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O preço do tomate começa a reverter a alta registrada entre os meses de fevereiro e abril, quando o produto chegou a custar mais de R$ 6,00 em alguns mercados atacadistas. A redução pôde ser observada nas primeiras semanas de maio e reflete a entrada da safra de inverno no atacado. Mesmo assim, o valor de venda registrado pelo produto em abril na Ceagesp de São Paulo esteve 70% superior ao praticado no mesmo período do ano passado.
Os preços estão no 5º Boletim Prohort, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Segundo o estudo, a maior alta indicada entre as hortaliças do mês foi na Ceasa de Goiânia, com variação de 38%. A capital goiana tem o terceiro maior preço registrado, com R$ 4,55 o quilo, perdendo apenas para a Central do Distrito Federal, onde a comercialização chega a um valor de R$ 4,93, e de São Paulo, com o custo de R$ 5,60.
Outra hortaliça que está pesando para o consumidor atacadista é a cebola, que apresenta aumento desde outubro do ano passado. O motivo é a pouca oferta do produto no mercado, influenciada pela queda de preços entre maio e setembro de 2018. A expectativa é que haja arrefecimento de preços somente no segundo semestre, quando o mercado será abastecido com a safra da região Nordeste e também de Goiás e São Paulo.
No caso das frutas, o mamão ficou mais barato no atacado em abril. Isso porque os preços altos em meses anteriores afastaram os consumidores que buscaram outras opções, como a mexerica, causando uma queda no consumo e baixando o valor do produto no mês de abril. A laranja também tende a ficar mais barata, mas neste caso, a explicação deve-se ao aumento na oferta, graças à boa produtividade. A expectativa é que esta seja a melhor safra em 10 anos, chegando a uma colheita 36% superior que a registrada em 2018.
O levantamento é feito mensalmente pelo Prohort da Conab, a partir de informações fornecidas pelos grandes mercados atacadistas do país, nos estados de SP, MG, RJ, ES, PR, GO, PE e CE. Neste boletim, o Distrito Federal passou a integrar o estudo.
Fonte: Agência Brasil, com informações da ONU News
A economia verde tem o potencial de gerar milhões de empregos na América Latina e no Caribe e diminuir os custos trabalhistas derivados dos problemas ambientais modernos, como as mudanças climáticas, a sobre-exploração de recursos naturais e a poluição dos ecossistemas. A conclusão está em um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado esta semana.
O estudo “Perspectivas Sociais e de Emprego no Mundo 2018” indica que os esforços para combater as mudanças climáticas até 2030 gerarão um saldo positivo de 18 milhões de empregos em todo o mundo. A estimativa inclui, por exemplo, aqueles empregos que serão criados nos setores de construção e manufatura para possibilitar a geração de novas fontes de energia e avançar em direção a uma maior eficiência energética.
Forças poderosas
Para o diretor regional da OIT para a América Latina e o Caribe, José Manuel Salazar-Xirinachs, “os desafios colocados pela sustentabilidade ambiental são uma das forças poderosas que estão moldando o futuro do trabalho nesta região, e é por isso que é necessário tomar medidas para maximizar seus benefícios e enfrentar efetivamente suas ameaças.”
O estudo do organismo da ONU destaca que nessa região do planeta, com tantos recursos naturais abundantes, áreas costeiras e grande diversidade de ecossistemas, “é indiscutível que o mundo do trabalho está intrinsecamente relacionado com o meio ambiente”. Neste cenário, “os empregos verdes são catalisadores da transição para a sustentabilidade ambiental”.
Salazar-Xirinachs alerta que “há oportunidades enormes numa economia verde, mas também um potencial de destruição de postos de trabalho. Por isso, é preciso garantir que os trabalhadores tenham acesso à proteção social, adquiram um conjunto correto de qualificações e que as economias da região tenham a capacidade de fazer a transição entre indústrias tradicionais e indústrias mais verdes.”
O diretor enfatizou que “o principal desafio é fazer com que a transição seja justa para todos.” Ele ressalta que “embora haja criação de postos de trabalho, há trabalhadores e comunidades que sairão perdendo”. Por isso, “é muito importante garantir que a região esteja pronta para aproveitar as oportunidades de emprego que surgem e impedir o aumento das desigualdades”.
