nesse processo”, ressalta.

Serviço:

O que: AgroBrasília

Quando: 14 – 18/05/2019

Onde: Parque Ivaldo Cenci – PAD-DF – BR-251 – Km 5 – Brasília – DF

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Produtores rurais terão restabelecimento de subsídio para atividades de irrigação no período noturno

O Governo Federal publicou no Diário Oficial da União o Decreto nº 9.744/2019, que restabeleceu a cumulatividade dos subsídios concedidos à atividade de irrigação e aquicultura aos produtores rurais do Grupo B (baixa tensão) no período noturno – entre 21h30 e 6h. O documento reverte o disposto no Decreto nº 9.642/2018 e foi baseado em nota técnica produzida pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). Esse movimento vai representar uma redução no preço da conta de energia elétrica dos agricultores irrigantes de todo o País.

A agricultura irrigada é uma área estratégica do MDR. Para alavancar o desenvolvimento de setores produtivos, a Pasta também está organizando esforços e investimentos em Polos de Agricultura Irrigada em regiões consideradas estratégicas. O projeto, que integra a Política Nacional de Irrigação, atuará em localidades do País que se destacam pela grande concentração de setores produtivos e áreas de irrigação privada, com ações de políticas públicas estruturantes. Cada Polo será reconhecido por meio de portaria do MDR, publicada no Diário Oficial da União.

Em um primeiro momento, foram identificadas cinco regiões para a implementação de projetos-piloto: Bacia do Rio Santa Maria (Rio Grande do Sul) – já em andamento -, Vale do Araguaia e Cristalina (Goiás), além de um no Oeste da Bahia e outro em Mato Grosso.

Política Nacional de Irrigação

Instituída pela Lei 12.787/2013, a Política Nacional de Irrigação tem como objetivo organizar o marco legal para a gestão de projetos de irrigação, sendo sua principal diretriz a indução à eficiência no uso de recursos hídricos para o setor. Além disso, reforça estratégias para o desenvolvimento da agricultura irrigada, visando ao aumento da produtividade, de forma sustentável, e a redução de riscos climáticos para agropecuária e a importância das parcerias entre setores público e privado para ampliar a área irrigada no país.

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ANA lança aplicativo gratuito com dados de rios e chuvas em todo o Brasil

Para que os brasileiros possam ter em mãos dados de chuvas, nível e vazão dos rios do país; a Agência Nacional de Águas (ANA) lançou o aplicativo Hidroweb Mobile. A ferramenta é gratuita e pode ser baixada na Play Store, para dispositivos com o sistema Android, e na App Store, para aparelhos com o sistema iOS. No aplicativo é possível acompanhar dados coletados nas mais de 3 mil estações hidrometeorológicas gerenciadas pela ANA espalhadas pelo Brasil, inclusive informações em tempo real.

“Com o Hidroweb Mobile, o cidadão e profissionais da área de recursos hídricos passam a contar com um acesso simplificado a dados, em tempo real, de níveis e vazões dos principais rios do Brasil e de chuva em várias cidades brasileiras. Para isso, basta usar dispositivos móveis, como celulares e tablets, que já fazem parte do dia a dia do brasileiro”, afirma o coordenador de Dados e Informações Hidrometeorológicas da ANA, Walszon Lopes.

Ao abrir o Hidroweb Mobile, o usuário pode visualizar as plataformas de coletas de dados (PCDs) agrupadas por proximidade. Ao dar um zoom, aparecem as estações em suas localizações exatas e com ícones que indicam se elas são fluviométricas (monitoram nível e vazão de rios) e/ou pluviométricas (acompanham chuvas). Na visualização do mapa, o usuário pode alterar o fundo do mapa para imagem de satélite clicando no botão superior com um ícone de mapa.

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O aplicativo oferece a opção de encontrar as estações mais próximas do usuário a partir da localização do dispositivo móvel, que pode ser um celular ou tablet. Também há um filtro que permite ao usuário encontrar as estações que pretende consultar por tipo (fluviométrica ou pluviométrica), estado, município, bacia hidrográfica, rio, entidade responsável ou operadora de cada PCD. Ao acessar os dados de cada estação, é possível visualizar gráficos com os dados de chuvas, nível e vazão do último dia, semana, mês e ano.

