O agronegócio brasileiro teve uma participação intensa ao longo da COP 30, que terminou no último sábado (22/11), em Belém (PA). Na avaliação da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), a agenda de ações propostas reiterou ao mundo como o Brasil tem investido para uma produção de alimentos, fibras e bioenergia cada vez mais sustentável e com baixa emissão de carbono, com o uso de ciência, tecnologia e inovação.
“A apresentação de cases, de pesquisas e da realidade no campo mostrou os motivos pelos quais a agricultura brasileira é sustentável e, ao mesmo tempo, possui índices elevados de produtividade, desmitificando conceitos frequentemente distorcidos sobre a atividade. Certamente, este é um dos legados desta Conferência”, afirmou Giuliano Alves, gerente de Sustentabilidade e Projetos da ABAG.
A AgriZone, estrutura montada pela Embrapa, juntamente com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com a parceria de entidades setoriais, teve um papel estratégico ao possibilitar que negociadores internacionais pudessem conhecer a importância da agricultura tropical na mitigação e adaptação das mudanças climáticas. “Esse trabalho fará a diferença nas próximas Conferências”, pondera Alves.