Economia circular
O especialista da OIT em Econometria do Trabalho, Guillermo Montt, que participou da preparação do relatório, explicou que “na América Latina e no Caribe, pelo menos 1 milhão de empregos serão gerados como resultado do uso de energias renováveis, maior eficiência energética em imóveis e maior demanda por carros elétricos e outras tecnologias de mudança no padrão de consumo para combater as mudanças climáticas.”
Os dados coletados no estudo indicam ainda que a região poderia gerar outros 4 milhões de postos de trabalho com o desenvolvimento da chamada “economia circular”. Esse modelo econômico promove a reutilização, a reparação, a reciclagem, a remanufatura e a maior durabilidade de produtos, como uma alternativa ao modelo linear de extração, fabricação, uso e descarte que prevalece nas últimas décadas.
Para Montt, “a transição para uma economia verde implica mudanças em quase todos os setores econômicos, incluindo energia, agricultura, transporte, construção, mineração, pesca, etc”. Ele diz que “o progresso em direção a uma economia sustentável mais geral terá um impacto em todos os setores” e as opções que forem tomadas “determinarão se elas trarão empregos e trabalho decente para a região”.
A OIT acredita que medidas de mitigação evitarão os efeitos negativos da degradação ambiental no mundo do trabalho.
A apicultura tem se apresentando como uma importante alternativa na geração de renda para agricultores familiares na área de atuação da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba, a Codevasf. Ao longo dos últimos anos, a empresa tem investido em diversas ações que visam estruturar a atividade com equipamentos e utensílios. Além disso, os apicultores – homenageados nesta quarta-feira (22/05), no Dia do Apicultor – têm sido beneficiados com outras ações que incluem a construção de unidades de extração de mel, consultorias, capacitações e outras.
“Como atividade economicamente rentável, socialmente inclusiva e ambientalmente sustentável, a apicultura contribui para o desenvolvimento regional. Com ações de apoio ao segmento, a Codevasf incentiva o aumento da produção apícola e da produtividade, buscando também melhorar a qualidade dos produtos”, afirma o diretor-presidente da Companhia, Marco Aurélio Diniz.
Minas Gerais
A Codevasf, com aproximadamente 15 anos de atuação na cadeia produtiva da apicultura no Norte de Minas Gerais e investimentos em torno de R$ 6 milhões, conseguiu tornar essa atividade em uma importante fonte de renda familiar. Hoje, a apicultura envolve em toda sua cadeia produtiva no estado mais de 1,5 mil famílias, distribuídas em 23 associações comunitárias, em 32 municípios, que produzem juntas aproximadamente mil toneladas de mel por ano.
Com os investimentos da Companhia, foi possível a aquisição de equipamentos e materiais visando à estruturação do setor com o repasse de centrífugas, tanques decantadores, embaladoras, melgueiras, construções de casas de apoio à produção de mel, dentre outros, para unidades de extração, beneficiamento, armazenamento e comercialização de produtos apícolas, além de capacitações de apicultores.
Seis casas de mel estão em pleno funcionamento em Januária, Espinosa, Mirabela, Mato Verde, Nova Porteirinha e Bocaiúva. Em 2017, entrou em operação um entreposto de mel, também no município de Bocaiúva.
Pernambuco
No estado, a Codevasf tem trabalhado para fomentar e fortalecer a prática da apicultura. Já foram mais de R$ 10 milhões investidos e quase três mil famílias beneficiadas com entrega de kits de apicultura, além de implantação de casas de mel nas regiões do São Francisco, Araripe, Sertão Central, Moxotó e Pajeu.
No último ano já foram entregues, no município de Ibimirim, 40 kits de apicultura compostos por colmeias, indumentária completa com macacão, luva, chapéu e equipamentos de trabalho com carretilha e fumigador. Outros 40 kits como esses serão destinados às famílias apicultoras de Dormentes.