Outra funcionalidade é a busca digitando o nome da estação, rio ou município onde está a PCD. Ao encontrar as estações de seu interesse, o usuário pode marcá-las como favoritas, o que permite visualizar os dados de interesse sem a necessidade de realizar novas buscas de dados destes equipamentos selecionados.

Além disso, o Hidroweb Mobile contém vídeos sobre o monitoramento hidrometeorológico e de eventos críticos realizado pela ANA, dentre outros temas sobre recursos hídricos, como: cobrança pelo uso da água, outorga de direito de uso de recursos hídricos, dentre outros. Também há vídeos educativos produzidos pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC) em parceria com a Agência.

Para baixar na Play Store (Android), acesse: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.ana.hidroweb.

Para baixar na App Store (iOS), clique em: https://itunes.apple.com/br/app/hidroweb/id1453212814.

O Hidroweb também pode ser acessado por meio de computadores pelo link http://www.snirh.gov.br/hidroweb/publico/mapa_hidroweb.jsf.

Rede Hidrometeorológica Nacional

A ANA monitora os rios do Brasil por meio da Rede Hidrometeorológica Nacional (RHN), que possui mais de 4,5 mil estações de monitoramento em todo o País. Há estações fluviométricas (para nível e vazão de rios), pluviométricas (chuvas), sedimentométricas (sedimentos), de qualidade da água, entre outras. Para visualizar dados telemétricos (em tempo real) da Rede, acesse: http://gestorpcd.ana.gov.br/Mapa.aspx.

 

Amazon Polpas contrata ERP Cigam para aumentar produtividade

A Amazon Polpas, especializada na comercialização e distribuição de polpas de frutas, principalmente açaí, investiu na aquisição do ERP da Cigam – fornecedora de software de gestão empresarial (ERP, CRM, RH, PDV, BPM, Mobile e BI) para automatizar seus processos internos e aumentar a produtividade.

A indústria, que atualmente emprega cerca de 400 pessoas, foi fundada em 2005 e se consolidou no mercado chegando a uma capacidade de produção em torno de 220 toneladas/dia. Segundo Márcio Mota, fundador da empresa, a operação necessitava de novos investimentos em tecnologia para aprimorar a eficiência dos processos e diminuir falhas no processo.

“Ocorriam problemas com controle de estoque, relatórios, controle de produção e suporte. Com a Cigam, nossa expectativa é melhorar o fluxo das atividades, eliminando retrabalhos, integrando informações e otimizando nossas atividades. Com dados confiáveis e precisos teremos maior assertividade na tomada de decisões”, avalia Mota.

O software atuará principalmente nos setores administrativo e contábil da companhia.

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Conab começa a receber os pedidos para doação de sementes da agricultura familiar

Os órgãos interessados em receber sementes da agricultura familiar, por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), já podem apresentar os planos de distribuição para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As demandas devem ser entregues nas superintendências regionais da Companhia até o dia 26/04. Por meio do PAA, a Conab adquire sementes com o objetivo de estimular a produção de alimentos e ajuda outros segmentos com a doação das sementes para o cultivo.

Neste ano, tanto os órgãos demandantes quanto os agricultores precisam ficar atentos às mudanças nos normativos. Agora, as propostas devem incluir no mínimo três opções de sementes por produto apresentado e a instituição precisa informar como fará o armazenamento e a logística de distribuição das sementes adquiridas.

Por sua vez, as cooperativas e associações que fornecerão as sementes precisam apresentar os testes de qualidade do produto a ser adquirido durante a execução da proposta, e não mais no momento da apresentação do projeto. “Outra mudança importante é a necessidade do pequeno produtor e da organização fornecedora estarem cadastrados no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican)”, explica a superintendente de Suporte à Agricultura Familiar da Conab, Kelma Cruz. “Esse registro garante mais agilidade e transparência na execução das operações e aumenta a segurança na aplicação dos recursos públicos”.

O cadastro no Sican é feito de maneira eletrônica e pode ser acessado pelo site da Conab. Para se inscrever é necessário informar dados básicos como endereço, telefone, e-mail, entre outros. “Quem tiver dificuldade e precisar de apoio para realizar o cadastramento, pode procurar auxílio da Conab nos estados”, confirma Kelma.

Com orçamento inicial previsto em R$ 5 milhões, os planos de distribuição serão classificados de acordo com a participação de públicos prioritários do programa, além do nível de articulação com outras políticas públicas e do valor de cada projeto. Nesse item específico, propostas de até R$ 350 mil recebem pontuação máxima. Também terão pontuação diferenciada os projetos com ações que priorizem a entrega de sementes nos municípios do Semiárido, em consonância com as diretrizes estabelecidas pelo governo federal.