Outras ações estão sendo realizadas, como a unidade de extração e beneficiamento de mel que está sendo implantada no povoado de Roçado, interior de Petrolina. De acordo com o chefe da unidade regional de desenvolvimento territorial Wellington Lopes, essa é uma ação que irá proporcionar um importante aumento na capacidade de extração do município. “Estamos investindo R$ 250 mil na construção dessa casa de mel em Petrolina. Ela terá capacidade de extração de 40 toneladas de mel por ano. Com essa obra, já somamos quase 20 unidades de extração e beneficiamento de mel em nossa área de atuação”, informa.
Bahia
Na área de atuação da Superintendência Regional da Companhia em Bom Jesus da Lapa, a empresa apoiou a atividade apícola no município de Carinhanha. Foram investidos cerca de R$ 120 mil na aquisição de kits de produção (material e insumos), atendendo 65 famílias de apicultores. Os recursos são oriundos do Orçamento Geral da União destinados à Codevasf por meio de emendas parlamentares.
Para 2019, deverão ser investidos cerca de R$ 300 mil, por meio da Secretaria Nacional de Desenvolvimento Regional e Urbano (SNDRU), do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), para estruturação de uma unidade de beneficiamento de mel em Paratinga (BA), atendendo cerca de 80 famílias, além de outras demandas de apicultores locais.
Na área de atuação da Superintendência Regional de Juazeiro, somente nos primeiros meses de 2019, a Companhia aplicou recursos na estruturação de três associações com diversos materiais e equipamentos, como fumigadores, envasadoras de mel e mesas desoperculadoras. Foram beneficiadas a Associação Comunitária Quilombola de Gameleira do Dida Escurial e a Cooperativa Apícola e Pesqueira de Campo Formoso, localizadas em Campo Formoso (BA), e a Cooperativa de Produção Agropecuária de Lagoa de Dentro e Região da Serra, em Miguel Calmon (BA).
Piauí
Com o apoio da Codevasf, hoje o Piauí se consolida como o 2º maior produtor de mel do Brasil. Nos últimos cinco anos, o volume total de recursos aplicados pela empresa no estado foi da ordem de R$ 4,6 milhões. Somente em 2018 foram executados cerca de R$ 176 mil em diversas ações de apoio ao setor. Foram adquiridas 894 colmeias, beneficiando dez associações, que totalizam 60 famílias de apicultores atendidas em nove municípios: Floriano, São João da Fronteira, Campo Maior, Itainópolis, Juazeiro, Dom Inocêncio, Jerumenha, Piracuruca e Paes Landim.
Sergipe
No ano de 2018, em Sergipe, cerca de 20 famílias de apicultores, no município de Arauá, foram beneficiadas pelas ações da Codevasf no estado com a entrega de produtos e equipamentos apícolas, como colmeia, cera, fumigador, macacão e botas.
Trimethylamine N-oxide (TMAO) is a dietary byproduct that is formed by gut bacteria during digestion. The chemical is derived in part from nutrients that are abundant in red meat. High saturated fat levels in red meat have long been known to contribute to heart disease, the leading cause of death in the United States. A growing number of studies have identified TMAO as another culprit.
The exact mechanisms by which TMAO may affect heart disease is complex. Prior research has shown that TMAO enhances cholesterol deposits in the artery wall. Studies also suggest that the chemical interacts with platelets—blood cells that are responsible for normal clotting responses—to increase the risk for clot-related events such as heart attack and stroke.
To investigate the effects of dietary protein on TMAO production, a research team led by Dr. Stanley L. Hazen at the Cleveland Clinic enrolled 113 healthy men and women in a clinical trial. The participants were given three diets for a month in random order. All meals were prepared for them, with 25% of calories from protein. The dietary proteins came from either red meat, white meat, or non-meat sources. The research was largely supported by NIH’s National Heart, Lung, and Blood Institute (NHLBI). Results were published on December 10, 2018, in European Heart Journal.
When on the red meat diet, the participants consumed roughly the equivalent of 8 ounces of steak daily, or two quarter-pound beef patties. After one month on this diet, blood levels of TMAO were three times higher than when participants were on the diets based on either white meat or non-meat protein sources.
Half of the participants were also placed on high-saturated fat versions of the three diets. The diets all had equal amounts of calories. The researchers found that saturated fat had no additional effect on TMAO levels.
Importantly, the TMAO increases were reversible. When the participants discontinued the red meat diet and ate either the white meat or non-meat diet for another month, their TMAO levels decreased significantly.
“This study shows for the first time what a dramatic effect changing your diet has on levels of TMAO, which is increasingly linked to heart disease,” Hazen says.
“These findings reinforce current dietary recommendations that encourage all ages to follow a heart-healthy eating plan that limits red meat,” says nutrition researcher Dr. Charlotte Pratt, the NHLBI project officer for the study. “This means eating a variety of foods, including more vegetables, fruits, whole grains, low-fat dairy foods, and plant-based protein sources such as beans and peas.”
Mais uma vez, a Satis marca presença na AgroBrasília – Feira Internacional dos Cerrados, que este ano chega à sua 12ª edição. A empresa conta com um estande montado no Pavilhão de Negócios, onde apresenta soluções de seu portfólio voltado à nutrição vegetal, além de resultados obtidos em lavouras da região. Organizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a feira ocorre no Km 05 da BR 251, em Brasília.
Durante os cinco dias de evento – organizado pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) – engenheiros agrônomos especializados da Satis irão receber visitantes para prestar informações sobre produtos e sua atuação em diferentes culturas, especialmente cereais, que predominam no Cerrado brasileiro. A região é a principal produtora de feijão irrigado do país, uma das características que justificam a presença da empresa na feira e o desenvolvimento de pesquisas em lavouras locais. Alguns resultados destes estudos também serão apresentados para o público da feira.
Entre os produtos que podem ser conferidos no estande da Satis, estão as linhas especiais Fulland, Sturdy e Humicbor, recomendadas para culturas como soja, milho e feijão, entre outras. A empresa ainda dará condições especiais de pagamento para quem visitar o espaço. De acordo com a engenheira agrônoma da Satis, Renata Castro, a AgroBrasília “é uma grande oportunidade para fortalecer o relacionamento com produtores e expandir a presença da marca na região”.
Confira alguns dos produtos Satis que serão apresentados na AgroBrasília 2019:
Fulland – aliado ao manejo de doenças, tem características básicas do cobre, auxilia no fortalecimento do metabolismo vegetal e possui funções bioativadoras, principalmente no mecanismo de resistência das plantas.
Mathury – contribui para uma série de processos fisiológicos relacionados à maturação dos frutos. É um importante produto para a cultura cafeeira.
Sturdy – atua como fonte de energia facilmente absorvido pela planta, auxiliando sua estruturação, estimulando o sistema radicular e melhorando o aproveitamento dos nutrientes.
Vitan – fonte de nutrientes e aminoácidos que ajudam a acelerar o metabolismo do vegetal. Oferece maior absorção foliar de nutrientes e melhor desenvolvimento radicular, vegetativo e reprodutivo.
HumicBor – fonte do nutriente boro, é importante para o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo das culturas. É um produto líquido enriquecido com substâncias Humicas com assimilação mais prolongada para as plantas, diminuindo suas perdas no solo.
Os programas e políticas públicas executados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estão sendo apresentados aos visitantes da 12ª edição da AgroBrasília. Durante o evento, a Conab realiza uma série de palestras e oficinas sobre as ferramentas de apoio para diversos públicos, tanto do agronegócio quanto de pequenos agricultores.
Uma delas explica como funciona o Sistema Eletrônico de Comercialização, utilizado pela Companhia para leilões públicos e privados (terceiros), com interligação simultânea às Bolsas de Mercadorias. Já o público de extrativistas, por exemplo, pode saber mais sobre o apoio da Política de Garantia de Preços para os produtos da Sociobiodiversidade (PGPM-Bio), um incentivo econômico no qual a Conab complementa o valor obtido com a comercialização dos produtos extrativos quando comprovada a venda por preço inferior ao mínimo fixado pelo governo federal.