A ação é executada com recursos do Ministério da Cidadania. Todas as regras estão disponíveis de forma mais detalhada nas Superintendências Regionais da Conab e na página da Companhia na internet.

Por meio desta modalidade, o PAA permite a compra de sementes de cooperativas e outras organizações formalmente constituídas que detenham a DAP Jurídica. Após, as sementes são destinadas aos órgãos demandantes que possuem programas, projetos ou ações com agricultores familiares que estão iniciando o processo produtivo e precisam de incentivo. As sementes adquiridas devem cumprir as normas vigentes de qualidade, certificação ou cadastro, do agricultor e de sua organização.

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Santa Catarina segue com alta na exportação de carne suína

Maior produtor nacional de carne suína, Santa Catarina continua expandindo seus mercados internacionais. O mês de março foi marcado pela alta nos embarques para a China, a retomada do mercado russo e o crescimento nas vendas para o Japão. Como resultado, o estado exportou 29,7 mil toneladas de carne suína, faturando mais de US$ 57,8 milhões – um aumento de 13,4% em relação ao mesmo período de 2018.

“A qualidade dos produtos catarinenses e o cuidado com a sanidade animal, fazem do estado o maior exportador de carne suína do país. Hoje 55% das exportações brasileiras de carne suína têm origem em Santa Catarina. Podemos nos orgulhar em dizer que a produção catarinense é capaz de competir nos mercados mais exigentes do mundo”, ressalta o secretário da Agricultura e da Pesca, Ricardo de Gouvêa.

No último mês, Santa Catarina exportou 29,7 mil toneladas de carne suína, 16,2% a mais do que no ano anterior e 6,3% a mais do que em fevereiro. As exportações geraram receitas que passam de US$ 57,8 milhões, uma alta de 13,4% em relação a março de 2018 e de 10,3% na comparação com fevereiro. Os bons números são resultado do aumento nas vendas para os principais países importadores.

A China segue como o maior comprador da carne suína produzida em Santa Catarina e a tendência é de que as compras aumentem ainda mais nos próximos meses. “A suinocultura chinesa vem atravessando uma séria crise, decorrente da ocorrência de mais de uma centena de focos de peste suína africana. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima uma queda de 5% na produção chinesa de carne suína em 2019. Com isso, alguns analistas acreditam que o país pode dobrar o volume de carne suína importada”, explica o analista do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), Alexandre Giehl.

Em março, 40% das exportações catarinenses do produto foram para abastecer o mercado chinês. No último mês, os chineses compraram 12 mil toneladas de carne suína, gerando receitas de mais de US$ 23,8 milhões – um aumento de, respectivamente, 23,6% e 21% em relação a março de 2018.

Rússia

Aos poucos, a Rússia retoma as importações de carne suína, que ficaram suspensas de novembro de 2017 a novembro de 2018. No último mês, esse foi o quarto maior destino para o produto catarinense, com 1,86 mil toneladas e US$ 4,7 milhões de faturamento. Lembrando que o mercado russo já foi o principal comprador da carne suína catarinense, chegando a 102,1 mil toneladas em 2017.

Japão

O grande destaque do mês de março foi o Japão, que ampliou as compras em 208,5%. Santa Catarina exportou 1,4 mil toneladas para aquele país no último mês. “Os volumes ainda são pequenos, mas o mercado japonês é uma grande conquista para Santa Catarina. Esse é o país mais exigente do mundo para a importação de carnes, o que demonstra a qualidade e a credibilidade da produção catarinense”, destaca o secretário Ricardo de Gouvêa.

Acumulado do ano

De janeiro a março de 2019, Santa Catarina respondeu por 54% das exportações brasileiras de carne suína. Foram 83,2 mil toneladas embarcadas, um crescimento de 18% em relação ao mesmo período de 2019. Em faturamento o crescimento é de 9%, chegando a US$ 157,4 milhões.

Diferenciais da carne suína catarinense

A sanidade agropecuária é o grande diferencial de Santa Catarina. O estado se mantém como única zona livre de febre aftosa sem vacinação do Brasil, além de zona livre de peste suína clássica, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal. É esse status sanitário que garante o acesso aos mercados mais exigentes.

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