Os pequenos criadores de animais também tem vez, ao conhecer o Programa de Vendas em Balcão (ProVB), pelo qual poderão comprar milho a preços compatíveis com os praticados em pregões públicos ou com os mercados atacadistas locais. O milho é principal produto usado na ração animal e a média de preços garantida no programa assegura o suprimento regular dos insumos em inúmeras propriedades rurais de pequeno porte.
Já os agricultores familiares podem buscar informações sobre o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e todas as modalidades existentes, que tem como objetivo o apoio à comercialização da produção, garantindo renda ao produtor ao mesmo tempo em que combate a situação de insegurança alimentar e nutricional. A feira também é um momento para os pequenos produtores tirarem dúvidas sobre as mudanças nos normativos do programa.
Programas da Conab
O portfólio de atuações da Conab no setor agropecuário e de ações executadas para garantir o apoio ao agricultor e o abastecimento do país está presente na AgroBrasília.
No estande da Conab, técnicos da Companhia fazem o atendimento aos produtores e ao público visitante da feira. Uma oportunidade oferecida no local, é que também será possível realizar a inscrição no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais (Sican), registro eletrônico exigido em todos os programas executados pela Companhia.
Quem passar pelo estande da Conab na AgroBrasília 2019 também pode conhecer um pouco mais sobre as metodologias adotadas na apuração de informações sobre estoques, preços dos produtos, levantamentos de safra, entre outros dados. A Companhia ainda está realizando oficinas sobre os programas e as políticas públicas de apoio executadas pela estatal. A programação das palestras conta com ações voltadas tanto ao agronegócio quanto à agricultura familiar.
De acordo com o presidente da Conab, Newton Júnior, a presença no estande da feira promove o contato da empresa com seus grupos de atendimento e ainda favorece escutar as demandas.“A AgroBrasília tem atraído cada vez mais produtores de outros estados, o que facilita o contato e aproximação com nossos diversos públicos”, ressalta Newton. “A intenção é ampliar a geração de informações para que eles possam tomar as melhores decisões, contribuindo assim com o desenvolvimento agropecuário e de abastecimento”.
AgroBrasília
A feira integra o calendário dos grandes eventos do agronegócio brasileiro. A expectativa para esta edição é de uma movimentação de R$ 1,5 bilhão em negócios, superando o volume alcançado em 2018 que foi de R$ 1,1 bilhão, uma visitação de cerca de 120 mil pessoas.
A homeopatia é uma forma de tratamento alternativo que estimula o sistema de cura natural. E desde o final de 2018 a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) tem acompanho seu uso por dois criadores de galinhas caipiras. O objetivo é a avaliar seus efeitos e custos na produção.
Entre os benefícios observados até agora estão a melhor da qualidade dos ovos, com casca mais resistente e uniforme, melhor fecundação e eclosão (maior produção de pintinho), pintinhos mais sadios, bom desenvolvimento, resistência a doenças e ao estresse e permanência das aves no sistema de produção por mais semanas, com ovos de qualidade.
“A homeopatia veio para contribuir com o manejo sanitário, dando maior resistência aos animais, permitindo que eles corrijam seus próprios desequilíbrios”, diz a coordenadora do Programa de Agroecologia da Emater-DF, Isabella Belo. A homeopatia é de baixo custo e favorece o aumento das defesas naturais do organismo dos animais, além de estimular o metabolismo, fazendo com que se desenvolvam com rapidez e uniformidade.
“Proporciona o controle das doenças de maneira natural e não agride o meio ambiente, pois é um tratamento livre de resíduos químicos, o que também traz benefícios ao consumidor”, diz Isabella.
Há 10 anos a produtora Massae Watanabe, da região de Ceilândia, utiliza produtos homeopáticos para o controle corporal, estresse, postura e vermes. “Tive poucos problemas sanitários com as aves e acredito que a homeopatia me ajuda nessas questões”, conta.
A homeopatia pode ser adicionada na ração e o custo é de aproximadamente R$ 3,60 por ave, durante um ciclo de produção de 96 semanas.
Na AgroBrasília 2019, é possível obter mais detalhes sobre o uso da homeopatia, no circuito da Agroecologia, no Espaço da Agricultura Familiar, até sábado (18/05). A Emater-DF participa da AgroBrasília em parceria com a Secretaria de Agricultura e a Ceasa, órgãos que, juntos, integram o Sistema Agricultura do Distrito Federal.
Serviço: AgroBrasília 2019
Parque Ivaldo Cenci – PAD/DF – BR 251 – Km 5
Brasília (DF) / Unaí (MG)
até 18/05
entrada franca
Tratamento livre de resíduos químicos proporciona controle das doenças de maneira natural e melhora produtividade (Fonte: Divulgação / Emater-DF)
A colheita de milho deve ultrapassar 95 milhões de toneladas devido às chuvas que ocorreram nos últimos meses nas regiões produtoras da segunda safra do grão, principalmente no Centro-Oeste. É o que aponta o 8º Levantamento da Safra de Grãos 2018/2019, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
O bom resultado do milho impulsionou a produção de grãos no Brasil, que pode chegar a 236,7 milhões de toneladas, apenas 900 mil toneladas abaixo do recorde de safra registrado em 2016/2017. Já a área plantada está estimada em 62,82 mil hectares, com acréscimo de 1,1 milhão de hectares se comparado com o período anterior.
“Além do clima favorável, em todo o ciclo da cultura o produtor pôde também aproveitar integralmente a janela ideal de cultivo, uma vez que houve antecipação da colheita da soja”, explica o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Guilherme Bastos. “Com o desempenho, a tendência é que os estoques de passagem subam, o que deve pressionar os preços do produto no mercado podendo inclusive ficar abaixo do valor mínimo determinado pelo governo a partir da entrada da segunda safra no mercado”.
De acordo com o levantamento, a soja mantém-se ainda como a principal escolha dos produtores, com uma colheita prevista em 114,3 milhões de toneladas. “O algodão também tem se mostrado uma boa opção para os agricultores. Com o consumo mundial maior que a oferta, a área da cultura deve crescer em 35,4%, registrando uma produção de 2,7 milhões de toneladas de pluma”, informa Bastos. “Vale lembrar que, nos últimos 10 meses, a exportação da cultura pelo país atingiu o nível recorde de 998 mil toneladas embarcadas”.
Culturas de Inverno
O plantio desses produtos deve se intensificar a partir de maio com encerramento em junho. O trigo, principal grão cultivado, registrará área de aproximadamente 2 milhões de hectares, o que representa uma redução de 68 mil hectares em relação à safra anterior. Essa redução é reflexo dos resultados obtidos no ciclo passado, quando o cereal colhido não apresentou qualidade satisfatória, desestimulando os produtores no plantio da cultura.
O Planalto Central é uma das mais importantes áreas agrícolas do Brasil e, por isso, a Case IH, marca da CNH Industrial, junto com a concessionária Pivot, leva à AgroBrasília as principais máquinas e soluções tecnológicas para o setor. As colheitadeiras de grãos Axial-Flow Série 130 e Série 230 Extreme são destaques do estande da marca no evento. A feira internacional dos Cerrados, que acontece no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, localizado a 60 km de Brasília, é realizada de 14 a 18 de maio.
“O Estado de Goiás apresenta altos índices de produtividade e tem destaque importante na produção de grãos. Por isso, vamos reforçar a presença das colheitadeiras da Case IH, que já têm grande participação de mercado na região e são ótimas escolhas para quem busca mais rentabilidade no campo”, afirma Henrique Karsburg, gerente Comercial da Case IH na região Centro-Oeste.
Desenvolvidas sob o conceito Efficient Power da Case IH, as colheitadeiras trazem novos recursos tecnológicos que vão permitir mais eficiência para o agricultor, que poderá produzir mais com custos operacionais menores.
Série 130
A Colheitadeira Axial-Flow modelos 6130 e 7130 são destaques da marca. Um dos pontos positivos desses equipamentos é o sistema Axial-Flow, reconhecido por preservar a qualidade dos grãos e reduzir as perdas. As máquinas são equipadas com o rotor Small Tube, cujo espaço da área de debulha e separação ficou 26% maior que a versão anterior. A mudança aumenta em até 5% a capacidade operacional da máquina em condições de colheita adversas, que exigem mais do equipamento.
Série 230
Além da Série 130, o empresário do agronegócio também terá acesso à Colheitadeira Axial-Flow Série 230. Essa linha conta com algumas tecnologias exclusivas, como o sistema CVT (Transmissão Continuamente Variável), que proporciona uma maior eficácia na transmissão de energia, maior robustez da máquina e diminui os custos de manutenção. Os equipamentos também têm o cone de transição, responsável direto pela alta qualidade do grão, e o ventilador Cross-Flow, que também resulta em grãos mais limpos no tanque graneleiro.
“Um destaque é o baixo custo de manutenção programada. A Série 130 apresenta redução de 33% nos custos que a principal concorrente e a Série 230, queda de 14%”, comenta Karsburg.
Além da versão tradicional com pneus, os modelos 8230 e 9230 das colheitadeiras de grãos Axial-Flow Série 230 também estão disponíveis com esteiras de borracha de 36”. O aumento da produtividade no campo, que gera menos compactação e degradação do solo, com mais capacidade de tração são alguns dos benefícios das máquinas com esteiras.
A menor pressão que a esteira de borracha exerce sobre o solo melhora a qualidade do plantio e, consequentemente, aumenta a produtividade do empresário do agronegócio. “A máquina com esteiras ganha mais capacidade de tração, com maior torque, o que garante menos consumo de combustível”, afirma Karsburg.
Colheitadeiras de grãos da Case IH aumentam a produtividade e a rentabilidade do produtor (Foto: Divulgação / Case IH)
Para desburocratizar a vida do produtor rural, a Emater-DF, em parceria com a Secretaria de Agricultura e Centrais de Abastecimento do DF (Ceasa), está desenvolvendo um aplicativo voltado para as necessidades do campo, o DFRural. Por meio do dispositivo, que funcionará como um canal de autoatendimento, serão oferecidos serviços e informações para os produtores rurais atendidos pelo Sistema Público de Agricultura do Distrito Federal.
Durante a AgroBrasília 2019, o agricultor interessado em testar o aplicativo pode procurar o estande da Emater-DF. Como o aplicativo ainda não estará disponível nas lojas de apps da Apple Store e nem no Google Play, os técnicos da Emater vão fazer a instalação e explicar todo o funcionamento do sistema.
Neste primeiro momento, o aplicativo terá o Cartão do Produtor Rural Digital (e-CPR), a agenda de eventos da feira e notícias sobre a AgroBrasília. A ideia é colher as impressões sobre acessibilidade e usabilidade do aplicativo, bem como sugestões de melhoria. Após o evento, o aplicativo poderá ser desinstalado. O lançamento oficial está previsto para dezembro deste ano.
Produto final
A partir de dezembro, a perspectiva é a de que o produtor possa, por meio do smartphone, ter acesso a serviços fornecidos pelos três órgãos. A implementação dos serviços será feita por etapas, com inclusão de novas ferramentas e funcionalidades até 2022.
A ideia, com o dispositivo, é simplificar e fazer com que o produtor possa resolver todas as suas demandas pelo aplicativo no celular. “O objetivo é agilizar e facilitar o consumo dos serviços oferecidos pelo sistema agricultura ao produtor rural. Vai ser um aplicativo de fácil manuseio, intuitivo, com ícones visíveis e com pouco texto”, explicou Alberto Luiz Gerardi, assessor da diretoria da Emater-DF.
Funcionalidades como o Cartão do Produtor Rural Digital (e-CPR), uma alternativa de assistência técnica remota, que dispensará a presença física de um extensionista em casos de dúvidas ou orientações urgentes, e a consulta de preços de produtos agropecuários já passam a funcionar em dezembro. O agricultor também poderá abrir um chamado, com solicitações de serviços diversos aos três órgãos.
Aplicativo funcionará como canal de autoatendimento ao produtor rural e pode ser testado por interessados durante a AgroBrasília (Foto: Divulgação / Emater-DF)